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Hypoxidaceae

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Como ler uma infocaixa de taxonomiaHypoxidaceae
Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Liliopsida/Monocotyledoneae
Ordem:Asparagales
Família:Hypoxidaceae
R.Br. (1814),nom. cons.
Géneros
9 géneros; c. 150 espécies
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Sinónimos
Hypoxis hemerocallidea.

Hypoxidaceae é umafamília deplantas com flormonocotiledóneas, integrada na ordemAsparagales, que agrupa cerca de 150espécies deherbáceasbulbosasperenes, repartidas por 9géneros, comdistribuição natural nas regiões subtropicais e tropicais deÁfrica,Ásia,Américas eAustrália.[1]

Descrição

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As espécies que integram a família Hypoxidaceae sãoplantas herbáceasperenes que apresentamcormos ourizomas como órgãos subsuperficiais de sobrevivência. São, em geral, plantas dehábito terrestre, embora algumas espécies sejamplantas aquáticas. Afolhagem pode permanecer durante todo o ano (espéciesperenifólias) ou cair durante a estação seca (espéciesdecíduas).[1]

As Hypoxiaceae podem ser reconhecidas pelas suasrosetas basais plicadas, ou pelo menos dobradas, constituídas porfolhas com bases persistentes, comindumento não glandular bastante proeminente. As folhas são alternas, com as que são basais espiraladas,sésseis oupecioladas, simples, lineares e inteiras. A lâmina foliar é inteira, linear ou lanceolada, comnervação paralelinérvea. Os bordos da folha são inteiros. As folhas apresentam ummeristema basal persistente e um desenvolvimento basípeto (isto é, desenvolvem-se desde a base da planta até ao ápice).

Asflores ocorrem eminflorescências lineares terminais, embora algumas espécies apresentem flores isoladas ou emumbelas. Os tipos deinflorescências mais comuns são osrácemos, asespigas, e oscapítulos. Em alguns casos a inflorescência apresentabrácteas involucrais.

As flores sãobissexuadas, vistosas,actinomorfas (regulares), cíclicas, compostas porverticilos trímeros, desprovidas denectários. Apresentam geralmente ocálice e acorola unidos, mas otubo perigonial (uma fusão das tépalas na sua base) pode estar presente ou ausente. Apresentam 4-6tépalas, livres ou soldadas, em dois verticilos similares. A coloração das tépalas pode ser amarela, branca, ou, mais raramente, vermelha, embora overticilo externo dastépalas tenda a ser verde por fora.

Ogineceu é gamocarpelar, com quatro ou seisestames férteis, mais raramente três. Osestames são livres, geralmente ligados aoperigónio e mais ou menos ligados ou livres dogineceu. Asanteras são basifixas ou dorsifixas, comdeiscência longitudinal. Amicrosporogénese é sucessiva e os grãos depólen apresentam duascélulas quando atingem a maturidade.

Ogineceu é tricarpelar, comovário ínfero com dois ou três lóculos (apenas um no caso deEmpodium), com aplacentação na maioria das vezes axial. Apresenta um ou trêsestiletes, livres ou parcialmente unidos, com um canal estilar. Oestigma é do tipo seco, com papilas. É frequente a presença de uma parte tubular delgada no ápice do ovário, formada por tépalas fixas ou por um pico apical do mesmo ovário.[2]

Osóvulos podem serarilados ou não arilados,anátropos ou hemianátropos,bitégmicos. O desenvolvimento dosaco embrionário é do tipoPolygonum ouAllium. Osnúcleos polares fundem-se antes dafertilização. Ascélulas antipodais são proliferativas ou efémeras. O desenvolvimento doendosperma é nuclear ouhelobial.

Ofruto pode ser seco, do tipocápsula, ou carnudo, do tipobaga, deiscentes ou indeiscentes. Assementes apresentamendosperma oleoso com atesta rica emfitomelaninas, e por isso negra ou castanho-escura. Oembrião é curto e pouco diferenciado.

