Movatterモバイル変換


[0]ホーム

URL:


Saltar para o conteúdo
Wikipédia
Busca

Nolinoideae

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado deEriospermaceae)
Como ler uma infocaixa de taxonomiaNolinoideae
(ex-Ruscaceaesensu lato)
Hábito de Dracaena draco, o dragoeiro, uma nolinóidea com crescimento secundário anómalo.
Hábito deDracaena draco, o dragoeiro, uma nolinóidea comcrescimento secundário anómalo.
Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Angiospermae/Spermatophytina
Clado:angiosperma
Clado:monocots
Classe:Liliopsida
Ordem:Asparagales
Família:Asparagaceae
Subfamília:Nolinoideae
Burnett
Géneros
Ver texto.
Sinónimos
Ruscus aculeatus (com frutos maduros).
Ilustração mostrando o hábito da espéciePolygonatum multiflorum (em flor).
Caule deCalibanus hookeri.
Convallaria majalis em flor.
Dasylirion durangense.
Dracaena draco (dragoeiro).
Liriope muscari utilizada como planta ornamental.
Maianthemum gigas.
Nolina parviflora arborescente.
Ophiopogon japonicus (graminiforme, com bagas azul brilhante).

Nolinoideae é uma subfamília dafamíliaAsparagaceae, que agrupa 24-30géneros e 475-700espécies demonocotiledóneas,[3][4] com ampladistribuição natural nas regiões temperadas, subtropicais e tropicais de todos os continentes. Constituindo umclado comsinapomorfias bem definidas, antes ser reconhecido como subfamília pelosistema APG III, em 2009, os géneros que o constituem eram em geral colocados numa famíliaRuscaceaesensu lato.[1] O nome da subfamília deriva deNolina, onome genérico dogénero tipo.[5] Múltiplas espécies são utilizadas comoplantas ornamentais e para outros fins, com destaque para osmedicinais.

Descrição

[editar |editar código-fonte]

Na sua actualcircunscrição taxonómica, a subfamília inclui géneros que haviam sido colocados em diferentes famílias, incluindoRuscaceaes.s.,Nolinaceae,Dracaenaceae,Convallariaceae eEriospermaceae. Como ocorre em muitos grupos demonocotiledóneas lilióides, os géneros incluídos nesta subfamília foram em tempos considerados como integrantes da famíliaLiliaceae na sua versão alargada[6] (epolifilética).

Apesar das óbvias semelhanças morfológicas subjacentes à criação da antiga família Liliaceae, a circunscrição da subfamília Nolinoideae foi determinado essencialmente com base na análise dagenética molecular, razão pela qual a variabilidade morfológica, especialmente dohábito, dostaxa que constituem o agrupamento é particularmente alta.

Morfologia

[editar |editar código-fonte]

Os membros da subfamília Nolinoideae sãoplantas herbáceasrizomatosas a arborescentes, por vezes apresentandocaules comcrescimento secundário anómalo. Algumas espécies apresentamcaules aplanados efotossintéticos (designados porfiloclados oucladódios). São frequentes os caules com canais resinosos apresentandosaponinas esteróides.Tricomas simples.

Asfolhas apresentamfilotaxia usualmente alterna e espiralada, dispostas ao longo do caule ou numa roseta basal, simples, de margem inteira, comvenação paralela, ocasionalmentepecioladas, embainhadas na base, semestípulas.

Inflorescências determinadas, por vezes reduzidas a uma únicaflor, terminais ou axilares. Por vezes as flores inserem-se sobre cladódios, outras em panículas laxas.

Asflores são bisexuais, de simetria radial e usualmente pequenas. Ocasionalmentedioicas, com flores masculinas e femininas em plantas diferentes (ex.Ruscus).

As flores apresentam 6tépalas, raras vezes 4, petalóides, não ponteadas, imbricadas, separadas ou mais frequentemente soldadas na base, situação em que operianto apresenta forma de campânula ou similar. São mais frequentes as flores com perianto de coloração esbranquiçada, creme ou esverdeada, mas também podem ser azuladas (Liriope), rosa-carne ou mesmo negras (Aspidistra).

