Empresa tipo de indústria (indústria manufatureira vehicle industry) - - -
Data/Ano
1893
Fonte
Grande Enciclopédia Soviética (1926—1947), Enciclopédia Soviética Armênia, vol. 1
Commons
Automotive industry
Composto de
Manufacture of parts and accessories for motor vehicles manufacture of bodies (coachwork) for motor vehicles; manufacture of trailers and semi-trailers manufacture of motor vehicles
Resulta em
automóvel, veículo automóvel, camião, motocicleta
Parte de
division in classification of productive activities
Diferente de
car industry vehicle construction vehicle construction vehicle industry
Aindústria automobilística,indústria automotiva ouindústria de automóveis, é aindústria envolvida com o projeto, desenvolvimento, fabricação,publicidade e a venda de veículosautomóveis. Em 2006, mais de 69 milhões de veículos, incluindo automóveis e veículos comerciais, foram produzidos no mundo.[1] Em2006, mais de 16 milhões de automóveis foram vendidos nosEstados Unidos, mais de 15 milhões naEuropa Ocidental e cerca de 7 milhões naChina.[2] Em2007 vem sendo observada uma estagnação nosmercados daAmérica do Norte, daEuropa e doJapão, enquanto ocorre um crescimento nos mercados daAmérica do Sul, especialmente doBrasil, e daÁsia, naCoreia do Sul e naÍndia.
A indústria automóvel produzautomóveis para auxiliar no deslocamento e/outransporte da população, debens ouserviços. Atualmente os automóveis estão entre os bens de maior necessidade, expandindo sua relevância a diversos campos da natureza humana. O automóvel, hoje, representa para muitos umsímbolo. Em teoria, as pessoas optam por veículos por necessidade. Porém, a industria automóvel já percebeu que os veículos poderiam ter maior ou menor procura em função de sua aparência. Um automóvel pode transmitir uma "ideia" de como o seu dono é, ou de como ele gostaria de ser.
Com o aumento da população mundial, a redução de custos de produção, a revolução dos materiais, e com técnicas de fabricação inovadoras, a frota deautomóveis cresce a cada ano, um conjunto de problemas inimagináveis na época da criação do automóvel. Apoluição, o barulho, os acidentes, oscongestionamentos, são alguns dos problemas oriundos do número excessivo de automóveis nos centros urbanos.
Algumas cidades do mundo tentam controlar, ou simplesmente proíbem, o uso de veículos. Há diversas maneiras de limitar o uso dos automóveis nas grandes cidades. O fato é que as indústrias de automóveis não parecem se importar muito com o grande número de carros naTerra. Ao contrário, a disputa entre os fabricantes é acirrada. Os grandes fabricantes de automóveis, gastam milhões dedólares por ano, na tentativa de convencer o usuário final, isto é, a população, de que o seu "produto" é melhor.
A indústria automóvel, em geral, pesquisa e investe cada vez mais, elevando o nível a umcusto somente suportado por grandes empresas e por nações realmente desenvolvidas e com um alto poder de compra.
Alguns fabricantes de veículos acabam por tornar-se uma espécie de representantes nacionais, como por exemplo aFord é para osEstados Unidos, ou aFerrari é para ositalianos, entre outros. Há casos de grandes nações produtoras e consumidoras de veículos mas que não possuem um "representante". Este é o caso doBrasil, possui fabricantes diversos, exportam para todo o globo, contudo não tem uma marca internacionalmente expressiva.
De volta ao Governo em 1951,Getúlio Vargas encomenda aoCapitãoLúcio Meira, sub-chefe da Casa Militar, um estudo sobre a viabilidade de implantar um indústria automobilística nacional.
A então Comissão de Desenvolvimento Industrial (CDI) criada em 1951 decide partir para o exterior em busca de apoio de fabricantes estrangeiros. Em troca de isenções fiscais e garantia de remessas delucro às matrizes, Lúcio Meira,Luís Dumont Villares, Humberto Monteiro, Jorge Resende, Alberto Pereira de Castro e Eros Orosco tem a missão de convencer os grandes fabricantes a investirem no Brasil.
Em 1952 o governo cria dentro da CDI a "Subcomissão de Jipes, Tratores, Caminhões e Automóveis", presidida por Lúcio Meira. De seus estudos resultam o Aviso 288 (agosto de 1952) da Carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil (CEXIM), que limita a concessão de licenças para aimportação de auto-peças que já produzidas no país e o Aviso 311 (abril de 1953) vetando a importação de veículos completos e montados.
Quem chega primeiro é aVolkswagen, em abril de 1953, inaugurando sua fábrica nobairro do Ipiranga, em São Paulo/SP. Em Julho de 1955 transforma-se emSociedade Anônima (Volkswagen do Brasil S.A.) com 80% decapital alemão e 20% do grupo Monteiro Aranha. No final do ano muda-se para um prédio próprio no km 23,5 da Via Anchieta emSão Bernardo do Campo/SP.
A segunda empresa a vir para o Brasil é a alemãMercedes Benz, que na verdade foi a primeira a assinar um contrato com a CDI, mas só iniciou a construção da sua fábrica em outubro de 1953, no km 15 daVia Anchieta.
Em 1954 Vargas cria a Comissão Executiva da Indústria de Material Automobilístico (CEIMA) para disciplinar e promover a fabricação de automóveis segundo um plano de nacionalização progressiva. A comissão não chega a ser instalada por força datrágica morte de Vargas. Enquanto o Brasil se engaja nas eleições, vinte projetos alemães, franceses e americanos aguardam nas gavetas. Os futuros fabricantes de veículos desligam-se do Sindicato da Indústria de Construção e Montagem do Estado de São Paulo para fundar uma entidade própria, a Associação Profissional dos Fabricantes de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares do Estado de São Paulo. A fase de montagem está superada, agora é ultimar os planos de fabricação.
Em 21 de dezembro de 1955, o novo presidente eleitoJuscelino Kubitschek inaugura a fundição de motores diesel da Mercedes Benz (Sofunge).
Os anos de 1953 a 1956 tiveram poucos veículos montados, a maioria veículos comerciais, como caminhões e ônibus. Quando JK toma posse em 1956 a General Motors estava produzindo 140 veículos por mês embora sualinha de montagem permitisse 200 veículos por dia, num único turno! A Ford estava preparada para fabricar 125 veículos por dia e produzia apenas 10 por mês. Algumas montadoras interromperam sua produção, como a Varam Motors (carros e caminhões Fiat e Nash) e a Brasmotor/Brastemp[5] que desistira dos automóveisChrysler do Brasil e dos caminhõesDodge, DeSoto e Fargo, a espera de dias melhores.
Atualmente, 89,7 milhões de veículos são produzidos no mundo, sendo 3,1 milhões destes fabricados no Brasil. São calculadas em média 5 533 concessionárias e 31 fabricantes automotivos entre estados brasileiros, que, em seu todo, posicionam oBrasil como o 8º maior produtor de veículos no mundo.[carece de fontes?]
Em 2018 foram registados 2 566 433[6] veículos 2 099 611 no Brasil, dos quais[6] foram de passageiros, 375 754[6] comerciais ligeiros, 75 987[6] caminhões e 15 081[6] ônibus/autocarros. As exportações foram de 629 175[6] veículos e a produção de 2 880 724[6] veículos.