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March Engineering

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Reino Unido March
Nome completoMarch Engineering
SedeBicester,Reino Unido
Chefe de equipeReino UnidoMax Mosley
DiretoresReino UnidoAlan Rees
Pilotos
MotorCosworth,Alfa Romeo,Judd eIlmor
PneusFirestone,Goodyear,Avon eMichelin
Histórico naFórmula 1
EstreiaGP da África do Sul, 1970
Último GPGP da Austrália, 1992
Grandes Prêmios207
Campeã de construtores0(3° em1970)
Campeã de pilotos0(2° em1971, comRonnie Peterson)
Vitórias3
Pole Position4
Voltas rápidas7
Pontos172,5
Posição no último campeonato
(1992)
9° (3 pontos)

March Engineering foi uma equipe deFórmula 1 e fabricante de carros esportivos daGrã-Bretanha. Apesar do pouco sucesso nos grandes prêmios da Formula 1, os carros da March alcançaram melhores resultados em outras categorias do automobilismo entre aFórmula 2,Fórmula 3 eCART. A última temporada de Fórmula 1 disputada pela March foi a de1992.

Início das atividades

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Em1969, a March inicia as suas atividades. Seu nome deriva de um pequeno "acróstico" (poema feito com a primeira letra de cada palavra) formado pelas iniciais dos fundadores.

Início na F-1

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Década de 1970: o auge

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As atividades na F-1 começaram em1970, fornecendo chassis àTyrrell para os pilotosJackie Stewart eJohnny Servoz-Gavin, mas formaram também uma equipe própria, cujos pilotos eram o neozelandêsChris Amon e o suíçoJo Siffert. A equipe, equipada com o célebre motor Cosworth DFV, fica em 3° lugar, com 48 pontos ganhos. Em1971, a March, desta vez como uma equipe independente da Tyrrell, e liderada pelo suecoRonnie Peterson, e seus companheiros foram o italianoAndrea de Adamich, o espanholAlex Soler-Roig, o também italianoNanni Galli, o francêsJean-Pierre Jarier e o anglo-egípcioMike Beuttler. Além deles, Peterson teve como companheiro de equipe o austríacoNiki Lauda, que não pontuou em sua primeira temporada na categoria.

A March, graças ao "Sueco Voador" (que terminou como vice-campeão, a 29 pontos de Jackie Stewart), fica em 4° lugar, com 33 pontos. Para1972, o time mantém Peterson e Lauda, agora com um contrato permanente, mas a campanha não foi igual à de 1971, ficando em 6° lugar, com 15 pontos marcados.1973 começou com a volta de Jarier, que também disputaria seu primeiro campeonato em tempo integral, tendo como parceiros de equipe o também francêsHenri Pescarolo (então com 39 anos) e o jovem inglêsRoger Williamson, que morrera tragicamente noGP da Holanda, devido ao incêndio que consumiu seu carro. O inglêsDavid Purley, amigo de Williamson, tentou salvá-lo, mas em vão. Ainda assim, a equipe fica em 5° lugar, com 14 pontos. O ano de1974 começou com o alemãoHans-Joachim Stuck, o australianoHowden Ganley, o folclórico italianoVittorio Brambilla e o suecoReine Wisell. A equipe ficou em 9° lugar, com 6 pontos. A partir daí, a equipe começou a declinar.

Declínio da March

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1975 poderia ser o ano de afirmação da March na F-1. Brambilla seria mantido, e com ele, veio sua compatriotaLella Lombardi e manteria Stuck. Brambilla conquistou sua única vitória no agitadoGP da Áustria, que terminou com apenas metade dos pontos computada para o italiano. Lella Lombardi conquistou 0,5 ponto, também em uma corrida incompleta (oGP da Espanha, marcado pelo grave acidente deRolf Stommelen). Stuck ficou zerado na temporada, e a March, com 7,5 pontos, fechou em nono. Para1976, a March repatria Ronnie Peterson, e mantém Stuck pela terceira temporada consecutiva. Porém, longe de seus dias vitoriosos, a equipe fechou em sétimo lugar, com 19 pontos e sua última vitória na F-1 foi com Peterson, noGP da Itália.

1977 foi o pior ano da March na década. Stuck disputa a quarta temporada seguida pela escuderia, tendoAlex Dias Ribeiro,Ian Scheckter (irmão deJody Scheckter) eBrian Henton como companheiros de equipe. Os quatro terminam a temporada sem marcar nenhum ponto. Este foi o estopim para a primeira saída da March na F-1.