As flores apresentam 6estames, raras vezes 4, com filamentos separados ou ocasionalmente soldados, muitas vezes adnatos às tépalas.

Carpelos 3, raras vezes 2, soldados,ovário usualmente súpero, com placentação axilar. Um únicoestigma, capitado a trilobado.Óvulos 2 a poucos em cada lóculo, anátropos a ortótropos.Pólen monossulcado ou sem abertura.

Nectários nos septos do ovário que podem libertar umafragrância perceptível, facilmente dispersa no ar ambiente.

Ofruto é geralmente umabaga com poucassementes, de coloração vermelha ou negra. Algumas espécies apresentam um elevado valor ornamental e por vezes são cultivadas por ele (ex.Ophiopogon eRuscus).

Sementes mais ou menos globosas. Cobertura seminal com a epiderme externa sem estrutura celular, semfitomelaninas (recobrimento negro) e com camadas internas colapsadas.

Etnobotânica

[editar |editar código-fonte]

Muitos géneros, incluindoAspidistra,Convallaria (lírio-do-vale),Dracaena (dragoeiro),Liriope,Maianthemum (falso selo-de-salomão),Polygonatum (selo-de-salomão),[7]Ophiopogon,Nolina (pata-de-elefante) eSansevieria, são utilizadas comoplantas ornamentais, quer em interiores como na construção de parques e jardins.

Algumas espécies do géneroConvallaria são utilizadas na indústria de perfumaria pela sua fragrância. De algumas espécies do géneroSansevieria é extraída uma fibra vegetal com a qual se fazem cordas e outros produtos similares.

Orizoma dagilbardeira (Ruscus aculeatus) é apontado nafarmacopeia tradicional europeia para confecção de umpreparado designado porrusci rhizoma,[8] utilizado emmedicina tradicional. A espécie japonesaOphiopogon japonicus é também usada para fins medicinais.[9]

As partes subterrâneas de algumas espécies do géneroLiriope são utilizadas em alimentação humana.[10] Algumas partes das plantas de algumas espécies do génerosMaianthemum são também comestíveis e usadas na alimentação humana.[11]

Ecologia e distribuição

[editar |editar código-fonte]
Um exemplar de Nolina bigelovii.

Os membros da subfamília Nolinoideae estão amplamente distribuídos pelas regiões temperadas, subtropicais e tropicais, sendo que as espécies herbáceas muitas vezes ocorrem como ervas que se desenvolvem sob acanópia dos bosques húmidos e as espécies lenhosas são em geral nativas de regiões áridas.

As pequenas flores da maioria das espécies deste agrupamento sãopolinizadas por insectos, especialmenteabelhas evespas, que recolhemnéctar oupolen.

As invulgares flores carnosas do géneroAspidistra são diferentes quanto à polinização, pois estão adaptadas para serem polinizadas por invertebrados que rastejam sobre o solo, razão pela qual estas flores são de maiores dimensões e estão localizadas a rasar a terra.

As coloridas bagas usualmente sãodispersas por aves. Os frutos secos e angulares deNolina e géneros afins sãodispersos pelo vento.

Filogenia

[editar |editar código-fonte]

A subfamília Nolinoideae está aqui circunscrita em sentido amplo, tal como considerada nosistema APG IV, incluindo as antigas famíliasRuscaceae,Convallariaceae,Nolinaceae eDracaenaceae, como proposto porM. W. Chase e outros autores.[12][13][14][15][16][17]

Aárvore filogenética dasAsparagales 'nucleares', incluindo aquelas famílias que foram reduzidas ao estatuto de subfamílias, é a que se mostra abaixo. O grupo inclui as duas maiores famílias da ordem, isto é, aqueles com maior número de espécies, asAmaryllidaceae e as Asparagaceae.[18][19] Nestacircunscrição taxonómica a família Amaryllidaceae é ogrupo irmão da família Asparagaceae. As Nolinoideae constiuem com asAsparagoideae umclado cujogrupo irmão são asLomandroideae:

Asparagales 'nucleares'
Amaryllidaceae s.l.

