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Gâmbia

13° 30′ N, 15° 30′ O
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Esta páginacita fontes, mas quenão cobrem todo o conteúdo. Ajude ainserir referências (Encontre fontes:Google (N • L • A • I • WP refs)  • ABW  • CAPES).(abril de 2023)

República da Gâmbia
Republic of The Gambia
Brasão de armas
Brasão
Lema: "Progress, Peace, Prosperity"
("Progresso, Paz, Prosperidade")
Hino: "For The Gambia, Our Homeland"
("Pela Gâmbia, Nosso Lar")
Localização de República de Gâmbia
CapitalBanjul
13° 27′ N, 16° 34′ O
Maior cidadeSerekunda
Língua oficialInglês
Língua nacional
Gentílicogambiano(a)[1]
GovernoRepública presidencialista
Adama Barrow
• Vice-presidente
Badara Joof
Independência 
• Data
18 de fevereiro de1965
Área
 • Total11 295km² (158.º)
 • Água (%)11,5
Fronteiracom oSenegal apenas, a norte, leste e sul
População
 • Estimativa para 20172,051,363 hab. (146.º)
 • Densidade140 hab./km² (52.º)
PIB (PPC)Estimativa para 2017
 • TotalUS$ 3,582 bilhões (171.º)
 • Per capitaUS$ 1,686 (151.º)
IDH (2021)0,500 (174.º) – baixo[2]
Gini (1998)50,2[3]
MoedaDalasi (GMD)
Fuso horário(UTC+0)
 • Verão (DST)não observado (UTC+0)
Cód. ISOGMB
Cód. Internet.gm
Cód. telef.+220
Website governamentalhttp://www.statehouse.gm/

Gâmbia, oficialmenteRepública da Gâmbia, é um pequeno país daÁfrica Ocidental que rodeia o curso inferior doRio Gâmbia. É rodeado peloSenegal por todos os lados exceto a oeste, onde faz fronteira com o Oceano Alântico. A sua capital éBanjul, que tem a área metropolitana mais extensa em todo o país.

Árabes muçulmanos fizeram comércio com locais da África Ocidental no território da Gâmbia durante os séculos IX e X d.C. Em 1455, osPortugueses foram os primeiros Europeus a entrar na Gâmbia, embora não tenham estabelecido rotas de comércio significativas lá. Em 1765, a Gâmbia tornou-se uma colónia britânica. Em 1965, a Gâmbia tornou-se independente doReino Unido. Entre 1982 e 1989, esteve unida ao país vizinho, sob o nome deSenegâmbia. Desde que se tornou um país independente, a Gâmbia teve apenas três presidentes –Dawda Jawara, que comandou o país por três décadas, até 2004 o governanteYahya Jammeh, que ascendeu ao poder ao comandar o golpe que derrubou seu antecessor eAdama Barrow eleito por eleições diretas em 2016.[4]

A economia da Gâmbia é centrada na agricultura, pecuária, pesca e principalmente no turismo.[5]

Em Julho de 2017, a população era de 2 051 363 de habitantes.[6]

Etimologia

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O nome "Gâmbia" é derivado do termo emlíngua mandingaKambra ouKambaa, que advém do instrumento sagrado Gamba dos povossererês, que consiste em um tipo especial decabaça tocada quando um ancião sererê morre.[7] O termo Gamba foi dado pelas populações nativas para designar orio Gâmbia.[8] Os exploradores portugueses, que chegaram à região no século XV, adotaram o nome do rio para designar a região, nome que foi preservado durante o domínio colonial britânico.[9]

Após a independência do país em 1965, o nome Gâmbia foi conservado. Após a proclamação da república em 1970, o nome oficial do país tornou-se República d'A Gâmbia, inserindo-se formalmente o artigo definido "A" antes de Gâmbia, com o nome do país ficando como "A Gâmbia".[10] A Gâmbia é um dos poucos países para os quais o artigo definido é comumente usado em seu nome e onde o nome não é plural nem descritivo (por exemplo, "asFilipinas" ou "oReino Unido").[11] O artigo também é usado oficialmente pelo governo do país e por organismos internacionais. Em 1964, pouco antes da independência do país, o primeiro-ministroDawda Kairaba Jawara escreveu ao Comitê Permanente de Nomes Geográficos para Uso Oficial Britânico solicitando que o nome Gâmbia mantivesse o artigo definido, em parte para reduzir a confusão com aZâmbia, que também havia se tornado independente recentemente.[12] O cientista da comunicação britânico-gambiano Sheriff Bojang M'Bai defende que o nome Gâmbia enfatiza, primariamente, a conexão da nação com o rio Gâmbia, uma característica geográfica definidora.[13]

