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Movimento Democrático Brasileiro (1980)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Movimento Democrático Brasileiro
SiglaMDB
Número eleitoral15[1]
Líder
PresidenteBaleia Rossi[2]
Vice-presidentes
Secretário-geralHercílio Coelho Diniz[2]
Tesoureiro-geralMarcelo Castro[3]
Registro30 de junho de1981 (44 anos)[1]
SedeBrasília,DF
IdeologiaPartido pega-tudo[4]
Espectro políticoCentro[5][6][7]
Think tankFundação Ulysses Guimarães[8]
Ala de juventudeJuventude do MDB[9]
Ala femininaMDB Mulher[10]
Ala negraMDB Afro[11]
Ala LGBTMDB Diversidade[12]
AntecessorMDB (1966–1979)
FusãoIncorporou oPP
Membros (2026)2.027.655 filiados[13]
Governadores (2026)[14]
3 / 27
Prefeitos (2024)[15]
864 / 5 569
Senadores (2026)[16]
11 / 81
Deputados federais (2026)[17]
43 / 513
Deputados estaduais (2022)
95 / 1 024
Vereadores (2024)[18]
8 064 / 58 026
Parlamento do Mercosul (2025)[19]
3 / 138
Cores
Slogan"Ponto de Equilíbrio."
Página oficial
mdb.org.br
 Nota: Para o partido existente no período da ditadura militar, vejaMovimento Democrático Brasileiro (1966).

Movimento Democrático Brasileiro (MDB) é umpartido político brasileiro decentro criado em 1980 para dar continuidade[20] aopartido de mesmo nome que existia como oposição legal durante aditadura militar (1964-1985)[21][22][23]. É o partido com maior tempo em atividade da História da República, pois iniciou suas atividades em 1966, com o bipartidarismo, e deu sequência em 1980, a partir do multipartidarismo. Em 2025, o MDB lançou um novo programa partidário, reforçando sua posição ideológica de centro.[24][25][26]

Na sua refundação em 1980, foi obrigado a se rebatizar comoPartido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) devido à legislação que determinava o uso da expressão "Partido" no início de todas as legendas da época.[27][28] Em 2017, o partido excluiu o "P" e voltou a ser MDB, mesmo nome durante a ditadura.Em sua página oficial, o MDB define-se como partido de centro. Entretanto, é considerado por grande parte dos cientistas políticos como umpartido "guarda-chuva", pois seus dirigentes permitem alianças à direita e à esquerda.

Quando surgiu em 1980, chegou a ser definido como partido de "centro-esquerda" por Maria Kinzo[29], primeira acadêmica a publicar um trabalho robusto sobre a história da sigla em 1988.[30] Isso se deu conta, em especial por seu programa econômico chamado de Esperança e Mudança[31]. A partir daAssembleia Nacional Constituinte de 1988, o partido passou por transformações que geraram divisões e dissidências, como oPSDB. Durante o governoSarney, o MDB foi decisivo na criação doSUS e doIBAMA, mas fracassou na apresentação de planos econômicos, como oPlano Cruzado, de caráter intervencionista na economia. Entre os anos 1990 e 2000, o MDB passou por divisões internas entre alas com diferentes posicionamentos, expressos por suas lideranças majoritariamente estaduais. Em 2016, as alas se uniram em torno do governo Michel Temer, então presidente nacional do MDB, que adotou políticas de cunholiberal na economia, como as propostas doTeto de Gastos e daReforma Trabalhista, ambas muito criticadas pela esquerda.

Em janeiro de 2026, o partido possuía 2.027.655 filiados, sendo o maior do país.[13] Atualmente também é o partido com maisprefeitos evereadores.[18][32] Além de ter sido o partido dos ex-presidentes da repúblicaTancredo Neves,José Sarney eMichel Temer, ao longo da história, o MDB deu apoio aos ex-presidentesItamar Franco (que ficou sem partido durante a presidência de 1992-1994),[33]Fernando Henrique Cardoso (PSDB),Luiz Inácio Lula da Silva (PT) eDilma Rousseff (PT). Durante o mandato deJair Bolsonaro, o MDB apresentou alinhamento de 90% com a agenda do governo do presidente nas votações da Câmara (atéjunho de2022).[34] Atualmente faz parte da administração federal com a ocupação de três ministérios importantes.[35][36]

História

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Em 1979, o governo militar liderado pelo general João Figueiredo apresentou umprojeto de reforma partidária para fragilizar a oposição comandada pelo entãoMDB[37]. O principal objetivo da proposta era retomar o pluripartidarismo, a fim de dividir o MDB e dar outro nome à Arena, sigla do governo que estava com a imagem desgastada e acabou sendo refundada comoPDS. A iniciativa permitiu a criação de outros partidos de oposição ao regime militar (entre estes, oPT e oPDT), mas não autorizou a retomada de siglas vinculadas ao comunismo, como oPCdoB. Sob protestos de emedebistas, o projeto acabou aprovado pelo Congresso[30]. O MDB, então, teve de ser refundado com o uso do "P" na frente de MDB, em 15 de janeiro de 1980[3], porque anova lei determinou o uso da letra (inciso III, § 1º "Do nome constará obrigatoriamente a palavra partido com os qualificativos"). O registro foi deferido em30 de junho de1981. O MDB funcionou como PMDB até 2017, quando retomou seu nome de origem.

