ARepública Federativa doBrasil é o maior e mais populoso país da América Latina e o quinto maior em área e população do mundo. Sua área é de 8.514.876,599 km², localiza-se na parte central e nordeste da América do Sul.
— A frase não é do presidente francêsCharles de Gaulle (1890-1970), mas do embaixador brasileiro na França,Carlos Alves de Souza, dita ao jornalistaLuiz Edgar de Andrade, na época correspondente do "Jornal do Brasil" em Paris. Depois de discutir com De Gaulle a "guerra da lagosta", em 1962, quando barcos franceses a pescavam na costa brasileira, Souza relatou a Edgar o encontro dizendo-lhe que falaram sobre o samba carnavalesco "A lagosta é nossa", das caricaturas que faziam de De Gaulle, terminando a conversa assim: "Edgar, le Brésil n'est pas um pays sérieux". O jornalista mandou o despacho para o jornal e a frase acabou outorgada a De Gaulle.
"No momento em que aumentam as nossas descobertas arqueológicas fica evidente que o Brasil tem um enorme passado pela frente. Ou um enorme futuro por detrás, se preferem".
"No Brasil de hoje, os cidadãos têm medo do futuro. Os políticos têm medo do passado."
-Chico Anísio citado em Política Operária - Edições 107-113 - Página 21, Editora Política operária 2006
"O Brasil não é diferente na criminalidade e sim na impunidade."
-Antonio Carlos Biscaia citado em "Do bestial ao genial: frases da política" - Página 181, Paulo Buchsbaum, André Buchsbaum - Ediouro Publicações, 2006,ISBN 850002075X, 9788500020759 - 294 páginas
"A prosperidade de alguns homens públicos do Brasil é uma prova evidente de que eles vêm lutando pelo progresso do nosso subdesenvolvimento."
"OBrasil é de cabeça para baixo e, se você disser que é de cabeça para baixo, eles o põem de cabeça para baixo, para você ver que está decabeça para cima."
"Minha obra é toda um canto de amor aoBrasil, minhaterra, povo, flora e fauna. À vista da minha janela ou da janela doavião."
"Volto para me aporrinhar, para responder a esse tipo de pergunta, para ser um dos 5% de brasileiros que pagam imposto de renda, para perder o apetite oumorrer de indigestão. Volto porque nunca saí daqui."
- Respondendo por que sempre volta ao Brasil.
"Este é umpaís em que as prostitutas gozam, os traficantes cheiram e em que umcarro usado vale mais que umcarro novo. É ou não é um país de cabeça para baixo?"
"Sucesso no Brasil é ofensa pessoal."
-Tom Jobim, citado em Revista Trip, - nov. 2004 - núm. 128 -página 25 - 128 páginas
"Dizem que em algum lugar, parece que no Brasil, existe um homem feliz."
-Vladimir Mayakovsky, citado em "Maiakovski: vida e obra" - Página 9, Fernando Peixoto - J. Alvaro, 1969 - 313 páginas
"As fundações vivem do imposto do governo e ao mesmo tempo só servem a si próprias. Enquanto as fundações americanas apóiam as universidades, no Brasil todos querem tirar uma casquinha. Sempre."
"Governar é ouvir pedidos. Desde a Colônia é assim:as corporações estão sempre de chapéu na mão em torno do rei. As que têm mais capacidade de coerção, levam mais. Ou tentam. Na crise do PCC, figuras da minoria branca queriam a lei de talião. Queriam que se matassem todos, para preservar a eles, da minoria branca. Isso foi o que me irritou mais. Nós estávamos num momento extremamente difícil e tínhamos que mostrar que o Estado pode vencer dentro da lei. Telefonaram, e uns poucos vieram aqui."
"O Brasil é conservador, reacionário. As pessoas são de esquerda quando estão na oposição. No poder, são todos conservadores."
"Esse é um grande defeito da nossa universidade. Ela fica estudando coisas absolutamente platônicas, românticas, estuda Antônio Conselheiro e não estuda a realidade social das grandes cidades brasileiras. Por que nenhum sociólogo foi entrevistar os presos para entender a origem e a motivação para o crime? A universidade virou novamente uma estrutura elitista isolada da sociedade."