A administração deYahya Jammeh mudou o nome longo para República Islâmica da Gâmbia em dezembro de 2015.[14] Em 29 de janeiro de 2017, o recém-eleito presidenteAdama Barrow mudou o nome de volta para República d'A Gâmbia.[15][16]

História

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Ver artigo principal:História da Gâmbia
Plano do Forte de Gâmbia na Ilha James
Selo de 1880

Gâmbia formou parte doImpério do Gana assim como doImpério Songai. Os primeiros testamentos escritos que se têm da região provêm de alguns textos escritos por comerciantes árabes, nos séculos IX e X, quando os comerciantes árabes criaram uma rota comercial, que comercializouescravos,ouro emarfim. Noséculo XV, os portugueses herdaram este comércio estabelecendo uma rota de comércio doImpério do Mali, o qual era pertencente à zona da época.[17]

Em 1588,António Prior do Crato vendeu os direitos de exclusividade de comércio na região dorio Gâmbia aosingleses, direitos que foram confirmados pela rainhaElizabeth I.[18] No ano de 1618 o rei inglêsJaime I deu a concessão de comércio na região de Gâmbia e daCosta do Ouro a uma companhia inglesa. Entre 1651 e 1661 partes da atual Gâmbia estiveram sob domínio daCurlândia, na época do príncipeJacob Kettler, vassalo daPolónia-Lituânia.[19]

Desde o final doséculo XVII e durante todo o XVIII a região dos rios Senegal e Gâmbia foi alvo da disputa entreingleses efranceses. Em 1783 oTratado de Paris deu a posse do rio Gâmbia aos ingleses, mas os franceses retiveram um enclave na região que só foi cedido ao Reino Unido em 1857. Mais de 3 milhões de escravos foram enviados desta região para as colónias naAmérica. Em 1807, a escravatura foi abolida noImpério Britânico, para tentar que os britânicos terminassem com o comércio de escravos na Gâmbia. Para isso, criaram o posto militar de Bathurst (hojeBanjul) em 1816. Nos anos seguintes,Banjul estava submetida à jurisdição do governador britânico naSerra Leoa. Em 1888, a Gâmbia converteu-se numa colónia autónoma e, um ano mais tarde, em colónia real.[20]

A Gâmbia ficou independente doReino Unido em 1965. Em 1970,Dawda Kairaba Jawara se converteu no primeiro presidente do novo estado e foi reeleito em 1972 e 1977.[21] Depois da independência, a Gâmbia melhorou seu desenvolvimento económico graças ao aumento nos preços de sua principal matéria de exportação, oamendoim, e ao desenvolvimento doturismo internacional. Em 1982, junto comSenegal, a Gâmbia formou aConfederação de Senegâmbia. O presidente Jawara foi derrotado em 1994 porYahya Jammeh, quem estabeleceu uma ditadura. Jammeh foi reeleito em 2001 e revogou a lei que proibia a existência de partidos opositores.[4][21]

Em 23 de novembro de 2010, a Gâmbia rompe todas as suas relações diplomáticas, económicas e políticas com oIrão.[22]

Geografia

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A Gâmbia é um dos menores países daÁfrica. Trata-se de uma longa faixa de terra pantanosa que se estende ao longo de cerca de 320 km para o interior daÁfrica ocidental mas nunca atinge os 50 km de largura, ao longo das duas margens dorio Gâmbia, navegável em todo o seu curso gambiano.[23][24] O país também inclui a ilha deSaint Mary, na foz do Gâmbia, onde se ergue a capital,Banjul, e ailha James, que foi declaradaPatrimónio Mundial pelaUNESCO.

Oclima é tropical, semelhante aos do vizinhoSenegal, do sul doMali e do norte doBenim. De junho a novembro há uma estação quente e bastante chuvosa. De novembro a maio as temperaturas são mais baixas e a estação é seca.[25]

Cerca de 56,1% das terras do país são cultiváveis. De terra cultivável permanente há 41%; culturas permanentes 0,5%; pastagem permanente 14,6%. São dados de 2011.

