Mainz situa-se na margem esquerda doReno, frente à confluência com oMeno. População (2023): 223 318 (adicionalmente 18 619 pessoas mantêm uma residência principal noutros sítios mas têm uma segunda casa em Mainz)[9]. Com a redivisão dos estados alemães após a Segunda Guerra Mundial, Mainz perdeu os bairros localizados na margem direita do rio Reno, Kastel, Kostheim eAmöneburg, que passaram à administração da cidade deWiesbaden, atual capital deHesse, além dos bairros ao sul do rio Meno, Bischofsheim, Ginsheim e Gustavsburg, que passaram a fazer parte do distrito deGroß-Gerau. Até hoje, a cidade de Mainz e os próprios habitantes dos bairros do AKK (Amöneburg, Kastel, Kostheim) reivindicam que eles sejam devolvidos.
Noséculo I, a cidade deMogoncíaco (emlatim:Mogontiacum) foi ocupada peloImpério Romano, depois de batalhas com os povos germânicos residentes no local, sendo a capital da província romana daGermânia Superior. As construções romanas, como fortificações,aquedutos e obras de engenharia, estão preservadas até hoje. Naquela época a cidade era a base daLegio I Adiutrix e daLegio XXII Primigenia.
No final doséculo XV,Johannes Gutenberg, que tinha sua oficina em Mainz, inventou a imprensa de tipos móveis, sendo aBíblia o primeiro livro impresso. A 24 de agosto de 1348, os cerca de 3 mil judeus da cidade foram massacrados após uma batalha campal de vários dias, acusados de serem a causa daPeste Negra que grassava no Palatinado. ACatedral de Mainz (ou Catedral de São Martim) é um dos expoentes da arquitetura românica naEuropa e data doséculo X. O arcebispo de Mainz era um dospríncipes-eleitores doSacro Império Romano-Germânico.
A instituição de ensino mais importante é aUniversidade de Mainz (Johannes-Gutenberg-Universität) fundada em 1477. A universidade oferece cursos de graduação, pós-graduação e de especialização.