Agapanthoideae (=Agapanthaceae)

Allioideae (=Alliaceaes.s.)

Amaryllidoideae (=Amaryllidaceaes.s.)

Asparagaceae s.l.

Aphyllanthoideae (=Aphyllanthaceae)

Brodiaeoideae (=Themidaceae)

Scilloideae (=Hyacinthaceae)

Agavoideae (=Agavaceae)

Lomandroideae (=Laxmanniaceae)

Asparagoideae (=Asparagaceaes.s.)

Nolinoideae (=Ruscaceae)

Amonofilia doclado está sustentada por resultados obtidos porsequenciação de ADN[12][14][15][16][20][21][22][23][24] e pela ausência de fitomelaninas nas sementes das espécies incluídas. Nesta acepção, a subfamília Nolinoideae é ogrupo irmão da subfamíliaAsparagoideae.[12][13][14][16][21][21] Em consequência destarelação filogenética, alguns dos membros deste agrupamento taxonómico assemelham-se àsasparagoideas, mas a falta defitomelaninas nas sementes das Nolinoideae (que não geram uma crosta negra como nas sementes dasAsparagoideae) demonstram que pertencem a clados distintos.

A subfamília é reconhecida pelos modernos sistemas de classificação, entre os quais osistema de classificação APG IV (como aliás já o fora peloAPG III de 2009[25] e peloAPWeb de 2001 e versões posteriores).[26]

Em sistemas mais antigos, como oAPG II, o reconhecimento da subfamília era opcional, sendo nesse caso o agrupamento segregado da uma famíliaAsparagaceaesensu stricto para formar a famíliaRuscaceae (verAsparagales para uma discussão destesclados).

Na sua presentecircunscrição taxonómica, para que a família se mantenhamonofilética o agrupamento deveria incluir muitos géneros que previamente tinham pertencido a uma famíliaLiliaceae muito amplamente circunscrita e fortementepolifilética (como por exemplo ocorre nosistema Cronquist de 1981[27] e 1988[28]). Otros sistemas dividiam este clado nas famíliasRuscaceae,Convallariaceae,Dracaenaceae,Nolinaceae eEriospermaceae (como Watson e Dallwitz, 1992[29]), masanálises moleculares de ADN não suportam tal solução.

Os membros herbáceos da subfamília Nolinoideae formam um complexoparafilético[15][21][24][30] que inclui os dois clados lenhosos,Nolineae (Nolina,Daylirion,Calibanus,eBeaucarnea) eDracaeneae (Dracaena eSansevieria).

Amonofilia do grupo deNolina está sustentada pela morfologia dos seus frutos secos, triangulosos e de tipo noz, e das folhas com sulcos longitudinais diminutos e células de guarda contendo grandes quantidades de óleos.

A monofilia deDracaena eSansevieria está sustentada na presença de canais resinosos nas folhas e caule, repletos de seiva que frequentemente tem coloração vermelho escuro ou vermelho-alaranjado, daí o nome de «sangue de dragão" usado para o extracto obtido de algumas espécies deDracaena.

Entre os géneros herbáceos,Ruscus,Semele eDanae (osRusceae) distinguem-se por apresentarem caules aplanados fotossintéticos, com as folhas reduzidas a escamas. Estes géneros são muitas vezes confundidos com membros da subfamíliaAsparagoideae, mas a falta de fitomelaninas na testa das suas sementes estabelece a distinção. Tradicionalmente, as nolinóideas (antes Ruscaceae) eram circunscritas apenas a estes três pequenos géneros herbáceos.[29]

Os membros dePolygonateae, comoMaianthemum ePolygonatum, são facilmente reconhecidos pelo seuhábito distinto esinapomórfico. Estas plantas apresentam folhas amplas que nascem ao longo de caules aéreos interligados por um sistema simpodial de rizomas.

