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Lolia Paulina

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Lolia Paulina
Imperatriz-consorte romana
Reinado38
Consorte dePúblio Mêmio Régulo
Calígula
Sucessor(a)Milônia Cesônia
Dados pessoais
Mortec.49
CasaJúlio-claudiana
PaiMarco Lólio
MãeVolúsia Saturnina
Filho(s)Caio Mêmio Régulo

Lolia Paulina (emlatim:Lollia Paolina; m.c.49) foi umaimperatriz-consorte romana, terceira esposa doimperadorCalígula, por um breve período de seis meses em 38 d.C.[1].

Família

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O pai de Paulina eraMarco Lólio, umcônsul, e sua mãe eraVolúsia Saturnina, irmã dosenador e cônsulLúcio Volúsio Saturnino. Sua avó materna era uma parente distante do imperadorTibério e seu tio paterno era o também senador e cônsulMarco Aurélio Cota Máximo Messalino. Seu avô paterno era o generalMarco Lolio Paulino. Finalmente, a irmã mais nova de Paulina eraLolia Saturnina, que se casou com o cônsulDécimo Valério Asiático, com quem teve um filho. Paulina ficou rica através da herança de seus parentes.

Casamentos

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O primeiro marido de Paulina,Públio Mêmio Régulo, foicônsul sufecto em 31 d.C. e governador daMacedônia e daAcaia.Tácito descreve-o como um homem"digno, influente e de bom nome". Régulo morreu em 62. Os dois tiveram pelo menos um filho,Caio Mêmio Régulo, que foi cônsul em 63.

Em 38, Paulina estava com ele na província que ele governava quando Calígula ordenou que ela deixasse o marido depois de ouvir um comentário sobre a beleza de sua avó — Paulina foi forçada a se divorciar de Régulo para se casar com Calígula, tornando-se sua terceira esposa e imperatriz no mesmo ano. O imperador se divorciou dela depois de apenas seis meses alegando que ela era infértil e a proibiu de se relacionar novamente com outro homem.

Algum tempo depois, Paulina se tornou uma rival da irmã de Calígula,Agripina, e foi considerada uma opção para ser a quarta esposa do tio dele, o imperadorCláudio, quando a terceira,Valéria Messalina, faleceu. Em 49, Agripina, já casada com Cláudio, fez com que Paulina fosse acusada de bruxaria e, sem um julgamento, tivesse seus bens confiscados e fosse exilada.

Tácito relata que Paulina foi forçada a cometer osuicídio sob a vigilância da guarda imperial e que a ordem teria sido dada por Agripina.

Seu túmulo só foi erigido durante o reinado do imperadorNero.

Reputação

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Lolia Paulina foi mencionada na "História Natural" dePlínio, o Velho", como um exemplo de ostentação romana, supostamente por vestir uma grande parte de sua herança num banquete, na forma de jóias que valeriam por volta de 40 milhões desestércios[2]. A reclamação de Plínio foi feita no contexto deRoma estar comprando grandes quantidades deespeciarias epérolas indianas, como as usadas por Lolia"até mesmo nos sapatos".

Ver também

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Lolia Paulina
Nascimento:  ?Morte: 49
Títulos reais
Precedido por:
Lívia Orestila
Imperatriz-consorte romana
38
Sucedido por:
Milônia Cesônia

Referências

  1. Aut. E. Groag, A. Stein, L. Petersen - e.a. (edd.),Prosopographia Imperii Romani saeculi I, II et III, Berlin, 1933-x, L 308. (PIR2)
  2. Prof. Menachery, George, quoted in Kodungallur, 1987, 2000.

Bibliografia

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Principado
27 a.C.–235 d.C.
Crise
235–284
Dominato
284–610
Império do Ocidente
395–480
Império do Oriente
395–610
Império do Oriente/
Bizantino

610–1453
Itálico indica uma coimperatriz júnior,sublinhado indica uma imperatriz cuja legitimidade do marido é debatida, enquantonegrito indica uma imperatriz reinante
Controle de autoridade
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