Ulysses Guimarães,Magalhães Teixeira eOrestes Quércia.

Há controvérsia acadêmica sobre se o PMDB seria o MDB com outro nome, ou se seria apenas um partido sucessor político desse. O fato é que a Lei dos partidos políticos de 1979 extinguiu MDB e ARENA,[38] . Por isso, o site doTSE aponta a fundação do PMDB como 1981, e não 1966. Lideranças do partido, entretanto, contam a história do partido a partir dos anos 1960. Em 2016, a sigla comemorou 50 anos de existência. Desde 2023, o partido tem divulgado queirá celebrar 60 anos de fundação, numa referência ao partido original criado em 24 de março de 1966. Isso também aconteceu em outras oportunidades.[39][40]Extinta aARENA, os governistas criam oPDS. Como amálgama do antigo quadro bipartidário,Tancredo Neves funda oPP e lideranças sindicaispaulistas constituem oPT, liderados porLuiz Inácio Lula da Silva. Por fim, a disputa pelo legado deGetúlio Vargas resulta na recriação doPTB liderado porIvete Vargas (sua sobrinha-neta) e pela fundação doPDT porLeonel Brizola, petebista histórico. O antigo MDB perdia então o monopólio das oposições.

Temeroso quanto a um novo avanço da oposição o governo adia as eleições municipais de 1980 por meio de uma emenda constitucional do deputadoAnísio de Souza e posteriormente implementa um pacote eleitoral que proíbe as coligações, institui asublegenda e o voto vinculado naseleições gerais de 1982, medidas que inviabilizaram o Partido Popular de Tancredo Neves e levaram suas lideranças a optarem pela incorporação ao PMDB com os dissidentes seguindo rumo ao PDS.

Eleições de 1982

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Em 15 de novembro de 1982, o partido elegeu nove governadores:Franco Montoro emSão Paulo eTancredo Neves emMinas Gerais e triunfou nos três estados daRegião Norte onde houve eleições (Gilberto Mestrinho noAmazonas,Jader Barbalho noPará eNabor Júnior noAcre), além de vencer comGerson Camata noEspírito Santo,José Richa noParaná,Iris Rezende emGoiás eWilson Martins emMato Grosso do Sul. Apurados os votos, ficou estabelecida a polarização entre o PDS e o PMDB, embora oPDT tenha conquistado o governo doRio de Janeiro comLeonel Brizola.

Pedro Ivo Campos eUlysses Guimarães.

Mesmo entrevado pelos casuísmos do voto vinculado (sistema no qual o eleitor era obrigado a votar apenas em candidatos de um mesmo partido) e das sublegendas (no caso das disputas para o Senado Federal e para as prefeituras, os partidos podiam apresentar mais de um candidato), o PMDB elegeu nove senadores, duzentos deputados federais, quatrocentos e quatro deputados estaduais e mil trezentos e setenta e sete prefeitos.

Tancredo Neves eUlysses Guimarães durante a passeata dasDiretas Já.

Ao longo dadécada de 1980 o PMDB colheu os frutos de sua pregação oposicionista durante os anos de governo militar em razão de seu desempenho nas eleições de 1982 enquanto nas hostes do governo os debates acerca da sucessão presidencial expunham fissuras à medida que tanto nomes civis quanto militares eram aventados como alternativas à continuidade do regime. Ausente o consenso noPDS, o presidenteJoão Figueiredo abdicou de coordenar a escolha de seu sucessor e nisso o vácuo político foi ocupado pela oposição, tendo o PMDB à frente.

Diretas Já

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Em31 de março de1983 foi realizado no município pernambucano deAbreu e Lima o primeiro comício a favor do restabelecimento das eleições diretas para Presidente da República,[41] evento basilar do movimentoDiretas Já, cujo elemento aglutinador foi a emendaDante de Oliveira, assim denominada em homenagem ao autor da preposição.

Logo vieram os comícios emSão Paulo eOlinda ao final do ano e durante os quatro primeiros meses de 1984 uma série de passeatas, manifestações e comícios eclodiram pelo país em apoio a causa liderados porUlysses Guimarães, denominado como o "Senhor Diretas",Franco Montoro eTancredo Neves. Todavia, uma manobra regimental do governo derrubou a emenda em votação realizada na Câmara dos Deputados em25 de abril de1984.

Tancredo Neves e o Colégio Eleitoral

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Ao frustrarem as eleições diretas, as forças governistas acabaram propiciando o surgimento deTancredo Neves como alternativa à sucessão deJoão Figueiredo. A essa altura alguns presidenciáveis do PDS refluíram em suas pretensões e a derrota deMário Andreazza frente aPaulo Maluf na convenção havida em agosto de 1984 sacramentou o apoio dosdissidentes do PDS a Tancredo Neves através da indicação dosenadorJosé Sarney comovice-presidente na chapa que venceu Maluf por 480 votos a 180 no Colégio Eleitoral em15 de janeiro de1985, havendo 26 abstenções.