A fatia equivalente de área florestal é representada por 43,9%.[26]

Os assentamentos são encontrados espalhados ao longo dorio Gâmbia; as maiores comunidades, incluindo a capital deBanjul, e a maior cidade do país,Serekunda, são encontradas na foz do rio Gambia ao longo da costa atlântica.[27]

Demografia

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Banjul, a capital do país

O país possui pouco mais de 2 milhões de habitantes (2017), o que revela uma densidade de 140 habitantes por quilómetro quadrado. O país, apesar de possuir um território muito limitado, de apenas 11 295 quilómetros quadrados, apresenta diversas etnias. Grande parte da população é composta pelos mandingas (42%), seguidos pelosfulas, com 18%, osuolofes (16%), osdiúlas (10%), os seraulis (9%) e ainda outras etnias que, somadas, respondem por 5% dos gambianos. 99% da população é negra. Apenas 1% é branca, descendente principalmente de europeus, entre outros povos.

O levantamento de 2007 indica que56% da população do país vive nas cidades. A taxa de analfabetismo preocupa muito as autoridades, por ser muito alta, 57,5%. Apenas 42,5% da população acima dos 15 anos é alfabetizada.

Eis alguns dados sobre a demografia gambiana:

  • Mortalidade Infantil: 74,2/1 000 nascidos vivos (166º);
  • Fecundidade: 4,23 filhos por mulher;
  • Crescimento Demográfico: 2,3% ao ano;
  • Expectativa de vida: 59,4 anos.
    • Expectativa de vida masculina: 58,6 anos.
    • Expectativa de vida feminina: 60,3 anos.

Religião

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Em 2013, a Central de Inteligência Americana forneceu que 95,7% da população seguia o Islã como religião, 4,2% seguiam o cristianismo e de ateus apresentava 0,1 %.[28]

Quem promoveu a religião islâmica para a bacia da Senegâmbia, incluindo a Gâmbia, foram os comerciantes árabes berberes que regularmente atravessavam odeserto do Saara desde o ano 1000. Após a morte do profetaMaomé em 632, oIslã alcançou o norte da África. Noséculo XI, oFuta Toro, noSenegal, foi convertido ao islamismo. No mesmo século, o movimento puritano almorávida fez uma aparição entre as tribos berberes do sul daMauritânia e fez um forte impacto religioso lá. Foram essas pessoas convertidas que lançaram os fundamentos da religião na Gâmbia e no Senegal. [29]

Os primeiros viajantes comentaram favoravelmente a piedade, a bolsa e as características das importantes cidades comerciais. Por outro lado, eles também observaram a continuação dos costumes e cerimônias tradicionais que eram inaceitáveis ​​para o Islã. Parece que o Islã no vale da Gâmbia antes de 1800 era pouco mais do que uma crença imperial de grande prestígio que existia lado a lado com os cultos de outros deuses. Poucos governantes poderiam escapar da necessidade de tirar o poder e a legitimidade das religiões tradicionais. Muitas pessoas adoraram nas mesquitas e sacrificaram às divindades locais. [30]

Foi principalmente por esta razão que, na última parte doséculo XIX, os jiadistas gambianos, comoMaba Diakhou eFoday Kabba Dumbuya, castigaram governantes nominalmente muçulmanos por suas práticas religiosas relaxadas em seus estados e, assim, travaram asGuerras Soninquê-Marabuto que grassaram na Gâmbia por toda parte oséculo XIX colocando o Islã em uma nova base.[31]

Os cristãos por sua vez, passaram a existir em Gâmbia com práticas durante e depois da ocupação britânica nos séculos XVIII, XIX e XX, mesmo sendo minoria na representação religiosa.


Cidades mais populosas daGâmbia
http://www.geonames.org/GM/largest-cities-in-gambia.html
 
PosiçãoLocalidadeProvínciaPop.
1SerekundaBanjul337 733
2BakauBanjul43 098
3BanjulBanjul34 589
4FarafenniNorth Bank29 867
5LaminNorth Bank24 797
6SukutaWestern (Gâmbia)15 131
7Basse Santa SuUpper River14 380
8GunjurWestern (Gâmbia)14 088
9SomaLower River9 869
10SabiUpper River7 738

Política

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Adama Barrow, presidente do país.

A vigenteConstituição de Gâmbia foi aprovada, depois de umreferendo, em 16 de janeiro de 1997, após umgolpe de estado em 1994 que dissolveu o Parlamento e derrogou a Constituição de 1970.