Os génerosLiriope,Ophiopogon e afins, asOphiopogoneae, são notáveis porque os frutos abrem precocemente para expor sementes com cobertura carnosa. Estes géneros apresentamrizomas simpodiais com tufos de folhas variegadas, muitas vezes de tipo semelhante a gramíneas, desprovidos de caules aéreos. Estas herbáceas folhosas, em conjunto com outros géneros comoConvallaria eAspidistra, foram muitas vezes incluídas em "Convallariaceae".

Os primeirosestudos filogenéticos realizados de forma alargada no grupo, datados de 2010, revelaram as seguintes relações entre tribos e subfamílias:[31]

Ruscaceae s.l. 

Ruscaceaes.str. +Dracaenaceae +Theropogon +Disporopsis +Comospermum

Convallarieae (semTheropogon)

Ophiopogoneae

Polygonateae (semDisporopsis)

Nolinaceae

Eriospermum

Estudos subsequentes, que examinaram outrosgenes e maistaxa, nem sempre têm confirmado a validade desta divisão de Ruscaceaes.l. emclados (ou seja em agrupamentosmonofiléticos).[32] Pelo contrário, demonstraram que a estrutura e os relacionamentos de parentesco eram mal garantidos e instáveis em muitos parâmetros. A divisão da subfamília emtribos deve, portanto, ser considerada provisória.

Ogrupo irmão das Nolinoideae é, de acordo com todos os resultados, a subfamíliaAsparagoideae, um agrupamento manifestamente pobre em espécies. A possibilidade de que o géneroEriospermum sejamais basal que o clado Asparagoideae, o que tornaria o agrupamento Nolinoideaeparafilético, não pode ser completamente afastada.

Sistemática e distribuição

[editar |editar código-fonte]

A subfamília foi formalmente reconhecida pelo APG III (de 2009),[25] embora já tivesse sido considerada no APG II (2003[33][34]), sistema de classificação que contudo deixava como opção excluir o agrupamento da famíliaAsparagaceaesensu stricto para formar com ele a famíliaRuscaceae.[35]

Na sua presentecircunscrição taxonómica a subfamília integra cerca de 28 géneros e cerca de 500 espécies (24-30géneros e 475-700espécies).[3][4] Os géneros mais representados sãoDracaena (80 espécies),Polygonatum (50 espécies),Sansevieria (50 espécies),Maianthemum (33 espécies),Ophiopogon (30 espécies), eNolina (25 espécies).

A lista que se segue apresenta uma listagem dos géneros incluídos na subfamília Nolinoideae, possivelmente incompleta, incluindo a referência à fonte que propões a inclusão. A posição sistemática e circunscrição destes géneros tem sofrido grandes variações ao longo das últimas décadas, com inclusão em diversas famílias e subfamílias (que quando diferentes de Ruscaceaes.l. se indicam na lista).[6][36][37][38]

GéneroAnterior família (se diferente de Ruscaceaes.l.)
AspidistraKer Gawl.[1]
(incluindoAntherolophusGagnep. eColaniaGagnep.)
Convallariaceae
BeaucarneaLem.[37]Dracaenaceae,Agavaceae
CalibanusRose[1]Dracaenaceae,Agavaceae
CampylandraBaker[37]Convallariaceae
ComospermumRauschert[1]Anthericaceae
ConvallariaL.[1]Convallariaceae
DanaeMedik.[1]
DasylirionZucc.[6]Dracaenaceae
DisporopsisHance[37]Convallariaceae
DracaenaVand. ex L.[1]Dracaenaceae,Agavaceae
EriospermumJacq.[1]Eriospermaceae
HeteropolygonatumM.N.Tamura & Ogisu[37]Convallariaceae
LiriopeLour.[6]Convallariaceae
MaianthemumF.H.Wigg.[1]
(incluindoOligobotryaBaker eSmilacinaDesf.)
Convallariaceae
NolinaMichx.[1]Dracaenaceae
OphiopogonKer Gawl.[1]Convallariaceae
PeliosanthesAndrews[1]
(incluindoLouryaBaill.)
Convallariaceae
PleomeleSalisb.[37]
(frequentemente incluído emDracaena)
Dracaenaceae,Agavaceae
PolygonatumMill.[1]Convallariaceae
ReineckeaKunth[37]Convallariaceae
RohdeaRoth[37]
(incluindoGonioscyphaBaker)
Convallariaceae
RuscusL.[1]
SansevieriaThunb.[6]Dracaenaceae
SemeleKunth[1]
SpeiranthaBaker[1]Convallariaceae
TheropogonMaxim.[37]Convallariaceae
TupistraKer Gawl.[1]
(incluindoCampylandraBaker eTricalistraRidl.)
Convallariaceae

