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Vida após a morte

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 Nota: Para outros significados, vejaPost mortem.
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Este artigocita fontes, mas quenão cobrem todo o conteúdo. Ajude ainserir referências (Encontre fontes:Google (N • L • A • I • WP refs)  • ABW  • CAPES).(setembro de 2020)
Inferno deDante, da autoria deGustave Doré
Papiro egípcio descrevendo a jornada para o Além

As expressõesvida após a morte (emlatim:post mortem),além,além-túmulo,pós-vida,ultravida eoutro mundo referem-se à continuidade daalma,espírito oumente de um ser após amorte física. Os principais pontos de vista sobre o além proveem dareligião,esoterismo emetafísica. Sob vários pontos de vista populares, esta existência continuada frequentemente toma lugar numreino espiritual ou imaterial. Acredita-se que pessoas falecidas geralmente vão para um reino ouplano de existência específico após a morte, geralmente determinado por suas ações em vida. Em contraste, o termo "reencarnação" refere-se ao renascimento em um novo corpo físico após a morte, isto é, a doutrina da reencarnação animal um período de existência do ser em outros planos sutis, que ocorre entre duas existências físicas ourenascimentos.[1]

Céticos, tais comoateus ematerialistas-reducionistas, eprotestantes comoadventistas etestemunhas de Jeová, acreditam na impossibilidade da vida após a morte e a declaram como inexistente, sendo ilógica ou incognoscível.[2]

Tipos de vida após a morte

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Existem dois tipos deopinião, fundamentalmente diferentes, sobre a vida após a morte:opiniãoempírica, baseada em supostas observações, eopinião religiosa, baseada na.[3]

Vida após a morte em diferentes modelos metafísicos

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Nos modelosmetafísicos,teístas geralmente acreditam que algum tipo de ultravida aguarda as pessoas quando elas morrem. Osateus geralmente não acreditam que haja uma vida após a morte. Membros de algumas religiões geralmente não-teístas, como obudismo, tendem a acreditar numa vida após a morte (tal como nareencarnação dos mortos), mas sem fazer referências aDeus.

Osagnósticos geralmente mantém a posição de que, da mesma forma que a existência de Deus, a existência de outros fenômenos sobrenaturais tais como a existência daalma ou a vida após a morte são inverificáveis, e portanto, permanecerão desconhecidos. Algumas correntes filosóficas (por exemplo,humanismo,pós-humanismo, e, até certo ponto, oempirismo) geralmente asseveram que não há uma ultravida.

Muitas religiões, crendo ou não na existência da alma num outro mundo, como ocristianismo, oislamismo e muitos sistemas de crençaspagãos, ou em reencarnação, como muitas formas dehinduísmo ebudismo, acreditam que ostatus social de alguém na ultravida é uma recompensa ou punição por sua conduta nesta vida.

Vida após a morte em antigas religiões

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Egito Antigo

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Seção doLivro dos Mortos

A ultravida desempenhava um importante papel naantiga religião egípcia, e seusistema de crenças é um dos mais antigos conhecidos. Quando o corpo morria, partes de sua alma conhecidos comoka (corpo duplo) eba (personalidade) iam para o Reino dos Mortos. Enquanto a alma residia nosCampos de Aaru,Osíris exigia pagamento pela proteção que ele propiciava. Estátuas eram colocadas nas tumbas para servir como substitutos do falecido.[6]

Obter a recompensa no outro mundo era uma verdadeira provação, exigindo um coração livre de pecados e a capacidade de recitar encantamentos, senhas e fórmulas doLivro dos Mortos. No Salão das Duas Verdades, o coração do falecido era pesado contra uma penaShu de verdade e justiça, retirada do toucado da deusaMaet.[7] Se o coração fosse mais leve que a pena, a alma poderia continuar, mas, se fosse mais pesada, era devorada pelo demônioAmmit.

Os egípcios também acreditavam que sermumificado era a única forma de garantir a passagem para o outro mundo. Somente se o corpo fosse devidamenteembalsamado e sepultado numamastaba, poderia viver novamente nosCampos de Yalu e acompanhar o Sol em sua jornada diária. Devido aos perigos apresentados pela ultravida, o Livro dos Mortos era colocado na tumba, juntamente com o corpo.

Zoroastrismo

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Zaratustra, que viveu na antigaPérsia por volta doséculo VII a.C.,[8] pregava que os mortos serão devorados pelo terror e purificados para viver num mundo material perfeito no fim dos tempos.

