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Francisco Peçanha Martins

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Francisco Peçanha Martins
Ministro do Superior Tribunal de Justiça
Período5 de fevereiro de 1991
a 13 de fevereiro de 2008
Nomeação porFernando Collor de Mello
Antecessor(a)Carlos Velloso
Sucessor(a)Mauro Campbell Marques
Dados pessoais
Nascimento14 de fevereiro de1938
Salvador,BA
Morte24 de janeiro de2011 (72 anos)
São Paulo,SP
CônjugeClara Peçanha Martins
Alma materUniversidade Federal da Bahia(UFBA)
PrêmiosOrdem do Mérito Militar[1]

Francisco Peçanha MartinsGOMM (Salvador, 14 de fevereiro de 1938 —São Paulo, 24 de janeiro de 2011)[2] foi ummagistradobrasileiro, ministro aposentado doSuperior Tribunal de Justiça (STJ), cargo que ocupou de 1991 a 2008.

Carreira

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Mestre emDireitoEconômico pela Faculdade de Direito daUniversidade Federal da Bahia, onde também concluiu obacharelado, exerceu os cargos de oficial de gabinete do secretário de Interior e Justiça, diretor doFórum Rui Barbosa, consultor jurídico daSecretaria de Agricultura eadvogado doFundo de Desenvolvimento Agro-Industrial do Estado da Bahia (Fundagro).[3]

Exerceu os cargos de conselheiro da OAB/BA por vários biênios e de conselheiro Federal da OAB. Advogou pela Petrobras, em novembro de 1962, no serviço jurídico (Sejur), carreira que encerrou para ocupar o cargo de ministro do STJ.[3]

Nomeado pelo presidenteFernando Collor de Mello, Francisco Peçanha Martins tomou posse como ministro da corte superior em 5 de fevereiro de 1991.[2]

No STJ foi membro da 2ª Turma (especializada em direito público), na qual foi presidente no biênio de 1999-2001; e da 1ª seção. Admitido àOrdem do Mérito Militar em 1992 por Collor no grau de Comendador especial, Martins foi promovido em 2002 porFernando Henrique Cardoso ao grau de Grande-Oficial.[4][1]

Tornou-se vice-presidente do STJ e doConselho da Justiça Federal no período de 04/04/2006 a 13/02/2008, quando aposentou-se em idade compulsória.[2]

Como vice-presidente defendeu o julgamento em bloco dos processos que possuem o mesmo tema, cabendo ao relator verificar se os processos se identificam na questão suscitada.

Referências

  1. abBrasil,Decreto de 3 de abril de 2002.
  2. abc«Ministro Francisco Peçanha Martins». Superior Tribunal de Justiça. Consultado em 15 de abril de 2018 
  3. ab«Falecimento Ministro Francisco Peçanha Martins». Migalhas. Consultado em 15 de abril de 2018 
  4. Brasil,Decreto de 21 de julho de 1992.
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