Década de 1980

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Carro da March Engineering naCART em 1987.

Fracassos no início da década

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Entre1981 e1982, a March colecionou insucessos em sua volta à categoria. Com seis pilotos diferentes (Eliseo Salazar,Derek Daly,Raul Boesel,Jochen Mass,Rupert Keegan eEmilio de Villota), a equipe fecha as duas temporadas sem pontuar. Só ganhou as manchetes quando o alemão Mass, em sua despedida como piloto de Fórmula 1, envolveu-se no acidente fatal deGilles Villeneuve nos treinos para oGP da Bélgica.

Fase Leyton House

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Ver artigo principal:Leyton House Racing

No ano de1987, a March volta à categoria, agora com nova nomenclatura: "Leyton House March Team". Porém, a equipe sempre foi chamada com o nome que a tornou famosa, e seu piloto foi o jovem italianoIvan Capelli, que marca um ponto, deixando a equipe em 13° lugar.

1988-1989: recuperação

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Nos anos de1988 e1989, a March veio disposta a se recuperar das pífias apresentações das temporadas anteriores. Capelli é mantido e o brasileiroMaurício Gugelmin é contratado como companheiro de equipe. A estreia da March na temporada foi cômica: a equipe veio para Jacarepaguá com um carro deFórmula 3000, e o motor Judd, que era grande, não cabia direito nos carros. Mesmo assim, o time fez ótimas corridas, geralmente com Capelli. Ao fim das contas, a March/Leyton House teve um bom desempenho, ficando em sexto lugar, com 22 pontos. 1989 não foi um ano generoso com a equipe, que dependia muito das atuações de Capelli. Entretanto, o italiano amargou o trigésimo lugar na classificação, sem pontuar e abandonando 14 corridas. Gugelmin conquistou o melhor resultado da equipe no ano ao chegar em terceiro noGP do Brasil (seu único pódio na Fórmula 1), e a March, com estes quatro pontos, fechou a temporada em 14°. A equipe saiu novamente da categoria logo após ser vendida à Leyton House.

Década de 1990

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A última temporada

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1992 foi o último ano da March como equipe independente. O jovem austríacoKarl Wendlinger permanece na equipe (disputou a reta final da1991), tendo como companheiro de time o francêsPaul Belmondo, filho do famoso ator e cineastaJean-Paul Belmondo. Karl marca 3 pontos ao chegar num surpreendente 4° posto noCanadá. Após largar em apenas 5 etapas, Paul Belmondo é dispensado e, para seu lugar, o italianoEmanuele Naspetti é contratado. Mas o piloto nascido emAncona falhou em conseguir resultados expressivos, tendo apenas um 11º lugar como melhor posição de chegada. O holandêsJan Lammers (que não disputava a categoria desde 1982) recebe uma proposta da equipe para disputar as duas últimas corridas da temporada, substituindo Wendlinger, contratado pelaSauber para ser piloto de testes, visando a estreia da equipe suíça na F-1 em1993. Largando de trás, não marcou nenhum ponto, tendo como melhor resultado em sua curta passagem um 12° lugar na Austrália. Mesmo assim, as atuações de Lammers garantiram sua contratação para a próxima temporada.

A falência antes do início da Temporada de 1993

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Embora em crise financeira, a March preparava-se para disputar a temporada de 1993, mantendo Lammers em um de seus carros, e contratando o francêsJean-Marc Gounon para ser companheiro do veterano holandês. Entretanto, a escuderia afundava-se de vez em dívidas e encerra as atividades na F-1 antes da temporada começar, deixando Lammers a pé e Gounon adiando sua estreia na F-1 até a saída repentina do brasileiroChristian Fittipaldi daMinardi.

Tentativa de regresso à Fórmula 1

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Em maio de 2009, a March foi incluída na lista de novas equipes que estreariam na F-1 em2010. Entretanto, o time não foi incluído dentre as quatro equipes que estreariam na temporada seguinte.

Vitórias por piloto

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Ronnie Peterson: 1

Ligações externas

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OCommons possui imagens e outros ficheiros sobreMarch Engineering
Construtores atuais (2026)
Antigos construtores
Equipes que não correram
Embora as corridas dos campeonatos mundiais de1952 e1953 serem no regulamento daFórmula 2, construtores que também participaram durante esse período são incluídos na lista de construtores. Construtores que participavam apenas das500 Milhas de Indianápolis entre os mundiais de1950 e1960 não são listados.
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