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STS-57

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STS-57
Informações da missão
OperadoraNASA
Ônibus espacialEndeavour
AstronautasRonald Grabe
Brian Duffy
David Low
Nancy Sherlock
Peter Wisoff
Janice Voss
Base de lançamentoPlataforma 39B,Centro
Espacial John F. Kennedy
Lançamento21 de junho de1993
13h07minUTC
Cabo Canaveral,Flórida,
Estados Unidos
Aterrissagem1 de julho de1993
12h52min UTC
Centro Espacial John F.
Kennedy
,Cabo Canaveral,
Flórida,Estados Unidos
Órbitas155
Duração9 dias, 23 horas,
44 minutos, 54 segundos
Altitude orbital471 por 402 quilômetros
Inclinação orbital28,45 graus
Distância percorrida6 608 628 quilômetros
Imagem da tripulação
Wisoff, Duffy, Sherlock, Voss, Grabe e Low
Wisoff, Duffy, Sherlock, Voss, Grabe e Low
← STS-55
STS-51 →

STS-57 foi uma missão daNASA com o ônibus espacialEndeavour.[1][2][3]

Tripulação

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[1][2][3]

PosiçãoAstronauta
ComandanteEstados UnidosRonald Grabe
PilotoEstados UnidosBrian Duffy
Especialista de missão 1Estados UnidosNancy Sherlock
Especialista de missão 2Estados UnidosPeter Wisoff
Especialista de missão 3Estados UnidosJanice Voss
Especialista de cargaEstados UnidosDavid Low

Caminhadas no espaço

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Hora de acordar

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Principais fatos

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Durante o andamento do voo de oito dias, osastronautas conduziram com sucesso uma série de experimentos nas áreas dabiomedicina eciência dos materiais no interior do móduloSpacelab pressurizado. Dois astronautas participaram em umacaminhada no espaço e o European Retrievable Carrier (EURECA) foi recuperado pelo grupo e armazenado dentro do compartimento de carga doEndeavour. O EURECA foi lançado doônibus espacialAtlantis noverão de1992 é continha uma série de experimentos para estudar os efeitos a longo prazo da exposisão àmicrogravidade.

Um conector elétrico instalado inapropriadamente noShuttle Remote Manipulator System (SRMS) do Endeavour (instalado 180 graus fora de sua posição correta) impediu que o Eureca recarregasse suas baterias com a potência orbital. Uma regra de voo requerendo a armazenagem da antena foi enviada a o EURECA foi abaixado no compartimento de carga sem soltar sua antena. Os especialistas da missãoDavid Low ePeter Wisoff seguraram com segurança as duas antenas do EURECA contra um satélite científico durante a caminhada no espaço realizada nasexta-feira. David Low estava posicionado com seus pés presos no final dobraço robótico da Endeavour enquantoNancy Sherlock posicionava o braço de modo que Low pudesse gentilmente empurrar os braço contra os mecanismos de trava do EURECA. Os controladores de carga então controlaram as travas para fixar cada antena. Esta caminhada no espaço com duração decincohoras e 50minutos completou o objetivo primário da missão STS-57 de recuperar os satélite científico EURECA. Posteriormente, Low e Wisoff realizaram manobras em umaatividade extraveicular (EVA) de menor duração buscando testar detalhadamente o braço robótico. Atividades relacionadas com amanipulação demassas, alinhamento fino de massas e altotorque foram completadas com ambos os membros da EVA alternando-se em turnos no braço robótico. Low e Wisoff vestiram seus trajes e retornaram à sala pressurizada do Endeavour pouco antes das 3:00 p.m..