Osnúmeros cromosómicos básicos são x=6 a 9 e 11, com oscromossomas com 2-5 µm de comprimento.[3][4]

As hipoxidáceas não sãoplantas cianogenéticas, sendo também desprovidas dealcaloides,protoantocianidinas,ácido elágico esaponinas. Pelo contrário, apresentamfalvonóis, como por exemplo, aquercetina.[4]

Distribuição geográfica

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A família Hypoxidaceae temdistribuição natural do tipo pantropical, estando presenes nas regiões subtropicais e tropicais deÁfrica,Ásia,Américas eAustrália,[1] mas comcentro de diversidade na África. No Brasil a família apresenta ampla distribuição, podendo ser encontrada em todos os estados das cincoregiões geográficas.

Filogenia e sistemática

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Flores e folhas deCurculigo orchioides.
Flor deHypoxis hirsuta.
Aspecto geral deRhodohypoxis baurii em flor.
Flor deSpiloxene capensis.

Osistema APG IV, de 2016, reconhece esta família e coloca-a na ordemAsparagales, situação que se mantém sem alterações desde osistema APG II, de 2003.[5][6] Esta família integra 9géneros com cerca de 150espécies,[7] comcentro de diversidade nos trópicos da África edistribuição pantropical.

Na presente circunscrição dasAsparagales, é possível estabelecer umaárvore filogenética que, incluindo os grupos que embora reduzidos à categoria de subfamília foram até recentemente amplamente tratados como famílias, assinale a posição filogenética das Hypoxidaceae:[8][9]

Asparagales

Orchidaceae

Boryaceae

Hypoxidaceae s.l.

Blandfordiaceae

Lanariaceae

Asteliaceae

Hypoxidaceae s.s.

Ixiolirionaceae

Tecophilaeaceae

Doryanthaceae

Iridaceae

Xeronemataceae

Asphodelaceae

Hemerocallidoideae (=Hemerocallidaceae)

Xanthorrhoeoideae (=Xanthorrhoeaceaes.s.)

Asphodeloideae (=Asphodelaceae)

Asparagales 'nucleares' 
Amaryllidaceae s.l.

Agapanthoideae (=Agapanthaceae)

Allioideae (=Alliaceaes.s.)

Amaryllidoideae (=Amaryllidaceaes.s.)

Asparagaceae s.l.

Aphyllanthoideae (=Aphyllanthaceae)

Brodiaeoideae (=Themidaceae)

Scilloideae (=Hyacinthaceae)

Agavoideae (=Agavaceae)

Lomandroideae (=Laxmanniaceae)

Asparagoideae (=Asparagaceaes.s.)

Nolinoideae (=Ruscaceae)

A posição filogenética e acircunscrição taxonómica das Hypoxidaceae têm variado consideravelmente. Em muitos dos sistemas tradicionais de base morfológica a família aparecia tratada como uma subfamília (asHypoxidoideae) dentro de uma famíliaAmaryllidaceae com circunscrição muito alargada.[10][11][12][13][14] Modernamente, foi reconhecida como uma família independente, inicialmente colocada na ordem dasLiliales porA. Takhtajan e porRolf Dahlgren.[15][16] Nosistema de Cronquist estes géneros também eram reconhecidos como formando uma família independente mas mais próxima dasliliáceas. Finalmente, nos sistemas de classificação de plantas de base filogenética, tais como osistema de classificação APG, reconhecem esta família incluindo-a dentro da ordem dasAsparagales.[2][17]

Na sua presente circunscrição, e como se pode observar no cladograma acima, a família (quando considerada em sentido estrito) é ogrupo irmão da famíliaAsteliaceae, isto considerando uma família Hipoxidaceae cuja circunscrição deixa de fora, para além das Asteliaceae, asBlandfordiaceae e asLanariaceae, embora a famíliaLanariaceae, com o seu único géneroLanaria, tenha sido considerada um membro das famíliasHaemodoraceae[18] ouTecophilaeaceae.[19]

Contudo, estas famílias, em conjunto com a família Asteliaceae, e provavelmente tambémBoryaceae, formam umclado, asHypoxidaceaesensu lato (grupo irmão dasBoryaceae), as quais, com excepção do posicionamento de Boryaceae, tem um bom apoio comoclado nasanálises moleculares. Umasinapomorfia potencial para estas famílias é a estrutura doóvulo, que pelo menos em Asteliaceae, Blandfordiaceae, Lanariaceae e Hypoxidaceae apresenta uma constriçãochalazal e umacoifa nucelar ("nucellar cap"). Uma sinapomorfia potencial para estas famílias é a estrutura do óvulo: pelo menos Asteliaceae, Blandfordiaceae, Lanariaceae e Hypoxidaceae apresentam uma constrição chalazal e uma coifa nucelar ("nucellar cap"). Deixando de fora o clado das Boryaceae, alguns autores sugerem que estas famílias se deveriam fundir numa família Hypoxidaceaesensu lato.[20]