"Estou convicto hoje de que sem o Lula nós teríamos conflitos sociais muito violentos no Brasil. Ele nasceu na sociedade mais pobre, tem empatia e raiz social profunda. Está procurando afastar as grandes diferenças sociais e, assim, consolidando a democracia."
"Fui sempre um conservador. Mas não burro. Vejo o que está aí. Vivemos uma situação social próxima de um vulcão."
"Os Estados Unidos estão irritados com a proximidade de dois países independentes como o Irã e o Brasil. É por isso que reclamaram tanto antes da sua visita [de Lula] ao Irã"
"Se, ao final do meu mandato, todos os brasileiros tiverem a possibilidade de tomar café da manhã, almoçar e jantar, terei cumprido a missão da minha vida."
-Discurso de posse, em 2003
"Tem muita gente que fica jogando a miséria 'ah, porque o imperialismo americano, o imperialismo, nós somos pobres por causa do imperialismo...'. As pessoas nunca percebem que o imperialismo americano só teve influência nefasta em alguns países porque a sua elite era nefasta. Se as pessoas fossem honestas e dignas, e tivessem uma elite ali brigando pela soberania, não tinha acontecido. Nossa elite contribuiu para isso."
-Em documentário do Canal 7, da Argentina
"Se Jesus Cristo viesse para cá (Brasil), e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão."
-Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, em 2009
"Quando assumimos ogoverno, o País estava à beira dafalência, com uma dívida externa de 210,7 bilhões de dólares e um riscoBrasil de quase 2.000 pontos. Em três anos e meio, zeramos nossadívida com oFMI, diminuímos adívida restante para 161 bilhões de dólares e derrubamos o riscoBrasil para os patamares mais baixos desde que é medido. Hoje ele está em 260 pontos".
-Palavras no fim de sua primeira gestão
"Um Lulinha incomoda muita gente, uma Dilminha incomoda muito mais.O que não é justo é uma pessoa comer cinco pãezinhos por dia, jogar dez fora, e o outro não poder comer nenhum pãozinho por dia. Então este País começou a mudar e isso incomoda muita gente."
-Em março de 2010, sobre o incomodo das suas ações sobre seus opositores e sucessão eleitoral.
"Então, este País não é um País governado por um cara, com 190 milhões de habitantes. Este País é um País de 190 milhões de caras, governado por um presidente da República."
"Durante 30 anos fomos a economia que mais cresceu no mundo. O que aconteceu é que não houve distribuição da renda produzida. Pouco dinheiro na mão de muitos significa distribuição de renda, muito dinheiro na mão de poucos significa concentração de renda"
-Sua opinião sobre o desenvolvimento econômico nos governos anteriores.
"A divergência do Irã com os EUA perdurava por 31 anos. Qual foi o mal que o Brasil e a Turquia fizeram? Foi o de convencer o presidente do Irã a se sentar para negociar. Que era o que eles queriam que acontecesse. Quando o Irã topa sentar, eles falam que não vale mais. Não é possível fazer política internacional sem respeito mútuo"
"Terminou uma Copa do Mundo na África do Sul agora e já começam a dizer: 'cadê os aeroportos brasileiros, os estádios, cadê os corredores de trem brasileiros, cadê os metrôs brasileiros', como se nós fôssemos um bando de idiotas que não sabem fazer as coisas e definir as nossas prioridades"
"Eu fico triste porque no Brasil nós temos um complexo de inferioridade na cabeça de muita gente. Uma parte de nossa elite política, que escreve colunas (em jornais), que fica dizendo: ‘Mas o que o Brasil tinha que se meter? Aquilo não é coisa do Brasil’. O Brasil não tem que pedir licença a ninguém para conversar com quem quer que seja."
-Sobre comentarios recebidos do acordo realizado com o Irã
-Lima Barretocitado em "O império do grotesco" - Página 151; de Muniz Sodré, Muniz Sodre - Raquel Paiva, Raquel Paiva - Publicado por Mauad Editora Ltda, 2002ISBN 8574780618, 9788574780610 - 154 páginas
"Por váriasrazões, Brasília exerce fascinação sobre os cidadãos dosEstados Unidos. Brasília é uma epopéia digna das vastas possibilidades e aspirações destanação".
