Leitura cerebral utiliza as múltiplas respostas dosvoxeis nocérebro "chamadas" porestímulos, após isso são detectadas porIRMf de forma a decodificar o estímulo fisiológico original. Os estudos relacionados à leitura cerebral diferem no tipo de decodificação (isto é, classificação, identificação e reconstrução) empregada, o alvo (isto é, decodificação de padrões visuais, padrões auditivos e estados cognitivos), e os algoritmos de decodificação (classificador linear, classificação não-linear, reconstrução direta, reconstrução bayesiana, etc.) empregados.
Em classificação, é usado um padrão de atividades através de múltiplos vóxeis para determinar a classe particular de onde o estímulo foi elaborado.[1] Muitos estudos tem classificado estímulo visual, mas essa abordagem também tem sido usado para classificar estados cognitivos.
Na reconstrução, no âmbito da leitura cerebral, o objetivo é criar um representação exata da imagem que foi apresentada. Estudos iniciais usaram voxeis de áreas docórtex visual primário (V1, V2, V3) para a reconstrução geométrica dos estímulos estruturados como padrões de tabuleiro xadrez bruxuleantes (piscantes).[2][3]
Estudos mais recentes usaram voxels desde o córtex visual primário até ocórtex extra-estriado (áreas visuais V3A, V3B, V4 e ooccipital lateral) junto com técnicas deinferência bayesiana para reconstruir imagens naturais complexas. A abordagem de leitura cerebral usa três componentes:[4]
Experimentalmente, o procedimento é para os indivíduos verem 1750 imagens naturais empreto e branco, todas correlacionadas com a ativação do voxel no cérebro deles. Então os indivíduos visualizam outras 120 novas imagens e as informações dos primeiros escaneamentos é utilizada para reconstrui-las. Entre as imagens naturais empregadas incluem-se "fotografias" de um porto, artista em um palco e folhagem densa.[4]
É possível identificar qual de duas formas de ilusões binoculares rivais uma pessoa experimentou subjetivamente através de sinais IRMf.[5] A categoria do evento que a pessoa se recorda livremente pode ser identificada, dos sinais IRMf, depois de disserem o que se lembram.[6] Análise estatística daeletroencefalografia de ondas cerebrais tem reivindicado a possibilidade de reconhecimento defonemas, e, a um percentual entre 60% a 75%, o nível da cor e o formato visual das palavras.[7] Também foi demonstrado que leitura cerebral pode ser feita em um ambiente virtual complexo.[8]
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