Nota: "Brasil Post" redireciona para este artigo. Para jornal semanal brasileiro publicado em língua alemã, veja
Brasil-Post.
HuffPost (anteriormenteThe Huffington Post e, por vezes abreviadoHuffPo)[3] é um agregador debloguesamericano criado porArianna Huffington e Kenneth Lerer e lançado em9 de maio de2005.[4]
Em7 de fevereiro de2011, foi anunciada a venda doHuffington Post (que tem mais acessos que oNew York Times) àAmerica OnLine (AOL) porUS$ 315 milhões dedólares. A operação cria um grupo de mídia com 117 milhões de visitantes por mês nos Estados Unidos. Segundo a AOL, Arianna Huffington não se desligará dosite e ocupará a presidência do recém-formadoThe Huffington Post Media Group. A previsão é de que o novo grupo alcance 270 milhões de pessoas no mundo.[5]
Em entrevista aoWashington Post, Arianna Huffington afirmou que com o apoio da AOL pretende expandir ojornalismo cidadão e utilizar a rede desites de jornalismo hiperlocal, da AOL, e Patch.com, para aumentar a cobertura antes das eleições de2012. Existe o temor de que o Huffington Post abandone suas raízes após ser vendido à AOL. Tina Dupuy, colaboradora do Huffington, disse que osite "pode ser uma vozalternativa ou pode ser uma grande revista daInternet e, claramente, evoluiu para isso".[6]
Diante da notícia da compra do"HuffPost" pela AOL, alguns blogueiros dosite de notícias americano querem receber uma parte do dinheiro. Eles criaram um grupo noFacebook chamado"Hey Arianna, Can You Spare a Dime?" ("Ei, Ariana, você pode dividir um trocado?"), criticando o fato de os colaboradores do site não serem remunerados: "Esse negócio de US$ 315 milhões com a AOL, junto com o salário anual de US$ 4 milhões [para Arianna], foi construído com a ajuda de escritores que nunca viram um centavo por seu trabalho. Nós pedimos que a senhora Huffington viva de acordo com os ideais que professa e divida os lucros com as pessoas responsáveis pelo sucesso do Huffington Post." Após a concretização do negócio com a AOL, Arianna enviou ume-mail a todos os colaboradores, dizendo que a visitação aos seus blogues cresceria muito, mas eles continuariam sem remuneração.[7]
Em adição às colunas permanentes na versão americana, bem como dos textos dos comentaristas habituais (Harry Shearer, John Conyers eRosie O'Donnell) e Roy Sekoff, Jamy Milano, editor do site, oHuffington Post também apresenta colunas das mais variadas personalidades, comoBarack Obama,Hillary Clinton,Norman Mailer,Saskia Sassen,John Cusack eBill Maher.[carece de fontes?]
Osite publicafuros de notícias atuais, sempre fazendo o contrapontoliberal à coberturaconservadora de sites como oDrudge Report. Comparado a outros blogues deesquerda, como oZnet ou oDaily Kos, oHuffington Post oferece tanto notícias como comentários, além de não estar limitado apenas ao campo dapolítica, oferecendo também discussões sobrereligião,cultura,ambientalismo,mídia,economia, entre outros.[carece de fontes?]
De acordo com o institutoNielsen, oHuffington Post recebeu 8,9 milhões de visitas únicas no mês de fevereiro de 2009 — a título de comparação, oDrudge Report recebeu 3,4 milhões de visitantes únicos no mesmo período. Isso representa um crescimento de quase 50% em relação a setembro de 2008, quando o site recebeu 4,5 milhões de visitantes individuais.[carece de fontes?]
Desde que foi lançado, osite recebeu alguns prêmios, nomeações e elogios, entre os quais o prêmioWebby de melhor blogue de política em 2006 e 2007, foi nomeado um dos 25 melhores blogues de 2009 pela revistaTime, assim como o blogue mais poderoso do mundo pela revistaThe Observer, e um de seus colunistas, Bennet Kelley, recebeu o prêmio do Clube de Imprensa deLos Angeles de melhor comentaristaon-line em 2007.[carece de fontes?]
No dia 2 de setembro de 2011 Arianna Huffington esteve emSão Paulo, apresentando uma palestra sobre "como as mídias sociais têm revolucionado as comunicações" e anunciou a versão brasileira doThe Huffington Post, o primeiro daAmérica Latina, e o sexto criado fora dos Estados Unidos, atrás apenas da versão britânica, canadense, espanhola, francesa, alemã e italiana.
Em 28 de janeiro de 2014, o Brasil virou o décimo país a receber uma versão própria dosite,[8] denominadoBrasil Post. A versão brasileira foi lançada em parceria com aeditora Abril.[9]
- Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria Fotografia, pela imagem "Repressão Policial contra secundaristas", de André Lucas Almeida, em 2016.[10]
- Prêmio Pulitzer em 2012 na categoria de reportagem nacional, pelo trabalho sobre os ex-combatentes americanos, que voltavam do Iraque e do Afeganistão, de David Wood.[11]
- Webby Awards de 2006 e 2007 de Melhor Blog de Política.[12]
Referências