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Movimentos de mulheres indígenas no Brasil

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O conjunto dosmovimentos de mulheres indígenas no Brasil é uma articulação nacional demovimentos sociais compostos pormulheres integrantes depovos originários doterritório brasileiro. Tais grupos atuam de forma organizada nos âmbitoslocal eregional desde adécada de 1970, todavia a movimentaçãonacional tornou-se mais expressiva desde adécada de 2010.[1][2][3] São compostos por mulheres de quase duas centenas deetnias indígenas unificadas pela luta em defesa de seusterritórios eculturasancentrais, em prol dapreservação danatureza, em torno de reivindicações dosdireitos das mulheres e, ainda, por pautas alinhadas a ideaisanticoloniais eanticapitalistas.[4][5]

Apesar de uma maior visibilidade notempo presente, asmulheres indígenas se movimentam em defesa de suas culturas e territórios desde oséculo XVI.[6][7]

História

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Ver artigo principal:Movimento indígena no Brasil
Tuíre Kayapó protesta contra a construção daUsina Belo Monte emAltamira durante o 1º Encontro de Povos Indígenas do Xingu em 1989

A organização nacional dos movimentos de mulheres indígenas está inserida em um contexto mais amplo de mobilização das populações originárias do Brasil em luta por seus direitos.[2] Estes povos mobilizaram-se em defesa de suas culturas desde o início dacolonização do Brasil.[8]

Ao longo de toda ahistória das mulheres indígenas, existe um número expressivo de episódios e processos deprotagonismo histórico, resistênciaanticolonial e luta pordireitos.[6][7]

Desde a década de 1970, os movimentos indígenas organizam sua atuação política formalmente por meio deassembleias e articulaçõesregionais, tanto em termos gerais (enquanto povos indígenas), quanto em espaços exclusivos de mulheres.[9]

A organização nacional dos povos indígenas existe, pelo menos, desde a década de 1980;[9] a articulação nacional específica das mulheres indígenas é mais recente, cujo amploengajamento e relativa repercussãomidiática são fenômenos característico dadécada de 2010.[1]

Século XX

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Os povos indígenas tiveram notória atuação naConstituinte brasileira, de 1987, por meio da elaboração do capítulo sobre osdireitos indígenas.[10]

Em torno disto, ocorreram episódios emblemáticos da história dosmovimentos indígenas, como o o discurso deAilton Krenak noCongresso Nacional, em1987;[11] e o protesto deTuíre Kayapó, contra a construção daUsina de Belo Monte, em1989.[12]

Ainda na década de 1980, dois grupos importantes despontaram: a Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas, fundada porEliane Potiguara;[13] e o Conselho Nacional de Mulheres Indígenas (CONAMI), criado no ano de 1985.[2][14]

Século XXI

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1ª Marcha das Mulheres Indígenas

Nas primeiras duas décadas do terceiro milênio, os movimentos de mulheres indígenas no Brasil atingiram alguns marcos importantes:

  • 2005 - Fundação daArticulação dos Povos Indígenas do Brasil durante oAcampamento Terra Livre daquele ano com o objetivo de fortalecer a união dos povos indígenas das diferentes regiões e organizações do país, bem como, mobilizar estes grupos e sujeitos contra as ameaças de violências e em prol de seus direitos.[15]
  • 2017 - Expressiva participação feminina no Acampamento Terra Livre. Cerca de mil mulheres indígenas se reuniram em uma grande plenária para discutir a saúde da mulher indígena e a articulação nacional da luta das mulheres indígenas.[3][16]
  • 2019 - Mais de 3 mil mulheres indígenas estiveram presentes na 1ª Marcha das Mulheres Indígenas no dia 13 de agosto de 2019.[17] Com o tema "Território: nosso corpo, nosso espírito" o evento foi um dia histórico para a luta das mulheres indígenas.[18] No dia seguinte a esta marcha, elas se somaram à tradicionalMarcha das Margaridas.[19][20]
  • 2020 - Por conta dapandemia de COVID-19, as mulheres indígenas organizaram-se em uma assembleia virtual nos dias 8 e 9 de agosto de 2020. Sob o tema “O sagrado da existência e a cura da terra”,[21] deram continuidade à afirmação da relação íntima entre "corpo-território"[22] lançando pela primeira vez a ideia de "Cura da Terra" que posteriormente foi adotada com tema central do 1º Encontro Global das Mulheres Indígenas, ocorrido no dia 5 de setembro do mesmo ano.[23]
  • 2021 - A 2ª Marcha das Mulheres Indígenas ocorreu no dia 10 de setembro de 2021, sob o tema " na ocasião da votação doMarco Temporal.[24][25][26]

É expressivo o número de mulheres indígenas que adentraram asuniversidades nestas primeiras duas décadas do século XXI. Muitas ativistas sãoadvogadas,médicas,cientistas epós-graduadas.[27][28] Além disso, osconhecimentos tradicionais dos povos indígenas sempre estiveram representados pelascacicas,pajés,parteiras,mães emilitantes indígenas das diferentes organizações.

