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Esse processo de criação se dá, devido à capacidade de ampliação que oléxico de uma língua natural possui, assim como aLíngua Portuguesa. Em vista disso, compreendemos que, como o mundo, uma língua natural está em constante transformação e, o neologismo, pode ser considerado umfenômeno enriquecedor atribuído ao léxico de uma língua e aovocabulário dos falantes.
Pode também referir o termo "neologismo"[1] a uma novadoutrina no campo daTeologia que procura esclarecer o significado e significante das expressões presentes nas traduçõesbíblicas.
Morfologicamente, o termoNeologismo é composto por duas palavras:neo-, vindo do prefixoνεο- dogrego antigo, "novo", eλόγος, que significa "palavra", adicionando-se o sufixo-ismo.[2]
Fundamentado em Alves (1994), Batista (2011, p.63) destaca que há quatro tipos de neologismo criado na Língua Portuguesa:
neologismo fonológico - pode ser exemplificado pela mudança da palavraturma paratchurma;
neologismo sintático - reflete na ação de sufixação tomando uma palavra já existente como base, a exemplo:infelizmente, nesse caso a palavrafeliz foi usada como base, sofrendo acréscimo doprefixoin e dosufixomente; '
neologismo semântico - se refere aosignificado atribuído. Esse tipo de neologismo pode ser exemplificado pela abreviaçãox9, uma expressão comumente utilizada para denominaraquele que é fofoqueiro;
neologismo por empréstimo - no caso, seria a presença deestrangeirismo na língua, como o uso da palavradeletar, popularmente aceita pelos falantes brasileiros.
Portanto, "neologismo" é um fenômeno linguístico que consiste na criação de uma palavra ou expressão nova.
↑Batista, Ronaldo de Oliveira (2011).A palavra e a sentença: estudo introdutório. São Paulo - SP: Parábola Editorial. 63 páginas|acessodata= requer|url= (ajuda)
↑Dicionário Morfológico da Língua Portuguesa, por Evaldo Heckler, Sevaldo Back e Egon Ricardo Massing - São Leopoldo, UNISINOS, 1984. 5v
↑Azevedo, Maria Luísa Seabra Marques de (2005).Toponímia moçárabe no antigo Condado Conimbricense. Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. pp. 162–163|acessodata= requer|url= (ajuda)