A Gâmbia é uma Repúblicapresidencialista. O Presidente da República é eleito porsufrágio universal para um período de cinco anos. Opoder legislativo reside na Assembleia Nacional composta por quarenta e oito membros, dos que 43 são eleitos por sufrágio universal, e cinco os escolhe o Presidente da República.

Opoder executivo está dividido entre oChefe do Estado e oPresidente do Governo, nomeado pela Assembleia entre uma trinca eleita pelo Presidente da República.

Opoder judiciário articula-se em volta do Tribunal Supremo que se organiza administrativamente segundo o modelo francês.

O novo presidente em Julho de 2017 lançou um projeto que poderá mudar a atual constituição do país.

Subdivisões

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A divisão administrativa da Gâmbia é feita num primeiro plano pordivisões. Depois, numa divisão paralela, que se mantém desde a independência do país em 1965, está dividido emÁreas de Governo Local, que por sua vez se dividem emdistritos. Existem 5 divisões e uma cidade,Banjul, com esse estatuto:

Subdivisões da Gâmbia

Economia

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Ver artigo principal:Economia da Gâmbia
Principais produtos deexportação de Gâmbia em 2019 (em inglês).

A Gâmbia é um estado agrícola economicamente subdesenvolvido, no qual 30% do PIB é fornecido pela agricultura, que emprega cerca de 75% da população ativa (cerca de 20% a mais que no início dos anos 1990). A principal cultura agrícola é tradicionalmente o amendoim, que serve como principal fonte de câmbio (40% do valor das exportações). A indústria é pouco desenvolvida e representada por pequenas e médias empresas. Existem empresas para a produção de materiais de construção, cerveja e refrigerantes, descascamento e processamento de amendoim. O artesanato é desenvolvido - curativos em couro, cerâmica e outros. O setor de serviços responde por 3,3% do PIB. O turismo está se desenvolvendo rapidamente, fornecendo um influxo de moeda forte no país.[32]

A Gâmbia não tem recursos naturais ou minerais confirmados, e tem umaagricultura pouco desenvolvida. Aproximadamente 75% de sua população depende do cultivo da terra ou da criação de animais para subsistência. As atividadesindustriais principais são o processamento deamendoim, peixes e peles. O comércio de reexportação era uma atividade económica importante, porém o aumento de fiscalização do governo a partir de 1999 e a instabilidade da moeda do país, odalasi, fez com que esta atividade sofresse redução.[33]

As belezas naturais do país e a proximidade com aEuropa tornaram-no um destinoturístico importante.[33] Sua economia era a 194.ª do mundo em 2007.[34]

Cultura

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Ver artigo principal:Cultura da Gâmbia

Literatura

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Aliteratura gambiana consiste na tradição literária oral e escrita do povo gambiano. A literatura oral, incluindo os griots tradicionais e diversas formas de poesia ritual, tem sido historicamente a forma predominante de transmissão cultural, em sintonia com a Senegâmbia em geral. Desde a década de 1960, surgiu uma literatura escrita gambiana em inglês, liderada por Lenrie Peters.

Na Gâmbia, como em grande parte daÁfrica Ocidental, a tradição literária oral tem sido historicamente a forma predominante de transmissão cultural. É o domínio dos griots,narradores tradicionais daSenegâmbia que frequentemente acompanham suas histórias com música tradicional, tocada em instrumentos como a kora. Essas histórias servem para preservar histórias familiares e valores morais, e historicamente os griots até acompanharam reis àguerra para fornecer encorajamento moral. Com a modernização, os griots tradicionais foram substituídos por artistas musicais e artistas como Jaliba Kuyateh.[35]

A literatura oral gambiana também abrange várias formas de expressão musicais epoéticas associadas a rituais ou eventos culturais, como o tassou, recitado antes de apresentações de dança; o baku, expressões poéticas usadas por lutadores para intimidar seus oponentes; e a poesia recitada em cerimônias de circuncisão.

A produção de literatura emlíngua inglesa na Gâmbia tem sido mais limitada do que em outros países anglófonos daÁfrica.[36] Os autores que escrevem sobre literatura africana tendem a ignorar a literatura gambiana ou declararam abertamente que não existe literatura gambiana.[37] John Povey, no volume de 1986 Literaturas africanas noséculo XX, afirmou que a Gâmbia tem "uma base mínima para qualquer literatura nacional identificável ou sustentada", visto que o próprio país existe como resultado da "indiferença colonial às fronteiras naturais".[38]

Tijan Sallah, um proeminente autor gambiano, argumenta que a questão de uma literatura gambiana distinta está intrinsecamente ligada à identidade nacional e à "narrativa que emergiu com a construção colonial da nação gambiana". Ele também argumenta que os textos que devem ser considerados parte de uma literatura gambiana "nacional" não podem ser limitados a um dos grupos étnicos do país e devem, portanto, necessariamente ser escritos em inglês, a língua franca do país, embora reconheça que tal definição é controversa.[39] Ele observa que a falta de um número suficiente de leitores com poder de compra suficiente, bem como de editoras e críticos literários na Gâmbia, impediram o desenvolvimento da literatura gambiana.