Em menor medida, mulheres indígenas adetraram também apolítica eleitoral brasileira, vide o exemplo deJoênia Wapichana, primeira mulher indígena eleitadeputada federal no Brasil ouNara Baré, a primeira mulher a assumir a liderança daCoordenação Executiva das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab).[29]

Organizações

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Em fevereiro de 2020, oInstituto Socioambiental mapeou 92 organizações de mulheres indígenas, presentes em 21 estados do Brasil. Tais organizações articulam-se nos âmbitos nacional, regional e local. A maioria destas são das regiõesNorte eCentro-Oeste do país, sendoAmazonas,Mato Grosso,Pará eMato Grosso do Sul os estados com um maior número de organizações.[1] Dentre elas:

Nacional

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  • ANMIGA - Articulação Nacional de Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade.

Regionais

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Locais

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  • Associação das Guerreiras Indígenas deRondônia.[30]
  • Kunague Aty Guasu e Associação de Mulheres Indígenas Terena Urbana -Mato Grosso do Sul.
  • Associação de Yumurikumã das Mulheres Xinguanas -Mato Grosso
  • Associação de Mulheres Indígenas daBahia.
  • Articulação de Mulheres Indígenas doMaranhão.
  • Conselho de Mulheres Indígenas Potiguara daParaíba.

Atuação política e cultural

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Autorrepresentação digital

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"Mas a gente vê até hoje que as mulheres indígenas continuam invisibilizadas. Quando olhamos os números, da parte acadêmica e científica, as mulheres indígenas não aparecem. Nós estamos onde, em que porcentagem? Não ter referência da palavra indígena faz diferença, tem que ter. Se não tiver a menção à palavra [das] mulheres indígenas, nós não somos convidadas"

Nara Baré em entrevista[29]

Osatos políticos edocumentos históricos dos movimentos de mulheres indígenas sofrem uma invisibilização dupla: midiática e acadêmica.[31] A escassa representatividade das mulheres indígenas nessas instâncias reverbera em outros âmbitos de transmissão de informação.[32] Essa escassez é criticada pelas próprias mulheres indígenas, que se movimentam para mudar esta realidade.[29]

Uma característica dos movimentos de mulheres indígenas do tempo presente é a capacidade de autorrepresentação;[4] isto é, em termos tanto de umarepresentatividade política ou açõesautônomas, quanto de produção de conhecimento e cobertura dos eventos e fatos sobre si mesmas, principalmente por meio dainternet e demídias independentes.[13]

As mulheres indígenas têm rompido com os discursos que foram historicamente conferidos sobre elas nos livros e nas mídias tradicionais. Incentivadas pelomodus operandi daweb 2.0, elas têm se autorrepresentado por meios digitais.[4][13][32]

Conceitos político-teóricos

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A cura da Terra

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Ocorrido em 5 de setembro de 2020 (Dia Internacional das Mulheres Indígenas eDia Internacional da Amazônia), o 1º Encontro Global de Mulheres Indígenas teve como tema "A cura da Terra". Tal conceito foi fundamentado por ummanifesto político, lançando na ocasião. Nele, afirmou-se o papel central das mulheres indígenas na construção de um futuro melhor, não apenas para suascomunidades étnicas, mas para toda a humanidade. Provenientes de várias etnias, destacaram sua diversidade e unificaram-se em seu protagonismo histórico, como agentes da cura das enfermidades da Terra.[4][33]

"A Mãe Terra está doente, nossos povos também. Estes são tempos depandemia eemergência climática,ecocídio egenocídio. Hoje vivemos as consequências de um modelo econômico, social e espiritual que infectou nossos territórios e corpos. Um vírus que coloca o dinheiro acima da vida."