O presidente-eleito,Tancredo Neves, comemora o resultado da eleição junto a seu vice,José Sarney.

Amorte de Tancredo frustra os anseios da nação quanto ao cumprimento de suas promessas de campanha, mas a postura ínclita deUlysses Guimarães e as multidões presentes às exéquias do líder morto produzem o ambiente necessário para uma transição pacífica. Nesse ínterim o vice-presidente José Sarney assume o governo e põe em marcha as metas da Nova República. Coube a José Sarney fazer o juramento noCongresso Nacional: "prometo manter, defender e cumprir a Constituição. Observar as leis, promover o bem geral e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil".[42]

Era pós-Ulysses

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Instado na oposição após as eleições presidenciais de 1989, o PMDB foi surpreendido pelo anúncio do primeiro nome da equipe"collorida", o deputado federal peemedebistaBernardo Cabral. Relator-geral da Constituinte, ele permaneceu no Ministério da Justiça por sete meses até ser substituído pelo senadorJarbas Passarinho. Nas eleições daquele ano o desgaste do governoJosé Sarney afetou o PMDB que viu cair o número de governadores de vinte e dois em 1986 para apenas sete (Amazonas,Pará,Tocantins,Paraíba,São Paulo,Paraná eGoiás) após quatro anos embora as unidades federativas com direito a eleger seus governadores tenham subido de vinte e três em 1986 para vinte e sete em 1990 (graças ao direito adquirido peloDistrito Federal, a criação do estado de Tocantins e a elevação dos territórios federais deAmapá eRoraima ao patamar de estados). No Congresso Nacional, o recuo peemedebista também foi significativo, pois se ao renovar dois terços doSenado Federal em 1986, o partido obteve mais de 75% das vagas, na troca de um terço das cadeiras em 1990, esse percentual caiu para 25% embora Amapá e Roraima tivessem seis vagas a preencher. NaCâmara dos Deputados o aumento de vagas de 487 para 503 marcou o refluxo do PMDB de 260 para 108 cadeiras, embora conservando a maior bancada. Outras perdas foram a saída deMiguel Arraes rumo aoPartido Socialista Brasileiro e as de outros ex-governadores comoAmazonino Mendes eEpitácio Cafeteira para oPartido Democrata Cristão.

Entretanto o mais significativo triunfo nas eleições aconteceu em São Paulo, com a vitória deLuiz Antônio Fleury Filho sobrePaulo Maluf em segundo turno. Apoiado porOrestes Quércia, Fleury repetiu os passos de seu pretor na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, pois tal como em 1986, o PMDB viu seu candidato iniciar o despique com números modestos nas pesquisas de opinião num cenário onde Maluf polarizava comMário Covas (PSDB). Ao longo da campanha os índices de Fleury subiram à medida que o duelo entremalufistas etucanos se intensificava e nisso ele conquistou a vaga no segundo turno e venceu a contenda. Fortalecido pela vitória, Quércia foi eleito presidente do PMDB em 1991 em lugar deUlysses Guimarães, na primeira troca de comando partidário após vinte anos. A gestão quercista foi marcada pela ação favorável do partido em relação aoimpeachment e o subsequente afastamento de Fernando Collor da Presidência da República ao longo de 1992, mas o acontecimento mais impactante para o partido foi a morte de Ulysses vítima de acidente aéreo ocorrido no litoralfluminense em12 de outubro do referido ano. Em 1993 Orestes Quércia renunciou à presidência do partido alegando ser vítima de "traição" por parte de seus correligionários e foi substituído porLuiz Henrique da Silveira. Politicamente enfraquecido, obteve um modesto quarto lugar nas eleições presidenciais de 1994 com apenas 2.771.788 sufrágios e viuFernando Henrique Cardoso ser eleito em primeiro turno.

O mau desempenho de Orestes Quércia acentuou as dissensões partidárias existentes desde a campanha e assim parte do PMDB aderiu ao governo Fernando Henrique apesar de o partido ser formalmente oposicionista, ou seja, diferente do que houve na "postura de coalizão" para comItamar Franco, na gestão de seu sucessor o PMDB se posicionou tanto na oposição quanto no governo, pois embora a cúpula agisse com rechaço, o novo presidente concedeu duas pastas para a cota peemedebista: o Ministério da Justiça foi entregue aNelson Jobim e o Ministério dos Transportes ao tambémgaúchoOdacir Klein sob os auspícios de José Sarney, entronizado na presidência do Senado para o biênio 1995/1997. Mesmo com a mudança de seus titulares, os dois ministérios permaneceram nas mãos do PMDB embora a disputa interna entre grupospró econtra o governo recrudescesse como, por exemplo, no caso da convenção nacional de 1998 que acabou não referendando nenhum candidato a presidente. Em meio a tantas refregas seus filiados e simpatizantes se dividiram entre apoiar a reeleição de Fernando Henrique Cardoso ou apostar nos nomes deLuiz Inácio Lula da Silva, como no Paraná, eCiro Gomes, como em Minas Gerais, pela oposição. Reeleito o chefe do Executivo, o partido conservou seu quinhão trocandoIris Rezende porRenan Calheiros no Ministério da Justiça ao passo que o Ministério dos Transportes ora ficou nas mãos deEliseu Padilha, ora nas deJoão Henrique de Almeida Sousa. De tão morgado ao governotucano o PMDB firmou em 2002 a coligação "Grande Aliança" que apresentouRita Camata como candidata a vice-presidente na chapa deJosé Serra, desígnio frustrado pela vitória de Lula em segundo turno.

