o planeamento e aprática cirúrgica em baixas em larga escala nocampo de batalha, bem como as considerações administrativas elogísticas de estabelecer e operarhospitais de campanha. Isto envolvehierarquias militares, especialmente a organização de sistemas estruturados de comando e administração médica que interagem e apoiam as unidades de combate.
a administração e a prática de cuidados de saúde a militares e aos seus dependentes em situação de paz. Isto poderá consistir em sistemas médicos que forneçam serviços de especialidades e subespecialidades correspondentes ao sector civil.
a pesquisa e desenvolvimento médico especialmente no que concerne aos problemas de interesse militar. Isto engloba todos os avanços saídos dos esforços de investigação dirigidos aos problemas encontrados pelas forças militares em campanha, incluindovacinas e medicamentos, evacuação médica eágua potável. Muitos desses avanços aplicaram-se posteriormente fora do âmbito militar.
O serviço de saúde em campanha é o sistema de tratamento dos militares na, ou perto da, zona de combate. A medicina tem feito grandes avanços em virtude dos procedimentos desenvolvidos para o tratamento de ferimentos em combate. Com o advento de tecnologias e procedimentos médicos avançados até os politraumatizados podem sobreviver nas guerras modernas.
Entre os mais notáveis avanços médicos feitos no campo de batalha estão:
Ao longo da história alguns nomes destacam-se por terem grandes contribuições para a saúde militar e para saúde publica como um todo. Alguns nomes são:
Florence Nightingale foi uma enfermeira britânica que durante aGuerra da Criméia foi responsável pela melhora das condições de cuidado de militares feridos, reduzindo as taxas de mortalidade de 42% para apenas 2%. Treinou uma geração de profissionais que revolucionou os cuidados em saúde na área militar e pública.[1]