"O Brasil é a mais avançada democracia racial do mundo".
-Gilberto Freyre.- Em entrevista à Revista Veja, em abril de 1970
"O nosso estilo de jogarfutebol me parece contrastar com o dos europeus por um conjunto de qualidades de surpresa, de manha, de astúcia, de ligeireza e, ao mesmo tempo, de brilho e de espontaneidade individual em que se exprime o mesmo mulatismo de que Nilo Peçanha foi até hoje a melhor afirmação na arte política."
"Impossível governar com este Congresso. É mister que ele desapareça para a felicidade do Brasil."
-Deodoro da Fonseca justificando a tentativa de dissolução do Congresso Nacional, em novembro de 1891.
"República no Brasil é coisa impossível porque será uma verdadeira desgraça. O único sustentáculo do Brasil é a monarquia; se mal com ela, pior sem ela"
-Trecho de uma carta de Deodoro para um sobrinho, escrita no dia 13 de setembro de 1889
No Brasil há excesso de vírgula. Antes pecar pela falta do que pelo exagero.
"Novo porque surge como uma etnia nacional, diferenciada culturalmente de suas matrizes formadoras, fortemente mestiça, dinamizada por uma cultura sincrética e singularizada pela redefinição de traços culturais delas oriundos. Também novo porque se vê a si mesmo e é visto como uma gente nova, um novo gênero humano diferente de quantos existam. Povo novo ainda, porque é um novo modelo de estruturação societária, que inaugura uma forma singular de organização sócio-econômico, fundada num tipo renovado de escravismo e numa servidão continuada ao mercado mundial. Novo, inclusive, pela inverossímil alegria e espantosa vontade de felicidade, num povo tão sacrificado, que alenta e comove a todos os brasileiros."
-Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2º ed., São Paulo: Companhia das Letras, 1996 (1996, p. 19)
"A urbanização, apesar de criar muitos modos citadinos de ser, contribuiu para ainda mais uniformizar os brasileiros no plano cultural, sem, contudo, borrar suas diferenças. A industrialização, enquanto gênero de vida que cria suas próprias paisagens humanas, plasmou ilhas fabris em suas regiões. As novas formas de comunicação de massa estão funcionando ativamente como difusoras e uniformizadoras de novas formas e estilos culturais."
-Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2º ed., São Paulo: Companhia das Letras, 1996 (1996, p. 19)
"Composta como uma constelação de áreas culturais, a configuração histórico-cultural brasileira conforma uma cultura nacional com alto grau de homogeneidade. Em cada uma delas, milhões de brasileiros, através de gerações, nascem e vivem toda a sua vida encontrando soluções para seus problemas vitais, motivações e explicações que se lhes afiguram como o modo natural e necessário de exprimir sua humanidade e sua brasilidade. Constituem, essencialmente, partes integrantes de uma sociedade maior, dentro da qual interagem como subculturas, atuando entre si de modo diverso do que o fariam em relação a estrangeiros. Sua unidade fundamental decorre de serem todas elas produto do mesmo processo civilizatório que as atingiu quase ao mesmo tempo; de terem se formado pela multiplicação de uma mesma protocélula étnica e de haverem estado sempre debaixo do domínio de um mesmo centro reitor, o que não enseja definições étnicas conflitivas."
-Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2º ed., São Paulo: Companhia das Letras, 1996 (1996, p. 254)
"... os brasileiros se sabem, se sentem e se comportam como uma só gente, pertencente a uma mesma etnia. Vale dizer, uma entidade nacional distinta de quantas haja, que fala uma mesma língua, só diferenciada por sotaques regionais, menos remarcados que os dialetos de Portugal. Participando de um corpo de tradições comuns mais significativo para todos que cada uma das variantes subculturais que diferenciaram os habitantes de uma região, os membros de uma classe ou descendentes de uma das matrizes formativas.Mais que uma simples etnia, porém, o Brasil é uma etnia nacional, um povo‐nação, assentado num território próprio e enquadrado dentro de um mesmo Estado para nele viver seu destino."
-Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2º ed., São Paulo: Companhia das Letras, 1996 (p. 21-22)
"Todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles pretos e índios supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se conjugaram para fazer de nós a gente sentida e sofrida que somos e a gente insensível e brutal, que também somos. Descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre servos da malignidade destilada e instalada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa fúria. A mais terrível de nossas heranças é esta de levar sempre conosco a cicatriz de torturador impressa na alma e pronta a explodir na brutalidade racista e classista."
-Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2º ed., São Paulo: Companhia das Letras, 1996 (p. 120)
"O Brasil, a exemplo de outros países, precisava identificar a sua cultura ao rap que é feito aqui."
"O futebol é a única coisa que une esse País de norte a sul, leste a oeste. Nunca tivemos uma guerra, não brigamos pela nossa independência, não temos símbolo, mas o futebol sim, exerce essa função!"
"Em nenhum outropaís os ricos demonstraram mais ostentação que no Brasil. Apesar disso, os brasileiros ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos ônibus de subúrbio."
"É uma coisa muito mal resolvida no Brasil, o brasileiro não aceita o fato de ser mestiço"
"Ninguém no Brasil é branco!"
"Era televisão e futebol. Construíram estádios e essa rede impressionante de telecomunicações por todo o Brasil, e ao mesmo tempo uma degradação crescente em termos de educação e saúde. Tudo isso foi descuidado."
"O Brasil não tem uma direita há muito tempo. Nas últimas eleições presidenciais, os discursos de todos os candidatos eram semelhantes. O Partido Democratas foi inspirado na esquerda americana. Portanto, não pode ser considerado exemplo de partido conservador."
"O povo brasileiro é profundamente conservador. Sobretudo no aspecto social. É maciçamente contra o aborto, o feminismo radical, as quotas raciais, o gayzismo organizado. No entanto, não há político que fale em nome do povo: estão todos comprometidos com os lobbies bilionários que protegem esses movimentos."
“Certamente, essa conferência Rio+20 é um esforço da parte do Brasil. É claro que não é só com essa conferência que chegaremos a esse objetivo, mas esse é um dos passos que temos que dar. A sociedade brasileira é dinâmica e cultural, a população procura Justiça. Tem muitas personalidades corajosas que estão à procura da Justiça”. “Um ponto importante é que nossas relações estão fora da dominação dos países poderosos”,
"Por várias razões, Brasília exerce fascinação sobre os cidadãos dos Estados Unidos. Brasília é uma epopéia digna das vastas possibilidades e aspirações desta nação".
— Dwight D. Eisenhower.
"A desigualdade social no Brasil é escandalosa, criminosa. Um país que se pretende entrando no primeiro mundo, que se pretende um país do G-20, não pode continuar compactuando com formas arcaicas de dominação do homem pelo homem. O grande latifúndio é uma coisa anacrónica."
— Wagner Moura
"A gente precisa acabar com essa ciclotimia de gostar de se odiar. O Brasil se detesta."
"Meu amor pelo Brasil, é de comparar com o de uma mãe para um filho, ela tem um amor incomparável por ele, mesmo com tantos problemas que ele possa ter, afinal ele é único e jamais deixará de ser seu filho.
— Maisa
"... Nós brasileiros não temos certeza de nosso futuro, de uma sobrevivência como povo. Assistimo-nos morrer. A cada dia, deperece mais um bocado. Aparentemente, esse decair é insensível (...) Mas um secreto mal-estar nos avisa disso. Daí a tristeza indefinível de todos neste país (...) acentuar-se cada vez mais a vitória do estrangeiro (...)"SP, 03.10.1918
"... Ontem fui à exposição industrial e saí entenebrecido. Dois expositores brasileiros! Dois só! O que o português fez com o aborígene, hoje o fazem os nossos adventícios com os descendentes dos portugueses. Alijam-nos de dentro de nossa própria casa — com o auxílio de (...) governantes inconscientes (...)"SP, 03.10.1918
Os mexicanos vieram dos índios, os brasileiros saíram da selva, mas nós os argentinos, chegamos de barcos. E eram barcos que vieram de lá, da Europa"
-Alberto Fernándes, presidente argentino, citando frase de música do também argentino Litto Nebbia, mas atribuindo-a erroneamente ao mexicano Octavio Paz.