No Governo Lula

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Cartaz de comemoração de 48 anos do partido em2014.

Com a posse deLuiz Inácio Lula da Silva em1.º de janeiro de2003 houve gestões para agregar o partido à coalizão situacionista, entretanto as negociações só viriam a se concretizar em janeiro do ano seguinte quando foram oferecidos ao PMDB os ministérios das Comunicações, Minas e Energia e Previdência Social. Lideranças outrora alinhadas aFernando Henrique se aproximaram do governo e assimJosé Sarney eRenan Calheiros (duas vezes) ocuparam a presidência do Senado entre 2003/2007 eJoão Henrique a presidência dos Correios. No segundo mandato de Lula o partido perdeu a Previdência Social mas foi contemplado comGedel Vieira Lima no Ministério da Integração Nacional e com a escolha deNelson Jobim para o Ministério da Defesa. Ao todo o PMDB detém seis ministérios. No sentido inverso senadores comoPedro Simon,Mão Santa eJarbas Vasconcelos se mantêm na oposição.[43]

O PMDB é criticado pelo cientista políticoMarcus Figueiredo por ter hoje uma postura muito diversa dos tempos em que era liderado por Ulysses Guimarães.

Depois da criação do PSDB e a eleição presidencial que deu expressão nacional a outros partidos, o PMDB se tornou uma federação de lideranças regionais e perdeu expressão. Essa crise ajuda a mostrar como os rostos do PMDB são quase todos ilustres desconhecidos nacionalmente, muitos deles baseados mais em redutos eleitorais do que em plataformas sólidas.

—  Marcus Figueiredo, cientista político do Iuperj[44]

Entre 2010 e 2011, após a morte deOrestes Quércia, os aliados deMichel Temer tomaram o PMDB paulista com o objetivo de fazer crescer a filiação de membros até aseleições de 2012.[45] Temer era praticamente desconhecido no partido, e o fortalecimento de seu nome é atribuído às articulações feitas porArlon Viana.[46]

Impeachment de Dilma

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Convenção Nacional do PMDB em junho de2014.

Após as eleições de 2014, o PMDB indicou e elegeu o então deputadoEduardo Cunha (RJ) como presidente daCâmara dos Deputados, contando com 267 votos do chamado "Centrão".[47] Após a descoberta de contas naSuíça e diversas denúncias, parlamentares doPSOL e daREDE entraram com umprocesso de cassação do mandato de Eduardo Cunha noConselho de Ética. Em 2 de dezembro de 2015, Cunha decidiu aceitar o pedido deimpeachment de Dilma formulado pelos juristasHélio Bicudo,Janaína Paschoal eMiguel Reale Júnior.[48]

A partir de 2016, o PMDB apoiou em peso oimpeachment,[49] mesmo com tentativas por parte deLeonardo Picciani (RJ) de impedi-lo.[50] Na Comissão Especial, votaram a favor 5 deputados e contra 3. Já na votação da Câmara, o partido forneceu 59 votos a favor e apenas 7 contra.[51] No Senado o debate se intensificou, com senadores comoRoberto Requião (PR) eKátia Abreu (TO) defendendo rigorosamente que a presidente não cometeu crime de responsabilidade. Em 31 de agosto de 2016, na votação definitiva, 17 senadores votaram a favor doimpeachment e somente os dois votaram contra.[52] No mesmo dia,Michel Temer assumiu como presidente da República efetivo, após o afastamento de Dilma Rousseff.[53][54]

Governo Temer e volta do nome MDB

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Ver artigo principal:Governo Michel Temer
Posse dos novos ministros doGoverno Temer em 12 de maio de2016.

Michel Temer assumiu a presidência interinamente em 12 de maio de 2016. Temer contou com diversos partidos, tanto apoiadores doGoverno Dilma quanto oposicionistas para compor o seu gabinete, dentre eles: PSDB, DEM, PP, PR, PSB, PSD, PPS, PTB, PRB e PV, compondo uma ampla base parlamentar — mesmo que fragmentada.[55] Seu principal objetivo é implementar reformas de caráter liberal, como a PEC 55, que limita gastos públicos, a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista e a Reforma do Ensino Médio.