A obra "Negras Raízes", do autor afro-americanoAlex Haley, situa seu ancestralKunta Kinte na Gâmbia, tornando o país mundialmente famoso. Isso levou a um aumento no turismo de pessoas (especialmente afro-americanas) que desejam aprender sobre o tráfico de escravos.

Feriados

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Feriados
DataNome em portuguêsNome local
18 de fevereiroDia da IndependênciaIndependence Day
Festa móvelSexta-feira SantaHoly Friday
1 de maioDia do trabalhoWorker's Day
15 de agostoDia da AssunçãoAssumpcion's Day

Referências

  1. «Portal da Língua Portuguesa, Dicionário de Gentílicos e Topónimos da Gâmbia» 
  2. «Relatório de Desenvolvimento Humano 2021/2022» 🔗(PDF). Programa de Desenvolvimento das Nações Unida. Consultado em 8 de setembro de 2022 
  3. «CIA World Factbook, Lista de Países por Coeficiente de Gini» (em inglês) 
  4. abPublications, Europa (2003).Africa South of the Sahara 2004. [S.l.]: Psychology Press.ISBN 9781857431834 
  5. «The World Factbook».www.cia.gov. Consultado em 14 de dezembro de 2015 
  6. «The World Factbook :www.CIA.gov». Julho de 2017. Consultado em 23 de dezembro de 2017 
  7. Allen Meagher; Andrew Samuel; Baba Ceesay; National Council for the Arts and Culture (Gambia) (1998).Historic Sites of The Gambia: Ada Dinkiralu (Mandinka), Bereb-I-Chosan (Wolof), Tarica Tawal (Fula), Nannin (Jola), Soninke Ada (Serehuli), I-Mofan Chosan (Serer): an Official Guide to the Monuments and Sites of the Gambia. [S.l.]: National Council for the Arts and Culture. p. 1, 24  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)
  8. Godfrey Mwakikagile (2010).The Gambia and Its People: Ethnic Identities and Cultural Integration in Africa (em inglês). [S.l.]: New Africa Press. p. 141.ISBN 978-9987-16-023-5 
  9. Arnold Hughes; David Perfect (2006).A political history of The Gambia, 1816-1994. Rochester, NY: University of Rochester Press. p. 12–14.ISBN 978-1-58046-682-0 
  10. «Constitution of the Republic of the Gambia»(PDF). International Labour Organization. 1996. Consultado em 29 de janeiro de 2016.Cópia arquivada(PDF) em 4 de fevereiro de 2016 
  11. Tom Geoghegan (7 de junho de 2012).«Ukraine or the Ukraine: Why do some country names have 'the'?». BBC News. Consultado em 23 de fevereiro de 2023.Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2020 
  12. Abdur Rahman Alfa Shaban (19 de janeiro de 2017).«Why Africa's 'smiling coast' is officially referred to as 'The' Gambia». Africa News. Consultado em 28 de novembro de 2020.Cópia arquivada em 11 de abril de 2021 
  13. Sheriff Bojang M'Bai (2001). «The Role of the Gambia River in Shaping National Identity».Journal of African Studies.45 (3): 234–246 
  14. «La Gambie s'autoproclame 'État islamique'» (em francês). Europe 1. 13 de dezembro de 2015. Consultado em 14 de dezembro de 2015.Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2015 
  15. Aanu Adegun (29 de janeiro de 2017).«Adama Barrow removes 'Islamic' title from Gambia's name». Naij. Consultado em 31 de janeiro de 2017.Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2017 
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  17. «Ibn Battuta: Travels in Asia and Africa 1325–1354».Nature (em inglês).261 (124): 323-335. Agosto de 1929.doi:10.1038/124261b0 
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Bibliografia

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  • Gray, J. M. (1940).A History of the Gambia (em inglês) 2015 ed. Cambridge: Cambridge University Press.ISBN 9781107511965 
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