Dentro deste clado,Asteliaceae + Hypoxidaceae +Lanariaceae formam por sua vez um clado com apoio de 100 % debootstrap. A morfologia também fornece algum apoio para estas relações: Asteliaceae e Hypoxidaceae formamrosetas recobertas por pelos multicelulares ramificados (também Lanariaceae apresentatricomas multicelulares), e apresentam canais radiculares preenchidos pormucilagem (este último carácter também está presente nas Lanariaceae), masBlandfordia (único género deBlandfordiaceae) não compartilha estes caracteres. Para além disso, este clado apresentaestomas paracíticos, a lâmina dafolha apresenta umanervura principal distintiva, para além dogineceu mais ou menos ínfero, e ummicrópilo bi-estomal. O grupo [Asteliaceae + Hypoxidaceae] apresentaflavonóis,endosperma de paredes delgadas,cotilédone não fotossintético, e alígula larga.

As relações atrás descritas podem ser condensadas nocladograma abaixo, o qual mostra a forma como este grupo de famílias da ordem Asparagales se relaciona com as Hypoxidaceae na sua versão lata e estrita:[2]

Orchidaceae

Boryaceae

Hypoxidaceae sensu lato 

Blandfordiaceae

Lanariaceae

Asteliaceae

Hypoxidaceae

Taxonomia

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De acordo com oWorld Checklist of Selected Plant Families (Setembro de 2014), a família contém 9 géneros e cerca de 150 espécies assim repartidas:[21][22][23][24]

  • CurculigoGaertn.,Fruct. Sem. Pl. 1: 63 (1788) — inclui 13 espécies nativas das regiões tropicais e subtropicais doHemisfério Sul; apresentam umrizoma como órgão subterrâneo de perpetuação e de reserva; as flores são amarelas, com um longo tubo perigonial; o fruto é uma baga que ocorre rodeada pelas bases foliares e mantém os restos do tubo perigonial persistente.[25]
  • EmpodiumSalisb.,Gen. Pl.: 43 (1866) — integra 7 espécies oriundas dosul da África; o órgão subterrâneo de reserva é um cormo; as folhas são lineares ou em forma de espada (ensiformes); as flores apresentam forma de estrela, amarelas por dentro e verdes por fora; floresce no outono.[26]
  • HypoxidiaF. Friedmann,Bull. Mus. Natl. Hist. Nat., B, Adansonia 1984: 454 (1985) — inclui 2 espécies nativa dasilhas Seychelles, as quais têm sido tratadas dentro deCurculigo por alguns taxónomos.[27]
  • HypoxisL.,Syst. Nat. ed. 10, 2: 986 (1759) — é o maior género da família, com 87 espécies que se distribuem pela África tropical e subtropical, Américas, sueste da Ásia e Austrália; o órgão subterrâneo de reserva é umrizoma vertical ou um cormo; as folhas são pilosas e as flores têm forma de estrela, usualmente amarelas ou, por vezes, brancas; não apresentam tubo perigonial; o fruto é uma cápsula.[28][29][30]
  • MolineriaColla,Hortus Ripul., App. 2: 333 (1826) — inclui 7 espécies com uma ampla distribuição, que vai desde as regiões tropicais da Ásia até àAustrália (Queensland).
  • PauridiaHarv.,Gen. S. Afr. Pl.: 341 (1838) — integra apenas 2 espécies, oriundas daProvíncia Ocidental do Cabo; apresentam cormos como órgãos de reserva; as flores são campanuliformes, de coloração branca a rosado pálido.[31]
  • RhodohypoxisNel,Bot. Jahrb. Syst. 51: 257 (1914) — é umgénero com 6 espécies nativas dosul de África, particularmente da região das montanhasDrakensberg; os membros deste género são pequenasgeófitasperenes com até 15 cm de altura que perdem a sua parte aérea e permanecem em repouso durante o inverno; o órgão de reserva subterrâneo é umrizoma; as tépalas das flores são brancas, rosadas, vermelhas ou variegados de rosa e branco; pelas suas belas e coloridas flores, as espécies deRhodohypoxis são utilizadas como ornamentais em muitas regiões, existendo numerosas variedades no comércio de floricultura, sendoRhodohypoxis baurii a espécie mais cultivada.[32]
  • SaniellaHilliard &B.L.Burtt,Notes Roy. Bot. Gard. Edinburgh 36: 70 (1978) — inclui 2 espécies oriundas de uma região do sul de África que vai daProvíncia do Cabo até aoLesoto. Estas espécies são muito similares às incluídas nos génerosPauridia eEmpodium.[33]
  • SpiloxeneSalisb.,Gen. Pl.: 44 (1866) — inclui 19 espécies que se distribuem desde aNamíbia à Província do Cabo; é um género estritamente relacionado comHypoxis e, por isso, muitos taxónomos o incluem no seu âmbito; apresenta cormos que se renovam anualmente; as flores têm forma de estrela e são de coloração dourada a amarela, embora ocorram também espécies com flores brancas e, raramente, rosadas; floresce na primavera.[34][35]