Em 1º de julho, uma pesquisa doIbope, encomendada pelaConfederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que 39% dos brasileiros avaliam o governo do presidente interino como ruim ou péssimo, enquanto 13% avaliam o governo como ótimo ou bom e 36% acham que ele é regular. Entre os ouvidos, 13% não souberam ou não quiseram responder. O levantamento foi feito de 24 a 27 de junho e foram ouvidas 2.002 pessoas em 141 municípios. O grau de confiança da pesquisa é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Ibope também perguntou se o entrevistado aprovava ou não a maneira de Temer governar: 53% disseram desaprovar e 31% afirmaram aprovar. Outros 16% disseram não saber ou não quiseram responder. Entre os ouvidos, 66% afirmaram não confiar no presidente interino. O percentual de pessoas que disseram confiar em Temer é de 27%. Outros 7% não souberam ou não quiseram responder.[56]

O governo passou por polêmicas, tendo perdido até novembro seis ministros, em um período de seis meses.[57] Em 15 de dezembro de 2016, foi promulgada aPEC do Teto dos Gastos Públicos.[58][59]

Nas eleições municipais de 2016 elegeu 1038 prefeituras, 17 a mais que em 2012, se mantendo como o partido com maior número de prefeituras.[60] Elegeu 3 prefeitos de capitais:Irís Rezende em Goiânia,Gean Loureiro em Florianópolis eEmanuel Pinheiro em Cuiabá.[61]O partido obteve fraco desempenho nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, mesmo tendo possuído grandes chances de vitória durante toda a campanha. Para a prefeitura de São Paulo, apostou na candidatura deMarta Suplicy, com apoio do PSD, ficando em 4º lugar (10,14% dos votos) atrás deCelso Russomano (PRB),Fernando Haddad (PT) e do vitoriosoJoão Dória (PSDB).[62] Para a prefeitura do Rio de Janeiro, apostou emPedro Paulo, quadro que havia apoiadoAécio Neves naseleições presidenciais de 2014,[63] ficando em 3º lugar (16.12%), atrás deMarcelo Freixo (PSOL) eMarcelo Crivella (PRB).[64]

Em agosto de 2017, por sugestão do presidente interino doRomero Jucá, o partido resolveu a voltar a se chamar MDB, como na década de 70.[65] Jucá chegou a promover um concurso para também mudar sua logomarca, mas a ideia acabou abandonada[66] por pressões da ala mais tradicional e também pela militância. Desde os anos 1990, o MDB mantém a mesma logomarca, com exceção do "P".[67] A mudança foi uma tentativa de amenizar o desgaste político devido àcrise econômica de 2014 e àOperação Lava Jato, em que dirigentes do MDB foram investigados. A volta do uso do nome "MDB" não resultou em alterações, ações e definições políticas.[68][69]. Em votação durante convenção nacional extraordinária emBrasília, realizada na terça-feira do dia 19 de dezembro de 2017, os delegados do partido aprovaram a troca de nome da sigla dePMDB paraMDB (a volta do nomeMovimento Democrático Brasileiro).[69][70][71] Por 325 votos a 88, a legendaMDB foi escolhida por ter sido a da oposição durante aDitadura Militar e de ter aglutinado os interesses dos movimentos sociais e sindicais que faziam resistência ao regime.[72][73] A nova designação foi submetida à aprovação peloTribunal Superior Eleitoral (TSE), pois dela dependia, e[74][75] e esta foi obtida em 15 de maio de 2018, quando também se rejeitaram as contestações dos diretórios municipais de Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis quanto à renomeação.[27][28] A volta do nome "MDB" não foi capaz de impedir a pior derrota do partido desde a redemocratização. Em 2018, a bancada do MDB na Câmara diminuiu para34 deputados. Em 2014, como PMDB, o partido havia conquistado66 cadeiras na Câmara. Candidato a presidente pelo PMDB, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles obteve apenas1,8% dos votos válidos. Houve também derrotas significativas para o Senado. Então presidente do Senado, Eunício Oliveira, tesoureiro nacional do MDB. não foi reeleito. O mesmo ocorreu com Romero Jucá, então primeiro vice-presidente do MDB que, nos últimos anos, havia exercido a presidência nacional da sigla

Governo Bolsonaro e renovação do comando do partido

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Após a derrota em 2018, os dirigentes do MDB passaram a discutir a troca no comando do partido e um novo posicionamento diante do governo Jair Bolsonaro. No início de 2019, o recém-eleito governador do Distrito Federal,Ibaneis Rocha, tentou articular sua candidatura à presidência nacional do MDB junto com o ex-presidente Michel Temer. A articulação foi frustrada pela bancada da Câmara, que resolveu apoiar a eleição do deputado federal paulistaBaleia Rossi, do MDB de São Paulo, mesma seção de Temer.[76]

Após conseguir o apoio dos deputados emedebistas, Baleia buscou um acordo com a bancada do Senado, que indicou o nome dosenador Marcelo Castro como tesoureiro nacional (Castro havia sido ministro do governo Dilma Rousseff, e como deputado federal votara contra o impeachment em 2016). Em 6 de outubro de 2019, em convenção nacional realizada em Brasília, Baleia Rossi foi reeleito por unanimidade[76] como presidente nacional do MDB. Em discurso durante a convenção, ele afirmou que o partido deveria adotar uma linha de independência e que o partido não deveria aceitar cargos governo Jair Bolsonaro[76].

