Nuvemé um conjunto visível de partículas diminutas de gelo ou água em seu estado líquido ou ainda de ambos ao mesmo tempo (mistas), que se encontram em suspensão na atmosfera, após terem se condensado ou liquefeito em virtude de fenômenos atmosféricos.
"Simplicidade, simplicidade, simplicidade! Tenha dois ou três afazeres e não cem ou mil; em vez de um milhão, conte meia dúzia... No meio desse mar agitado da vida civilizada há tantas nuvens, tempestades, areias movediças e mil e um itens a considerar, que o ser humano tem que se orientar - se ele não afundar e definitivamente acabar não fazendo sua parte - por uma técnica simples de previsão, além de ser um grande calculista para ter sucesso. Simplifique, simplifique."
"Nossa existência é transitória como as nuvens do outono. Observar o nascimento e a morte dos seres é como olhar os momentos da dança. A duração da vida é como o brilho de um relâmpago no céu, tal como uma torrente que se precipita montanha abaixo."
“Em profunda escuridão se procuraram, nus, sôfrego entrou nela, ela o recebeu ansiosa, depois a sofreguidão dela, a ânsia dele, enfim os corpos encontrados, os movimentos, a voz que vem do ser profundo, aquele que não tem voz, o grito nascido, prolongado, interrompido, o soluço seco, a lágrima inesperada, e a máquina a tremer, a vibrar, porventura não está já na terra, rasgou a cortina de silvas e enleios, pairou no alto da noite, entre as nuvens, pesa o corpo dele sobre o dela, e ambos pesam sobre a terra, afinal estão aqui, foram e voltaram.”
“Abriu um só olho como se temesse que os dois lhe confirmassem exageradamente aquele céu de nuvens negras, a obscenidade daquela pança cor-de-burro-quando-foge que sujava a paisagem tropical de luxo, transformava o arvoredo numa turba infame de palmeiras e bananeiras de chumbo oxidado.”
“Swann havia encarado todas as possibilidades. A realidade é, pois, alguma coisa que não tem nenhuma relação com as possibilidade, da mesma forma que uma facada que recebemos nada tem a ver com o leve movimento das nuvens acima da nossa cabeça, ...”
"Rashid Khalifa vivia tão ocupado inventando e contando suas histórias que nem reparou que Soraya não cantava mais; e provavelmente isso piorou ainda mais as coisas. Mas Rashid era um homem ocupadíssimo, extremamente solicitado: era o famoso Mar de Idéias, o grande Xá do Blábláblá. Com os ensaios e apresentações que tinha que fazer, RAshid vivia nos palcos, e acabou perdendo o pé do que acontecia na sua própria casa – sempre correndo pela cidade inteira e pelo país inteiro, contato histórias, enquanto Soraya ficava em casa, com uma nuvem negra em cima da cabeça e até uns trovõezinhos, preparando uma senhora tempestade."