Durante o resto da missão, o grupo trabalhou em experimentos no módulo Spacehab no compartimento inferior doônibus espacial. Estes experimentos incluíam o estudo da postura corporal, do ambiente da nave, crescimento decristais,ligas metálicas, reciclagem deágua e comportamento defluidos. Junto com os experimentos estava um conjunto de ferramentas de manutenção que poderia ser utilizado naestação espacial Freedom. A parte de utilização dos equipamentos dediagnóstico do experimento Sistema de Ferramentas e Diagnóstico foi realizada por Sherlock. Utilizando instrumentos eletrônicos de teste incluindo umosciloscópio e ummultímetro, Sherlock conduziu testes em uma placa decircuito impresso e se comunicou com os controladores em terra através de mensagens por computador a respeito dos procedimentos de reparo sugeridos e seus resultados.

Além disso,Brian Duffy ePeter Wisoff realizaram experimentos em transferência defluidos sob condições demicrogravidade sem criar bolhas no fluido. O experimento, chamado de Experimento de Aquisição e Ressuprimento de Fluidos, ou FARE, estudou filtros e processos que podem levar a métodos de reabastecimento denaves eórbita, através da transferência de água entre dois tanque com dois pés de diâmetro no compartimento mediano doEndeavour, pela qual osengenheiros podem avaliar como os fluidos se comportam enquanto os jatos de manobra do ônibus espacial são disparados para pequenas manobras.Janice Voss trabalhou no Liquid Encapsulated Melt Zone, ou LEMZ, em experimento que utiliza um processo chamado decrescimento de cristal na zona de flutuação. As condições de baixagravidade permitem que grandes cristais cresçam no espaço.

Ron Grabe, Brian Duffy e Janice Voss participaram no estudo da Posição Corporal Neutra.Cirurgiões de voo notaram nos voos anteriores que a postura básica do corpo se modifica sob microgravidade. Esta mudança na postura, algumas vezes chamada de "abaixamento sob gravidade zero", é uma adição ao esticamento de uma ou duaspolegada que ocorre naespinha dorsal durante missões espacial. Para melhor documentar este fenômeno através da duração de uma missão espacial, fotos e vídeos dos membros do grupo em posição relaxada foram realizados no começo e no final da missão. Os pesquisadores incluirão os resultados deste teste nas especificações para projeto de naves espaciais para tornar as estações de trabalho e as áreas de convivência mais eficientes e confortáveis para osastronautas.

Em28 de Junho,1993, Sherlock realizou um trabalhohidráulico no Experimento de Sistemas de Controle Ambientais em Voo, um estudo de um equipamento de purificação de água já utilizada que pode vir a ser utilizado em uma futuranave espacial. O EFE utiliza uma mistura deágua eiodeto de potássio para simularágua contaminada. A solução é bombeada através de uma série defiltros para sua purificação. Durante o voo, as pessoas que realizaram o experimento observaram umfluxo reduzido de água e optaram por realizar o procedimento de manutenção. Sherlock afrouxou uma trava em um condutor de água dentro do experimento, enrolou a trava frouxa com um tecido absorvente e, utilizando umcomputadorlaptop a bordo, ativou a bomba do experimento em rotação contrária por cerca de 20minutos em uma tentativa de remover a obstrução. Sherlock então apertou novamente a trava e colocou o experimento de volta em sua operação normal para os pesquisadores em terra, que analisaram por cerca de umahora se a obstrução havia sido removida.

Referências

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  1. abcdeMark Wade.«STS-57». Encyclopedia Astronautica. Consultado em 28 de julho de 2019 
  2. abcdeJoachim Becker e Heinz Janssen (1 de janeiro de 2019).«STS-57». SPACEFACTS. Consultado em 28 de julho de 2019 
  3. abcde«STS-57». NASA. Consultado em 28 de julho de 2019 

Ligações externas

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OCommons possui imagens e outros ficheiros sobreSTS-57

Precedido por
STS-55
Programa de Ônibus espaciais
1981 -2011
Sucedido por
STS-51
Precedido por
STS-55
Voos tripulados
Sucedido por
Soyuz TM-17
Realizadas
Década de 1980
Década de 1990
Década de 2000
Década de 2010
Canceladas
Orbitadores
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