No Brasil são nativos os génerosCurculigo (=Heliacme) eHypoxis.

Importância económica

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Flores de Rhodohypoxis bauri.

Algumas espécies da família Hypoxidaceae apresentam considerável importância económica comoplantas ornamentais em jardins das regiões com climas subtropicais e tropicais. Os géneros que se cultivam com esse objectivo sãoCurculigo,Hypoxis eRhodohypoxis.

A espécieMolineria capitulata (Lour.) Herb. (o mesmo queCurculigo capitulata), de folhas largas, nativa daIndochina, é cultivada como planta ornamental naCosta Rica,[36] sendo também utilizada empaisagismo em diversas regiões dos trópicos e subtrópicos, sendo considerada apropriada para forrações de altura média em locais de grande terreno, como parques.

Referências

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  1. abcPacific Bulb Society.«Hypoxidaceae» (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  2. abcStevens, P. F. (2001).«Angiosperm Phylogeny Website (Versión 9, junho de 2008, e actualizado desde então)» (em inglês). Consultado em 12 de janeiro de 2009 
  3. Novara, L. J. 2006.«Flora del Valle de Lerma.» HypoxidaceaeR.Br. Aportes Bot. Salta Ser. Flora 7. (15): 5p.
  4. abWatson, L.; Dallwitz, M. J.«Hypoxidaceae».The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, and information retrieval.Version: 25th November 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009.Cópia arquivada em 15 de outubro de 2008 
  5. Angiosperm Phylogeny Group (2003).An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG II.Botanical Journal of the Linnean Society 141(4): 399-436.doi: 10.1046/j.1095-8339.2003.t01-1-00158.x
  6. Angiosperm Phylogeny Group (2009).An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG III.Botanical Journal of the Linnean Society161: 105-121.
  7. Christenhusz, M. J. M.; Byng, J. W. (2016).«The number of known plants species in the world and its annual increase». Magnolia Press.Phytotaxa.261 (3): 201–217.doi:10.11646/phytotaxa.261.3.1Acessível livremente 
  8. Chase et al 2009
  9. Stevens 2016,Asparagales
  10. Wettstein, R. 1911. Handbuch der Systematischen Botanik. Ed. II.
  11. Pax, F. & K. Hoffmann. 1930.Die nat.Pflanzenfam. ed. 2.
  12. Hutchinson, J. 1934.Families of Flowering Plants: 678.
  13. Lawrence, F. 1951.Taxonomy of Vascular Plants: 397.
  14. Stebbins, G. L. 1974.Flowering plants: evolution above the species level. 1974.
  15. Takhtajan. A. 1969. «Flowering plants, origin and dispersal.»Bot. Rev. 4:1-251.
  16. Dahlgren, R. M. T. 1980.Bot. J. Linn. Soc. 80.
  17. The Angiosperm Phylogeny Group (Birgitta Bremer, Kåre Bremer, Mark W. Chase, Michael F. Fay, James L. Reveal, Douglas E. Soltis, Pamela S. Soltis and Peter F. Stevens, Arne A. Anderberg, Michael J. Moore, Richard G. Olmstead, Paula J. Rudall, Kenneth J. Sytsma, David C. Tank, Kenneth Wurdack, Jenny Q.-Y. Xiang & Sue Zmarzty). 2009.«An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG III.»Botanical Journal of the Linnean Society 161, 105-121.
  18. Hutchinson, J. (1967).The Genera of Flowering Plants. Oxford: Clarendon Press 
  19. Dahlgren, R. M.; Clifford, H. T., Yeo, P. F. (1985).The families of the monocotyledons. Springer-Verlag ed. Berlim: [s.n.] A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda)
  20. Soltiset al. (2005).
  21. WCSP (2011),World Checklist of Selected Plant Families, The Board of Trustees of theRoyal Botanic Gardens, Kew, consultado em 24 de maio de 2011 , search for "Asteliaceae"
