Foi coroado a23 de julho de1999, somente algumas horas depois da morte de seu pai.
É o 23º rei dadinastia alauita, que tem reinado no Marrocos desde 1666 e cujo 350.º aniversário se comemorou em 2016. Também detém, de acordo com a constituição marroquina, o título demiralmuminim (Comandante da Fé ou chefe religioso).[3]
Após assumir, Maomé se tornou conhecido como um modernizador e apoiador da democracia. No entanto, nem todos concordam com os adjetivos. Em 2019, o jornalista Aziz Chahir escreveu no jornal Middle East Eye que "apesar das inúmeras promessas de reforma, o reinado do rei Mohammed VI acabou tomando o caminho de um autoritarismo corporativo, mitigado por tentativas esporádicas de democratização". Ele também escreveu que o governo de Maomé "privilegia a personificação do governo, a concentração de poderes e a dominação política dos oponentes".[3]
Em 21 de março de 2002, desposouSalma Bennani emRabat, concedendo-lhe o título deprincesa consorte. No entanto, o casal se separou inesperadamente no início de 2018. Eram "a imagem da família real perfeita que conseguiu, pela primeira vez em Marrocos, um equilíbrio entre a tradição e a modernidade", escreveu o jornal I Online dePortugal à época.[4][5]
O rei do Marrocos, Maomé VI, discursa na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Marrakesh.
À época da separação do casal, Maomé havia passado por uma cirurgia cardíaca emParis.[4]
Em meados de 2020, o jornalista Aziz Chahir escreveu no jornal Middle East Eye que Maomé tinha problemas constantes de saúde e que havia passado por nova cirurgia no coração. Ele também levantou a possibilidade do filho de Maomé, Hassan, estar se preparando para assumir o trono.[6]