Em abril de 2020, em meio à crise de Bolsonaro com o Congresso, o MDB foi convidado a fazer indicações para o Ministério, mas Baleia Rossi rechaçou a proposta[77].

Contudo, no Congresso, as bancadas do partido apoiou projetos do governo, sobretudo na área econômica, como a Reforma da Previdência, projeto criticado por partidos de esquerda.

Naseleições municipais de 2020, o partido elegeu cinco prefeitos nas capitais entre eles Arthur Henrique emBoa Vista,Maguito Vilela emGoiânia,Sebastião Melo emPorto Alegre,Dr. Pessoa emTeresina e o reeleitoEmanuel Pinheiro emCuiabá. O partido conseguiu se manter na liderança do ranking nacional, mas diminuiu o número de prefeitos para 774.[78]

Simone Tebet foi candidata do partido à presidência doBrasil naseleições de 2022, em que apresentou uma campanhacentrista esocial liberal, no chamado "Centro Democrático".[79] Durante a campanha houve críticas ao candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) por sua atuação durante apandemia de COVID-19,[80] ao mesmo tempo em que o partido se posicionou como liberal na economia[81] e em defesa da democracia.[82] Como resultado, o partido elegeu 42 deputados federais[83], garantiu a continuidade dos governos deIbaneis Rocha (DF) eHélder Barbalho (PA) (no 2º turno, elegeu também o governador de Alagoas, assim, continuou governando os mesmos estados nas eleições de 2018[84]), tendo ficado em terceiro lugar na disputa presidencial, com 4,16% dos votos (aproximadamente 5 milhões de votos),[85] o que significou um crescimento em relação a 2018. No 2º turno, o partido ficou neutro[86], mas Simone Tebet apoiouLula da Silva e justificou tal apoio como defesa da democracia.[87][88]

3º governo Lula

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No 3º governo Lula, o MDB ocupou 3 ministérios: o ex-governador de AlagoasRenan Filho assumiu oMinistro dos Transportes,[89] a ex-senadoraSimone Tebet assumiu oPlanejamento[90] eJader Filho assumiu oMinistério das Cidades.[91] Mesmo assim, para o jornalGazeta do Povo, o partido se tornou o principal adversário do presidente.[92]

No dia 9 de janeiro de 2023, após asInvasões na Praça dos Três Poderes por radicaisbolsonaristas,Ibaneis Rocha (MDB) foi afastado do cargo por 90 dias por determinação deAlexandre de Moraes, ministro doSupremo Tribunal Federal, por suposta omissão em coibir os ataques.[93] Em 15 de março de 2023, Moraes revogou o afastamento e o governador voltou a exercer o mandato imediatamente.[94]

Durante as eleições municipais de 2024, destacou-se aeleição municipal de São Paulo em 2024, que foi marcada por forte nacionalização da campanha, com a disputa extrapolando os limites da cidade e sendo tratada como termômetro político para 2026: de um lado, Lula e oPT entraram de forma direta na candidatura de Guilherme Boulos (PSOL), enquanto, do outro, umbolsonarismo sem rumo, uma vez que embora uma ala pragmática, liderada porTarcísio de Freitas (Republicanos), tinha costurado aliança para apoiarRicardo Nunes (MDB)[95][96], outros mais ligados aredes sociais, comoNikolas Ferreira, preferiamPablo Marçal (PRTB),[97] ao mesmo tempo em que um terceiro grupo dentro do bolsonarismo optava pela neutralidade entre as duas candidaturas.[98] Embora o 1º turno tenha terminado praticamente empatado entre Nunes, Boulos e Marçal, com os dois primeiros ficando com 29% dos votos válidos enquanto o último teve 28%,[99] ao final da eleição a chamada direita pragmática saiu vitoriosa,[100] uma vez que Nunes (MDB) foi reeleito em segundo turno com 59,35% dos votos, vencendo o candidatoGuilherme Boulos (PSOL), que obteve 40,65% dos votos.[101]

Nestas eleições, o MDB se manteve como opartido que mais elegeu vereadores no país, com 8.050 cadeiras[102] conquistadas no primeiro turno, um aumento de 688 em relação a2020[102], apesar de longe dos 13.091 vereadores eleitos pelo partido em1996.[103] Já entre prefeitos, o MDB elegeu 863 prefeitos, apesar do aumento em relação a2020, perdeu posto de partido com mais prefeitos, que tinha desde 2000, para oPSD.[104][105]