  22. Rafaël Govaerts (editor):Asteliaceae. In:World Checklist of Selected Plant Families (WCSP) – The Board of Trustees of the Royal Botanic Gardens, Kew.
  23. «Royal Botanic Gardens, Kew: World Checklist Series» (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 
  24. Stevens, P. F. (2001 onwards). Angiosperm Phylogeny Website. Version 12, July 2012 [and more or less continuously updated since].http://www.mobot.org/MOBOT/research/APweb/
  25. Flora of Zimbabwe.«Curculigo Gaertn. Description of the genus» (em inglês). Consultado em 26 de fevereiro de 2009 
  26. Pacific Bulb Society.«Empodium» (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  27. Friedmann, F. 1985. «Note sur les Hypoxidaceae des Seychelles et description du genre nouveauHypoxidiaBull. Mus. Natl. Hist. Nat. (or, Sér. 3, Bot.) ser. 4, 7:453-460.
  28. Pacific Bulb Society.«Hypoxis» (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  29. Yashica Singh. South African National Biodiversity Institute. (setembro de 2004).«Hypoxis L.».Plantzafrica. (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  30. Flora of Zimbabwe.«Hypoxis L. Description of the genus» (em inglês). Consultado em 26 de fevereiro de 2009 
  31. Pacific Bulb Society.«Pauridia» (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  32. Pacific Bulb Society.«Rhodohypoxis» (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  33. Burtt, B. L. 2000. «Saniella and its relation to other South African genera of Hypoxidaceae.»Edinburgh Journal of Botany (2000), 57:1:63-70
  34. Pacific Bulb Society.«Spiloxene» (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  35. Dee Snijman. South African National Biodiversity Institute. (setembro de 2007).«Spiloxene Salisb.».Plantzafrica. (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2009 
  36. M. H. Grayum. (setembro de 2007).«Hypoxidaceae».Instituto Nacional de Biodiversidad. Costa Rica. (em inglês). Consultado em 26 de fevereiro de 2009.Cópia arquivada em 4 de maio de 2003 

Bibliografia

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  • Rudall, P. J., Chase, M. W., Cutler, D. F., Rusby, J., de Bruijn, A. Y. 1998. «Anatomical and molecular systematics of Asteliaceae and Hypoxidaceae.»Bot. J. Linn. Soc. 127. 1-42.
  • Singh, Y. 2007 «Hypoxis (Hypoxidaceae) in southern Africa: taxonomic notes.»S. Afr. J. Bot. 73. (3): 360-365.
  • Singh, Y. 2006. «Hypoxis (Hypoxidaceae) in Africa: list of species and infraspecific names.»Bothalia 36. (1): 13-23.
  • Wiland Szymanska, J., Nordal, I. 2006. «Flora of tropical East Africa. Hypoxidaceae.»Kew: Royal Botanic Gardens, Kew for the East African Governments 25p.ISBN 1-84246-167-2
  • Souza, V.C. Lorenzi, H. 2012. Botânica Sistemática: Guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG III. 3.ª ed. Editora Plantarum. 768 pp.
  • Stevens, P. F. (2001).«Hypoxidaceae».Angiosperm Phylogeny Website (Versión 9, junio del 2008, y actualizado desde entonces) (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 
  • Watson, L.; Dallwitz, M. J.«Hypoxidaceae».The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, and information retrieval.Version: 25th November 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009.Cópia arquivada em 15 de outubro de 2008 
  • Lista de Espécies da Flora do Brasil
  • The Plant List
  • CEAP Design

Ligações externas

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