Com a ampla circunscrição taxonómica presentemente em uso, a subfamília Nolinoideae tem uma ampla distribuição natural. Existemtaxa presentes nasregiões florísticasHoloártica,Paleotropical eCapense. Existem ocorrências nas áreas temperadas deEurásia eAmérica do Norte, que vão desde o Mediterrâneo até àÁsia Menor, àsilhas Canárias, aosul da África, à América Central subtropical e tropical e ao norte daAustrália.

As áreas de distribuição natural dos géneros que integram a subfamília Nolinoideae (anteriormente designada por família Ruscaceaes.l.) são as seguintes:[3][4][39]

Referências

[editar |editar código-fonte]
  1. abcdefghijklmnopqrChase, M.W.; Reveal, J.L.; Fay, M.F. (2009), «A subfamilial classification for the expanded asparagalean families Amaryllidaceae, Asparagaceae and Xanthorrhoeaceae»,Botanical Journal of the Linnean Society,161 (2): 132–136,doi:10.1111/j.1095-8339.2009.00999.x 
  2. Sinónimos emwikispecies
  3. abc«Nolinoideae».Agricultural Research Service (ARS),United States Department of Agriculture (USDA).Germplasm Resources Information Network (GRIN) 
  4. abcdefgRafaël Govaerts (editor):- Datenblatt beiWorld Checklist of Selected Plant Families des Board of Trustees of the Royal Botanic Gardens, Kew. Consultado a 17 de setembro de 2016.
  5. Gilbert Thomas Burnett:Outlines of Botany. vol. 2, London 1835,p. 985, fig. 4479,p. 1062.,p. 1106.
  6. abcdeStevens, P.F. (2011),Angiosperm Phylogeny Website, consultado em 25 de maio de 2011 
  7. Polygonatum beiPlants For A Future
  8. Ruscus aculeatus beiPlants for A Future. (engl.)
  9. Ophiopogon japonicus beiPlants for A Future. (engl.)
  10. Liriope+graminifolia,Liriope minor,Liriope muscari,Liriope spicata beiPlants for A Future. (engl.)
  11. Maianthemum canadense undMaianthemum dilatatum beiPlants for A Future. (engl.)
  12. abcChase, M. W.; Duvall, M. R., Hills, H. G., Conran, J. G., Cox, A. V., Eguiarte, L. E., Hartwell, J., Fay, M. F., Caddick, L. R., Cameron, K. M., e Hoot, S. (1995). [Título ainda não informado (favor adicionar) «Molecular systematics of Lilianae.»] Verifique valor|urlcapítulo= (ajuda). In: Rudall, P. J., Cribb, P. J., Cutler, D. F.Monocotyledons: Systematics and evolution. Royal Botanic Gardens ed. Kew: [s.n.] pp. 109–137 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda) !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de editores (link)
  13. abChase, M. W.; Rudall, P. J., e Conran, J. G. (1996). «New circunscriptions and a new family of asparagoid lilies. Genera formerly included in Anthericaceae.».Kew Bull. (57): 667-680 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda);|acessodata= requer|url= (ajuda)
  14. abcChase, M. W.; Soltis, D. E., Soltis, P. S., Rudall, P. J., Fay, M. F., Hahn, W. H., Sullivan, S., Joseph, J., Molvray, M., Kores, P. J., Givnish, T. J., Sytsma, K. J., e Pires, J. C. (2000). [Título ainda não informado (favor adicionar) «Higher-level systematics of the monocotyledons: An assessment of current knowledge and a new classification.»] Verifique valor|urlcapítulo= (ajuda). In: Wilson, K. L. e Morrison, D. A.Monocots: Systematics and evolution. CSIRO Publ. ed. Collingwood, Australia: [s.n.] pp. 3–16 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda) !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de editores (link)