Trecho do manifesto[33]

Diante doincêndio,desmatamento e destruição dosbiomas de seus territórios pela exploração econômica docapitalismo, as mulheres indígenas alçaram a voz (em suaslínguas nativas) para a defesa dasflorestas,lagos,montanhas,planícies,desertos emares. Diante dapandemia de COVID-19 (que assim como as doenças dos tempos coloniais, assolou especialmente as populações nativas)[21] apontaram para a necessidade e importância da cura.[4]

Dentro deste pensamento, a cura deve ser entendida como um processo não apenas sobre os corpos humanos, mas também dosterritórios nativos.[22] Para tanto, conclamaram a união das populações não-indígenas e indígenas por acreditarem que o futuro do planeta e dahumanidade seja umbem coletivo, independentemente de recorte degênero ouetnia.[23]

O Encontro Global de Mulheres Indígenas

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Célia Xakriabá (esq.) e Sônia Guajajara (dir.), lideranças indígenas participantes do evento

Mulheres líderes indígenas de 116etnias e 37 países diferentes reuniram em um círculo de conversas, via internet, que buscou refletir sobre temas como aemergência climática, oecocídio e ogenocídio depovos nativos ao redor do mundo. Além disso, objetivou inserir as vozes das mulheres indígenas nos debates sobre os desafios dapandemia de COVID-19 e dacrise climática mundial.[4] Contou com a participação de diversas lideranças, entre elas:

O evento foi promovido pelaArticulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e pelaRed Latinoamericana de Feminismos (ELLA), uma articulação transnacional de mulheres latino-americanas. Contou com a cobertura daMídia Índia.[34]