Organização

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Mandatos relevantes atuais

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Senadores atuais (10)[16]
UFSenador(a)
e Legislaturas
Imagem
ALRenan Calheiros
50ª e51ª
52ª e53ª
54ª e55ª
56ª e 57ª
Renan Calheiros
ALFernando Farias+
57ª e 58ª
Fernando Farias
AMEduardo Braga
54ª e55ª
56ª e 57ª
Eduardo Braga
PAJader Barbalho
50ª e51ª
54ª e55ª
56ª e 57ª
Jader Barbalho
PBVeneziano Vital do Rêgo*
56ª e 57ª
Veneziano Vital do Rêgo
PEFernando Dueire+
56ª e 57ª
57ª e 58ª
Fernando Dueire
PIMarcelo Castro
56ª e 57ª
Marcelo Castro
ROConfúcio Moura
56ª e 57ª
Confúcio Moura
SCIvete da Silveira+
56ª e 57ª
Ivete da Silveira
SPAlexandre Luiz Giordano+
56ª e 57ª
57ª e 58ª
Alexandre Luiz Giordano
Observações: Nomes marcados com osímbolo * foram eleitos em 2018 por outros partidos.Kátia Abreu (TO), eleita pelo MDB em 2014, foi expulsa do partido em novembro de 2017. Nomes marcados com osímbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. Alexandre Giordano assumiu como senador após a morte de Major Olímpio em 2021, se filiando ao MDB em julho do mesmo ano. Fernando Farias assumiu após a nomeação de Renan Filho para o Ministério dos Transportes em 2023. A suplenteIvete da Silveira (SC) foi efetivada após a renúncia deJorginho Mello (PL-SC), que foi eleito governador.

Governadores atuais (3)
UFGovernadorImagem
ALPaulo DantasPaulo Dantas
DFIbaneis RochaIbaneis Rocha
PAHelder BarbalhoHelder Barbalho
Deputados federais atuais (42)[17]
UFDeputado(a)UFDeputado(a)
PRSergio Souza³
ALIsnaldo Bulhões²RJGutemberg Reis
PEIza Arruda
ALRafael BritoAPAcácio Favacho²
RJOtoni de Paula²APDoutor Pupio
BARicardo MaiaCEEunício Oliveira4
ROLucio Mosquini²DFRafael Prudente
GOCélio Silveira
GOMarussa BoldrinRRDuda Ramos
MARoseana SarneyRRHelena da Asatur
MTEmanuel Pinheiro NetoRSAlceu Moreira³
MGHercílio Coelho DinizRSMárcio Biolchi²
MGMauro LopesRSOsmar Terra
MGNewton Cardoso Jr.²SCCarlos Chiodini
MTJuarez CostaSCCobalchini
PAAndreia SiqueiraSCRafael Pezenti
PAAntônio DoidoSPAlberto Mourão
PADoutora Alessandra HaberPAElcione Barbalho
PAJosé PrianteSPBaleia Rossi²
(presidente do partido)
PAHenderson Pinto
PAKeniston BragaSPDelegado Palumbo
PAOlival MarquesSPSimone Marquetto
PARenilce Nicodemos
Observações: Em 2022, o MDB elegeu 42 deputados federais.[106] Nomes marcados com osímbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. Os números (a partir de 2) indicam a quantidade de mandatos exercidos no cargo.
Prefeitos de capitais atuais (5)
UFCapitalPrefeitoImagem
PABelémIgor Normando
RRBoa VistaArthur Henrique
APMacapáDr. Furlan
SPSão PauloRicardo Nunes
RSPorto AlegreSebastião Melo

Número de filiados

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DataFiliados[13]Crescimento anual
dez./20062.039.334
dez./20072.101.853Aumento 62.519+3,0%
dez./20082.061.115Baixa 40.738-1,9%
dez./20091.961.576Baixa 99.539-5,0%
dez./20102.315.193Aumento 353.617+18%
dez./20112.361.583Aumento 46.390+2,0%
dez./20122.356.104Baixa 5.479-0,2%
dez./20132.354.678Baixa 1.426-0,0%
dez./20142.353.059Baixa 1.619-0,0%
dez./20152.376.463Aumento 23.404+0,9%
dez./20162.401.556Aumento 25.093+1,0%
dez./20172.396.539Baixa 5.017-0,2%
dez./20182.392.485Baixa 4.054-0,1%
dez./20192.130.140Baixa 262.345-12%
dez./20202.166.048Aumento 35.908+1,6%
dez./20212.128.173Baixa 37.875-1,7%
dez./20222.075.986Baixa 52.187-2,4%
dez./20232.044.427Baixa 31.559-1,5%
dez./20242.069.493Aumento 25.066+1,22%
dez./20252.030.607Baixa 38.886-1,8%

Desempenho eleitoral

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Câmara dos Deputados[107]
LegislaturaBancada%±
199049.ª (1991–1995)0038
109 / 502
21,71009Baixa 151
199450.ª (1995–1999)0063
107 / 513
20,81009Baixa 2
199851.ª (1999–2003)0099
83 / 513
16,11009Baixa 24
200252.ª (2003–2007)0070
74 / 513
14,41033Baixa 9
200653.ª (2007–2011)0066
89 / 513
17,30992Aumento 15
201054.ª (2011–2015)0053
79 / 513
15,31005Baixa 10
201455.ª (2015–2019)0054
66 / 513
12,80981Baixa 13
201856.ª (2019–2023)0029
34 / 513
6,61005Baixa 32
202257.ª (2023–2027)0029
42 / 513
8,11005Aumento 8

