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Partido Baath (Síria)

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Esta páginacita fontes, mas quenão cobrem todo o conteúdo. Ajude ainserir referências (Encontre fontes:Google (N • L • A • I • WP refs)  • ABW  • CAPES).(maio de 2021)
Partido nacionalista Árabe Baath da Síria
حزب البعث العربي الاشتراكي
LíderBashar al-Assad
Vice-presidenteIbrahim al-Hadid
Fundação7 de abril de1947
Banido29 de janeiro de2025
SedeDamasco,Síria
IdeologiaNeo-Baathismo
Assadismo
Socialismo árabe
Militarismo
Pan-arabismo
Nacionalismo árabe
Nacionalismo sírio
Secularismo
Antissionismo
Anti-imperialismo
Patriotismo socialista
Nacionalismo de esquerda
Espectro políticoExtrema-esquerda(historicamente)[1]
Ala de estudantesUnião Nacional de Estudantes Vanguardas Ba'ath
Ala de juventudeUnião da Juventude Revolucionária
Ala paramilitarBrigadas Baath (2012-2018)
Membros1 200 000 (2010)
Afiliação nacionalFrente Progressista Nacional
Ala militarBrigadas Baath
CoresPreto,Verde,Branco eVermelho
SloganUnidade, Liberdade e Socialismo

OPartido Socialista Árabe Baath da Síria (emárabe:حزب البعث العربي الاشتراكي,translit. Hizb Al-Ba'ath Al-'Arabi Al-Ishtiraki), também escritoBa'ath, "ressurreição" ou "renascimento", foi umpartido políticoneo-baathista com sede emDamasco, naSíria, para opan-arabismo esocialismo, quegovernou a Síria por cinquenta anos.[2][3] Tinha filiais em todo omundo árabe. Seu lema é "Unidade, Liberdade e Socialismo".[4]

AFilial Regional Síria governou a Síria continuamente desde agolpe de Estado de 1963, que trouxe os baathistas ao poder, até àqueda do regime, a 8 de dezembro de 2024.[5] Desde sua ascensão ao poder em 1963, osoficiais neobaathistas procederam eliminando as elites civis tradicionais para construir umaditadura militar operando em linhastotalitárias;[6][7] em que todas as agências estatais, organizações partidárias, instituições públicas, entidades civis,mídia e infraestrutura de saúde são fortemente dominadas peloestablishment doexército e peloMukhabarat, o serviço de inteligência.[8][9]

O Partido Baath da Síria surgiu de uma cisão interna noPartido Baath original em fevereiro de 1966, entre entre a velha guarda do partido, representada porMichel Aflaq,Salah ad-Din al-Bitar eMunif al-Razzaz, e as facções mais jovens que aderiram a uma posição neo-baathista, liderados porSalah Jadid eHafez al-Assad, que resultou em umgolpe de estado na Síria. Os antigos membros desertaram para oIraque, e oPartido Baath iraquiano, que se separou da matriz síria.[10]

De 1970 até 2000, o partido foi chefiado pelo presidente sírioHafez al-Assad e a partir de 2000, a liderança seria partilhada entre seu filhoBashar al-Assad[11] (chefe da organização regional da Síria) eAbdullah al-Ahmar (chefe da organização nacional pan-árabe). O regime baathista foideposto na Síria após mais de uma década deguerra civil e o colapso do governo deBashar al-Assad.[12] Foi formalmente extinto em23 de janeiro de2025.

Organização

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O regime baathista sírio foi criado por e paraHafez al-Assad, e ele não era apenas a âncora paraidentificação nacional, mas também a única fonte e foco depoder real. O presidente controla todos os pilares do poder: ele era o secretário-geral do Partido Ba'th (que controla oparlamento),comandante-em-chefe dasforças armadas e aautoridade de todos osserviços de inteligência.[13] Seu poder informal ia ainda mais longe.[13]

Os modelos para o regime de Asad foram os regimescomunistasautocráticos daEuropa Oriental, particularmente o regime deCeausescu naRomênia.[13] Tendo sistemas análogos tal como o controle centralizado do líder, aterminologia do culto à personalidade, o papel marginal do partido que estava ostensivamente no poder e o papel dominante da família no regime, criando um senso demonarquia. De acordo com o próprio Hafez al-Assad, ele também foi influenciado peloregime norte-coreano deKim Il-sung.[13]

Oexército sírio era um dos principais pilares do regime. Suas funções sob o regime Ba’th incluíam não apenas a defesa do país diante de ameaças externas - israelenses, turcas e, até certo ponto, iraquianas - mas também deveres domésticos decontraterrorismo e coleta deinteligência sobre potencialsubversão.[14]

Resultados eleitorais

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Eleições presidenciais

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DataCandidato

apoiado

CI.Votos%
1971Hafez al-Assad1.º1 919 609
99,2 / 100,0
1978Hafez al-Assad1.º3 975 729
99,9 / 100,0
1985Hafez al-Assad1.º6 200 428
100,0 / 100,0
1991Hafez al-Assad1.º6 726 843
100,0 / 100,0
1999Hafez al-Assad1.º8 960 011
100,0 / 100,0
2000Bashar al-Assad1.º8 689 871
99,7 / 100,0
2007Bashar al-Assad1.º11 199 445
99,8 / 100,0
2014Bashar al-Assad1.º10 319 723
88,7 / 100,0