Referências

  1. abcInstituto Socioambiental, Programa de Monitoramento de Áreas Protegidas (5 de agosto de 2020).«Organizações de Mulheres Indígenas no Brasil: resistência e protagonismo».ISA - Instituto Socioambiental. Consultado em 10 de setembro de 2021 ; Veja-se também oMapa das Organizações de mulheres indígenas do Brasil.
  2. abcMatos, Maria Helena Ortolan. (2012)"Mulheres no movimento indígena: do espaço de complementariedade ao lugar da especificidade." In: Ângela Sacchi & Márcia Maria Gramkow (Orgs.).Gênero e povos indígenas. Coletânea de textos produzidos para o "Fazendo Gênero 9" e para a "27a Reunião Brasileira de Antropologia". - Rio de Janeiro, Brasília: Museu do Índio/ GIZ / FUNAI, pp. 140-169.
  3. abDutra, Juliana Cabral & Mayorga, Claudia (2019).Mulheres Indígenas em Movimentos: Possíveis Articulações entre Gênero e Política. Revista Psicologia: Ciência e Profissão 2019 v. 39 (n.spe), e221693, pp. 113-129. Consultado em 05 de abril de 2021.
  4. abcdefInácio de Oliveira, A. (2021). "As representações do protagonismo indígena feminino na longa duração: das crônicas quinhentistas aos manifestos de cura da Terra".Anais do 31º Simpósio Nacional de História: História, verdade e tecnologia (Simpósio temático Povos Indígenas, Gênero e Violências: histórias marginais).
  5. de Sousa Lima, Samanta. (2021).Racismo Ambiental e as comunidades indígenas: uma visão decolonial e histórica da luta indígena na atualidade. Trabalho de Conclusão de Curso, publicado em:RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218,1(1), e25282.
  6. abGarcia, Elisa Frühauf. 2020. "As mulheres indígenas na formação do Brasil: Historiografia, agências nativas e símbolos nacionais". In: Georgina Santos & Elisa Garcia (Orgs.)Mulheres do mundo Atlântico: gênero e condição feminina da época moderna à contemporaneidade. Belo Horizonte: Fino Traço.
  7. abSampaio, Paula Faustino. 2020. "Por uma história decolonial das mulheres indígenas". In: Natividad Gutiérrez & Losandro Antonio Tedeschi (Org.).Fronteras de género, subjetividades e interculturalidad. Ciudad de México: Universidad Nacional Autónoma de México, Instituto de Investigaciones Sociales; [Brasil] : Universidade Federal Da Grande Dourados. ISBN 9786599049705
  8. Almeida, Maria Regina Celestino de (2017).«A atuação dos indígenas na História do Brasil: revisões historiográficas». Revista Brasileira de História. Consultado em 2 de abril de 2021 
  9. ab«Movimento e organizações indígenas no Brasil».Conselho Indigenista Missionário. 14 de julho de 2008. Consultado em 2 de abril de 2021 
  10. Cunha, Manuela Carneiro da (2018).Índios na Constituição.Novos estudos CEBRAP, v. 37, p. 429-443.
  11. Krenak, Ailton (2019).Discurso de Ailton Krenak, em 04/09/1987, na Assembleia Constituinte, Brasília, Brasil.GIS-Gesto, Imagem e Som-Revista de Antropologia,4(1), 421-422. Consultado em 10 de setembro de 2021.
  12. Martinho, Cássio (1 de Janeiro de 2019).«Tuíra, a imagem». Revista Tuíra. Consultado em 2 de abril de 2021 
  13. abcFerreira, Gláucia Cristina (2015).Mulheres indígenas nos blogs: discursos e identidades. Dissertação de Mestrado - Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), p. 65. Consultado em 05 de abril de 2021.
  14. Fonseca, Lívia Gimenes Dias da. (2016).Despatriarcalizar e decolonizar o estado brasileiro: um olhar pelas políticas públicas para mulheres indígenas. Tese de doutorado - Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de Brasília, p. 135. Consultado em 05 de abril de 2021.
  15. Articulação de Povos Indígenas do Brasil (s.d.).«APIB - Quem Somos». Consultado em 10 de setembro de 2021 
  16. Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (26 de abril de 2017).«Mulheres indígenas: a força do 14º Acampamento Terra Livre». Consultado em 2 de abril de 2021 
  17. Lessa, Luma; Alves, Matheus (13 de agosto de 2019).«Brasília é colorida de urucum por 3 mil mulheres indígenas em protesto pelos seus direitos». Cobertura Colaborativa da Marcha das Mulheres Indígenas. Consultado em 2 de abril de 2021 
  18. I Marcha das mulheres indígenas (15 de agosto de 2019).«Documento final Marcha das Mulheres Indígenas: "Território: nosso corpo, nosso espírito"». Consultado em 2 de abril de 2021 
  19. Assessoria de Comunicação do Cimi (14 de agosto de 2019).«Marcha das Margaridas: cem mil mulheres param Brasília em luta por direitos».Conselho Indigenista Missionário. Consultado em 2 de abril de 2021 
  20. Almeida, Gabriela Maria Farias Falcão de. (2019).Agosto feminista em Brasília: Margaridas, indígenas e parlamentares afirmando direitos de mulheres. Revista O Público e o Privado, n. 34, jul/dez de 2019�, p. 290. Consultado em 05 de abril de 2021.
  21. abTiriba, Lia, Rodrigues, Maria Cristina Paulo, & Antunes, José Luiz Cordeiro (2020).Pandemias, Pandemônios e lutas entre capital e trabalho na Amazônia.Revista Trabalho Necessário, 18(37), p. 3. Consultado em 05 de abril de 2021.
  22. abSchubert, A. M. P., Kayapo, A. N. L., & Ulrich, C. B. (2020).Mulheres indígenas-indígenas Mulheres: Corpos-territórios-devastados-interditados.Revista do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo,4(7). Consultado em 05 de abril de 2021.
  23. abPereira, Joselaine Raquel da Silva (2020).Mulheres da Terra: Um panorama antropológico sobre as diversidades de relações e conexões entre a terra e as mulheres em Abya Yala. Trabalho de Conclusão de Curso de Bacharel em Antropologia - Instituto Latino-americano de Arte, Cultura e História da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Consultado em 05 de abril de 2021.
  24. «Mulheres indígenas iniciam marcha por direitos em Brasília».G1. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  25. «Mulheres indígenas fazem ato em Brasília por mais direitos e contra 'marco temporal'».G1. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  26. «Mulheres indígenas denunciam na Câmara violações contra seus territórios e seus corpos - Notícias».Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  27. Faustino, Rosângela Célia; Maria Simone Jacomini Novak & Isabel Cristina Rodrigues. (2020)."O acesso de mulheres indígenas à universidade: trajetórias de lutas, estudos e conquistas."Revista Tempo e Argumento 12.29 (2020): 01-30.
  28. Alves, Lidiane da Conceição. (2019).Mulheres indígenas na pós-graduação: trajetórias e r-existências. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social)—Universidade de Brasília, Brasília.
  29. abcEuler, A. M. C.; Faulhaber, A.; Moreira, C. (2020).«Mulheres à frente: caminhos para a visibilidade da agenda indígena no Brasil.». Consultado em 10 de setembro de 2021 
  30. «Mulheres de 56 etnias se unem para lutar pelo protagonismo feminino indígena em Rondônia».G1. Consultado em 10 de setembro de 2021 
  31. Sampaio, Paula Faustino (2015). "Silêncios e palavras na rede de significados sobre as mulheres indígenas no Brasil." XXVIII Simpósio Nacional de História: lugares dos historiadores, novos e velhos desafios, Florianópolis
  32. abSilva, Flávia Campos (2018).Mulheres indígenas e os espaços midiáticos: uma reflexão sobre silenciamento, memória e resistência.Revista Latinoamericana de Estudios del Discurso,18(2), pp. 23-41. Consultado em 05 de abril de 2021.
  33. abEncontro Global de Mulheres Indígenas (5 de setembro de 2020).«Manifesto: Cura da Terra». Consultado em 31 de março de 2021 
  34. HackeoCultural; Mídia Índia; APIB; ELLA (2020).«Website oficial do I Encontro Global de Mulheres Indígenas: A cura da Terra» 
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