O textopálaviJulgamentos religiosos (Dadestan-i Denig), datado de cerca de 900 AD, descreve ojulgamento particular da alma três dias após a morte, sendo cada alma enviada para o paraíso, inferno ou para um lugar neutro (hamistagan) para aguardar peloJuízo Final.[9]

Religião da Grécia Antiga e romana

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Hades eCérbero, o cão de três cabeças.

NaOdisseia,Homero refere-se aos mortos como "espectros consumidos". Uma ultravida de eterna bem-aventurança existe nosCampos Elísios, mas está reservada para os descendentes mortais deZeus.

Em seuMito de Er,Platão descreve almas sendo julgadas imediatamente após a morte e sendo enviadas ou para océu como recompensa ou para osubmundo como punição. Depois que seus respectivos julgamentos tenham sido devidamente gozados ou sofridos, as almas reencarnam.

O deus gregoHades é conhecido namitologia grega como rei dosubmundo, um lugar gélido entre o local de tormento e o local de descanso, onde a maior parte das almas residem após a morte. É permitido que alguns heróis das lendas gregas visitem o submundo. Osromanos tinham um sistema de crenças similar quanto a vida após a morte, com Hades sendo denominado Plutão. O príncipetroianoEnéas, que fundou a nação que se tornaria Roma, visitou o submundo de acordo com opoema épicoEneida.[10]

Religião nórdica

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Barco funerárioviquingue. Esperava-se que pessoas enterradas nestas embarcações fossem conduzidas em segurança para o Outro Mundo

OsEddas em verso eem prosa, as mais antigas fontes de informação sobre o conceito nórdico de vida após a morte,[11] variam em sua descrição dos vários reinos que são descritos como fazendo parte deste tópico. Os mais conhecidos são:

  • Valhala: (literalmente, "Salão dos Assassinados", isto é, "os Escolhidos"). Esta moradia celestial, de alguma forma semelhante aosCampos Elísios gregos, está reservado aos guerreiros valorosos que morreram heroicamente em batalha.
  • Helheim: (literalmente, "O Salão Coberto"). Esta moradia assemelha-se aoHades dareligião grega, com um local semelhante ao "Campo de Asfódelos",[12] onde as pessoas que não se destacaram, seja por boas ou más ações, podem esperar residir após a morte e onde se reúnem com seus entes queridos.
  • Niflheim: (literalmente, "O Escuro" ou "Hel Nevoento"). Este reino é grosso modo similar aoTártaro grego. Está situado num nível inferior ao do Helheim, e aqueles que quebram juramentos, raptam e estupram mulheres, e praticam outros atos vis, serão enviados para lá com outros do seu tipo, para sofrer punições severas.

Ver também

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Referências

  1. Carolina Nascimento.«Como a morte é vista em diferentes religiões e doutrinas?». Ensinoreligioso.seed.pr.gov.br 
  2. Décio iandoli Jr.«Sobre a lógica do materialismo». Movimentoespirita.org 
  3. abcAlexander Moreira-Almeida (2007).«É possível estudar cientificamente a sobrevivência após a morte?»(PDF). Consultado em 1 de abril de 2014. Arquivado dooriginal(pdf) em 29 de novembro de 2010 
  4. Alexandre de Carvalho Borges (14 de agosto de 2011).«Entrevista com Euvaldo Cabral Jr.: realidades invisíveis». Consultado em 1 de abril de 2014 
  5. Pablo Nogueira; Carol Castro (Outubro de 2011).Superinteressante, ed.«Ciência Espírita». Consultado em 1 de abril de 2014 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda)
  6. Vida após a morte, "Departamento de Comunicação da IASD", ano I, ed. 8
  7. Bard, Katheryn (1999).Encyclopedia of the Archaeology of Ancient Egypt (em inglês). [S.l.]: Routledge.ISBN 0-4151-8589-0 
  8. Zaratustra ou Zoroastro emUOL Educação. Acessado em17 de setembro de2008.
  9. «Zarathustra e sua Doutrina». Joselaerciodoegito.com.br 
  10. Brandão, Junito de Souza.«A vida após a morte na Grécia Antiga»."Mitologia Grega", Vol. II. Petrópolis: Vozes, 2004. Templodeapolo.net 
  11. «Runas, Religião e Sociedade Viking». Fornsed-brasil.org 
  12. «Hades». Restaurantezeus.com.br 

Ligações externas

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