Eleições legislativas

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DataCI.Votos%Deputados+/-Status
19542.ºN/D
15,0 / 100,0
22 / 142
Oposição
19613.ºN/DN/D
20 / 172
Baixa2Oposição
De 1961 a 1973 não se realizaram eleições
19731.ºN/DN/D
122 / 186
Governo
19771.ºN/DN/D
125 / 195
Aumento3Governo
19811.ºN/DN/D
127 / 195
Aumento2Governo
19861.ºN/DN/D
130 / 195
Aumento3Governo
19901.ºN/DN/D
134 / 250
Aumento4Governo
19941.ºN/DN/D
135 / 250
Aumento1Governo
19981.ºN/DN/D
135 / 250
EstávelGoverno
2003Frente Progressista Nacional
135 / 250
EstávelGoverno
2007
134 / 250
Baixa1Governo
2012
134 / 250
EstávelGoverno
2016
172 / 250
Aumento38Governo[15]

Partidos ligados

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PaísPartidoStatus
 IraquePartido Socialista Árabe BaathBanido
 IêmenPartido Socialista Árabe BaathOposição
JordâniaPartido Árabe Progressista BaathExtra-parlamentar
LíbanoPartido Socialista Árabe BaathOposição
 MauritâniaPartido BaathExtra-parlamentar
 PalestinaAs-Sa'iqaExtra-parlamentar
SudãoPartido Socialista Árabe BaathExtra-parlamentar

Ver também

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Referências

  1. Cavoški, Jovan (2022).Non-Aligned Movement Summits: A History. UK: Bloomsburry. p. 101.ISBN 978-1-3500-3209-5 
  2. Farhat, José.«A Formação dos Atuais Estados Árabes no Oriente Médio: Síria»(PDF). Instituto da Cultura Árabe.O Oriente Médio Árabe: passado recente e configurações atuais: 3 
  3. Rouleau, Eric (1 de maio de 2006).«A demonização a Síria».Le Monde Diplomatique. Consultado em 6 de janeiro de 2025 
  4. De Farias, Victor Cecchini (2021).«O "Nacionalismo Popular" do Partido Baath»(PDF).31º Simpósio Nacional de História: 1-2. Consultado em 6 de janeiro de 2025 
  5. Redação (25 de junho de 2012).«Profile: Syria's ruling Baath Party».BBC News (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2025 
  6. Wieland, Carsten (2021). «Chapter 6: De-neutralizing Aid: All Roads Lead to Damascus».Syria and the Neutrality Trap: The Dilemmas of Delivering Humanitarian Aid through Violent Regimes (em inglês). Londres: Bloomsbury Publishing. p. 68.ISBN 978-0755641406.OCLC 1244629469 
  7. Meininghaus, Esther (2016). «Introduction».Creating Consent in Ba'thist Syria: Women and Welfare in a Totalitarian State (em inglês). Londres: I.B. Tauris. p. 1–33.ISBN 978-1350985919.OCLC 952665632 
  8. Keegan, John (1979). «Syria».World Armies (em inglês). Londres: Macmillan. p. 683–684.ISBN 978-0333172360.OCLC 5874355 
  9. Bar, Shmuel (dezembro de 2006).«Bashar's Syria: The Regime and its Strategic Worldview»(PDF).Comparative Strategy (em inglês).25 (5): 353–445.ISSN 0149-5933.doi:10.1080/01495930601105412. Consultado em 8 de janeiro de 2025. Arquivado dooriginal(PDF) em 23 de julho de 2011 
  10. Imady, Omar; Commins, David; Lesch, David W. (2021).Historical Dictionary of Syria. Col: Historical Dictionaries of Asia, Oceania, and the Middle East (em inglês) 4ª ed. Blue Ridge Summit, Pensilvânia: Rowman & Littlefield. p. 105.ISBN 978-1538122860.OCLC 1231607679 
  11. Kahn, Gabe (21 de março de 2011).«Bloody Syrian Protests Continue».Arutz Sheva (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2025 
  12. Redação (8 de dezembro de 2024).«Photos: Celebrations in Damascus as opposition declares end of Assad rule».Al Jazeera (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2025 
  13. abcdBar, Shmuel (dezembro de 2006).«Bashar's Syria: The Regime and its Strategic Worldview»(PDF).Comparative Strategy (em inglês).25 (5). 354 páginas.ISSN 0149-5933.doi:10.1080/01495930601105412. Consultado em 8 de janeiro de 2025. Arquivado dooriginal(PDF) em 23 de julho de 2011 
  14. Bar, Shmuel (dezembro de 2006).«Bashar's Syria: The Regime and its Strategic Worldview»(PDF).Comparative Strategy (em inglês).25 (5). 356 páginas.ISSN 0149-5933.doi:10.1080/01495930601105412. Consultado em 8 de janeiro de 2025. Arquivado dooriginal(PDF) em 23 de julho de 2011 
  15. Rania Abouzeid, “The youth of Syria: the rebels are on pause,” Time, March 6, 2011; Rania Abouzeid, “Sitting pretty in Syria: Why few go backing Bashar,” Time, March 6, 2011; Rania Abouzeid,“Syria’s Friday of dignity becomes a day of death,” Time, March 25, 2011 Rania Abouzeid, “Sitting pretty in Syria: Why few go backing Bashar,” Time, March 6, 2011
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