Senado Federal[108]
LegislaturaBancada%±
199049.ª (1991–1995)0000sem dados1009Estável 
199450.ª (1995–1999)0014
29 / 81
35,81002Estável 
199851.ª (1999–2003)0013
26 / 81
321002Baixa 3
200252.ª (2003–2007)0013
19 / 81
23,41007Baixa 7
200653.ª (2007–2011)0015
16 / 81
19,70997Baixa 3
201054.ª (2011–2015)0012
19 / 81
23,41003Aumento 3
201455.ª (2015–2019)0012
19 / 81
23,40999Estável 
201856.ª (2019–2023)009
13 / 81
161003Baixa 6
201857.ª (2023–2027)009
10 / 81
12,31003Baixa 3

Eleições presidenciais

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AnoImagemCandidato(a) a PresidenteCandidato a Vice-PresidenteColigaçãoVotosPosição
1989Ulysses GuimarãesUlysses Guimarães
(PMDB)
Waldir Pires
(PMDB)
Sem coligação3.204.932
(4,73%)
1994Orestes QuérciaOrestes Quércia
(PMDB)
Iris de Araújo
(PMDB)
Desenvolvimento do Brasil
(PMDB ePSD)
2.772.121
(4,38%)
2002
José Serra
(PSDB)
Rita Camata
(PMDB)
Grande Aliança
(PSDB ePMDB)
33.370.739
(38,72%)
2010Dilma Rousseff
(PT)
Michel Temer
(PMDB)
Para o Brasil Seguir Mudando
(PT,PMDB,PR,PSB,PDT,PCdoB,PSC,PRB,PTC ePTN)
55.752.529
(56,05%)
2014
Dilma Rousseff
(PT)
Michel Temer
(PMDB)
Com a Força do Povo
(PT,PMDB,PSD,PP,PR,PROS,PDT,PCdoB ePRB)
54.495.459
(51,64%)
2018
Henrique Meirelles
(MDB)
Germano Rigotto
(MDB)
Essa é a Solução
(MDB ePHS)
1.288.941
(1,20%)
Segundo turno: neutralidade e liberação de diretórios e filiados.[109]
2022Simone Tebet
(MDB)
Mara Gabrilli
(PSDB)
Brasil para Todos
(MDB,Federação PSDB Cidadania ePODE[110])
4.915.306

(4,16%)

Segundo turno: neutralidade e liberação de diretórios e filiados.

Presidentes do Brasil

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N.ºNomeRetratoOrigemPeríodo dos mandatos
1ºJosé SarneyMaranhão15 de março de 1985 - 15 de março de 1990
2ºItamar FrancoMinas Gerais29 de dezembro de 1992 - 1 de janeiro de 1995
3ºMichel TemerSão Paulo31 de agosto de 2016 - 1 de janeiro de 2019

Escândalos de corrupção

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Com base em dados divulgados peloTribunal Superior Eleitoral, oMovimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou umbalanço, em4 de outubro de2007, com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde o ano 2000. O PMDB aparece em segundo lugar na lista, com 19,5% das cassações, atrás somente doDEM, que lidera com 20,4%.

Segundo o Dossiê do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgado em 2007, o PMDB ocupava a segunda posição doranking, com 66 parlamentares cassados por corrupção no período de 2000 à 2007.[111]

Operação Lava Jato

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Ver artigo principal:Operação Lava Jato

A Operação Lava Jato foi um conjunto de investigações realizadas pelaPolícia Federal do Brasil (PF), que cumpriu mais de milmandados de busca e apreensão, deprisão temporária, deprisão preventiva e decondução coercitiva, visando apurar um esquema delavagem de dinheiro que movimentou bilhões de reais empropina, denominadoPetrolão. De acordo com investigações edelações premiadas, estavam envolvidos em corrupção membros administrativos da empresa estatalPetrobras, políticos dos maiores partidos do Brasil, além deempresários de grandes empresas brasileiras. A Polícia Federal considera-a a maior investigação decorrupção da história do país.[112][113][114][115][116]

Símbolos

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Evolução do símbolo/logotipo do PMDB/MDB

  • Símbolo usado de 1980 a 1990
    Símbolo usado de 1980 a 1990
  • Símbolo usado de 1990 a 1992
    Símbolo usado de 1990 a 1992
  • Símbolo usado de 1992 a 2000
    Símbolo usado de 1992 a 2000
  • Símbolo usado entre 2000 e 2017
    Símbolo usado entre 2000 e 2017
  • Símbolo usado desde 2017
    Símbolo usado desde 2017

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Bibliografia

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  • Almanaque ABRIL 1996. 22ª edição. São Paulo, Abril, 1996.
  • Almanaque ABRIL 2005. 31ª edição. São Paulo, Abril, 2005. 01 CD-ROM.
  • A Onda Fleury. Matéria publicada na revistaIsto É Senhor. São Paulo, Editora Três, edição 1094, de 5 de setembro de 1990.
  • Isto É - Brasil 500 Anos: Atlas Histórico. São Paulo, Editora Três, 1998.

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