OLibération é umjornal de opinião diário publicado emParis,França. Fundado em1973, com apoio deJean-Paul Sartre, que foi seu primeiro editor, oLibération se posicionou na época de seu lançamento àextrema-esquerda. Depois da morte de Sartre e após uma crise que quase o levou ao fechamento, mudou para um posicionamentosocial-democrata. Ainda hoje oLibe (como é chamado amigavelmente por seus leitores) conserva seus princípiosprogressistas. Em 2013, teve uma circulação de cerca de 101.000 exemplares[1]
A aquisição deEdouard de Rothschild de uma participação de 37% do capital em 2005[2] e a campanha do editor Serge July para o voto "sim" no referendo que estabelecia umaConstituição para a União Europeia no mesmo ano[3] alienou parte dos seus de esquerda.[4] Sua linha editorial é atualmente decentro-esquerda.[5]
Depois do "utopismo" do início, o jornal não parou de se profissionalizar, para se tornar, no melhor sentido do termo, uma instituição na França. Criador de um estilo feito de independência, insolência, pesquisas de campo e verdadeira relação de cumplicidade com seus leitores, oLibération sempre soube ser o reflexo dos movimentos de sociedade de sua época. Como os franceses gostam muito derádio etelevisão, o estilo visual do jornal trata a informação como um “grande acontecimento”, dando muita importância à maquete, ao aspecto visual do jornal. No restante, tem uma prática inversa à da televisão, já que tem padrão mais analítico, com muitas reportagens para expor diferentes pontos de vista e abrir colunas para a expressão direta.
OLibération é o jornal francês com maior investimento na área digital, já que seu site é atualizado a cada 30 minutos.
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