The Whistleblower | |
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"Nada é mais perigoso que a verdade", diz o cartaz do filme, que destaca Rachel Weisz | |
![]() ![]() ![]() 2010 • cor • 112min | |
Gênero | filme de dramabiográfico suspense |
Direção | Larysa Kondracki |
Produção | Christina Piovesan Amy Kaufman Celine Rattray Benito Mueller Wolfgang Mueller |
Roteiro | Larysa Kondracki Eilis Kirwan |
Elenco | Rachel Weisz David Strathairn Nikolaj Lie Kaas Anna Anissimova Vanessa Redgrave Monica Bellucci Rayisa Kondracki Benedict Cumberbatch |
Cinematografia | Kieran McGuigan |
Edição | Julian Clarke |
Distribuição | Samuel Goldwyn Films |
Lançamento | ![]() ![]() ![]() |
Idioma | língua inglesa |
Receita | US$ 1,124,966[5] |
The Whistleblower é um filmecanado-teuto-estadunidense de2010, dos gênerossuspense edrama biográfico, dirigido porLarysa Kondracki, escrito por Kondracki eEilis Kirwan, estrelado porRachel Weisz.[6] Inspirado em fatos reais, o filme conta a história deKathryn Bolkovac, e estreou noFestival de Toronto.[7] Foidistribuído nos cinemas nosEstados Unidos porSamuel Goldwyn Films, em agosto de 2011.[8]
Kathryn Bolkovac (Rachel Weisz) é uma agente dapolícia deLincoln (Nebraska) que aceita um convite paratrabalhar com aPolícia Internacional das Nações Unidas naBósnia pós-guerra, em umaempresabritânica chamada Democra Segurança (umpseudônimo paraDynCorp Internacional).[9] Após atuar, com sucesso, durante ojulgamento de uma mulhermuçulmana que sofreviolência doméstica, Kathryn se torna chefe do departamento de questões degênero e trabalha no caso de Raya, uma jovemucraniana que havia sido vendida pelo marido de sua tia a umaquadrilha detraficantes de mulheres. Raya consegue escapar, e Kathryn a encaminha para um abrigo de mulheres especialmente criado para as vítimas daescravidão sexual. A partir do caso de Raya, Kathryn descobre uma grande quadrilha, que atua notráfico humano e naexploração sexual, da qual vários funcionários internacionais, inclusive dos EUA, participavam. Quando Kathryn leva oescândalo à atenção daONU, descobre que integrantes da própria organização encobriam essescrimes, a fim de proteger lucrativoscontratos de segurança e defesa. Em meio a tudo isso, Kathryn encontra aliados em Madeleine Rees (Vanessa Redgrave) e Peter Ward (David Strathairn), autoridades que apoiam sua investigação.
Mas Kathryn acaba sendo demitida de seu emprego por "saber demais" e por se recusar a interromper sua investigação. Enquanto isso, Raya é recapturada por seus exploradores e encontrada morta, o que estimula Kathryn a persistir em sua luta para trazer o escândalo à tona. Ela e Ward, afinal, obtêm evidências de um oficial, que admite o escândalo, e ela denuncia o caso àBBC. Nos créditos finais do filme, informa-se que, após a saída de Kathryn, várioscapacetes azuis foram mandados para a casa, embora nenhum tenha enfrentado acusações criminais em razão das leis deimunidade. É informado também que os EUA continuam a fazernegócios comempresas privadas (como Democra Segurança), envolvendo alguns bilhões de dólares, noIraque ocupado e noAfeganistão.
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