  15. abcRudall, P.; Conran, J. G., e Chase, M. W. (2000b).«Systematics of Ruscaceae/Convallariaceae: a combined morphological and molecular investigation.».Bot. J. Linn. Soc. (134): 73-92. Consultado em 25 de fevereiro de 2008 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda)[ligação inativa]
  16. abcFay, M. F. (2000). [Título ainda não informado (favor adicionar) «Phylogenetic studies of Asparagales based on four plastid DNA regions.»] Verifique valor|urlcapítulo= (ajuda). In: K. L. Wilson e D. A. Morrison.Monocots: Systematics and evolution. Royal Botanic Gardens ed. Kollingwood, Australia: CSIRO. pp. 360–371 
  17. Judd, W. S. (1998). «The genera of Ruscaceae in the southeastern United States.».Harvard Pap. Bot. (7): 93-149 |acessodata= requer|url= (ajuda)
  18. Chase et al 2009
  19. Stevens 2016,Asparagales
  20. Bogler, D. J.; Simpson, B. B. (1995).«A chloroplast DNA study of the Agavaceae.».Syst. Bot. (20): 191-205. Consultado em 25 de fevereiro de 2008 
  21. abcdBogler, D. J.; Simpson, B. B. (1996). «Phylogeny of the Agavaceae based onndhF, rbcL, and ITS sequences: implications of molecular data for classification.».Aliso (22): 313-328 |acessodata= requer|url= (ajuda)
  22. Rudall, P.; Furness, C. A., Chase, M. W., e Fay, M. F. (1997a).«Microsporogenesis and pollen sulcus type in Asparagales (Lilianae).».Canad. J. Bot. (75): 408-430. Consultado em 25 de fevereiro de 2008 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda)
  23. Rudall, P.; Chase, M. W., e Conran, J. G. (1997b). «New circunscriptions and a new family of asparagoid lilies: genera formerly included in Anthericaceae.».Kew Bull. (51): 667-680 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda);|acessodata= requer|url= (ajuda)
  24. abYamashita, J.; Tamura, M. N. (2000). [Título ainda não informado (favor adicionar) «Molecular phylogeny of the Convallariaceae (Asparagales).»] Verifique valor|urlcapítulo= (ajuda). In: Wilson, K. L. e Morrison, D. A.Monocots: Systematics and evolution. CSIRO Publ. ed. Collingwood, Australia: [s.n.] pp. 387–400  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de editores (link)
  25. abThe Angiosperm Phylogeny Group III ("APG III", en orden alfabético: Brigitta Bremer, Kåre Bremer, Mark W. Chase, Michael F. Fay, James L. Reveal, Douglas E. Soltis, Pamela S. Soltis e Peter F. Stevens, además colaboraron Arne A. Anderberg, Michael J. Moore, Richard G. Olmstead, Paula J. Rudall, Kenneth J. Sytsma, David C. Tank, Kenneth Wurdack, Jenny Q.-Y. Xiang e Sue Zmarzty) (2009).«An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG III.».Botanical Journal of the Linnean Society (161): 105-121. Arquivado dooriginal(pdf) em 25 de maio de 2017  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)
  26. Stevens, P. F. (2001).«Angiosperm Phylogeny Website (Versão 9, junho de 2008, e actualizado desde então)» (em inglês). Consultado em 12 de janeiro de 2009 
  27. Cronquist, A. (1981). [Título ainda não informado (favor adicionar) Título ainda não informado (favor adicionar)] Verifique valor|urlcapítulo= (ajuda)|urlcapítulo= missing title (ajuda).An integrated system of classification of flowering plants. Nueva York:Columbia University Press 
  28. Cronquist, A. (1988). [Título ainda não informado (favor adicionar) Título ainda não informado (favor adicionar)] Verifique valor|urlcapítulo= (ajuda)|urlcapítulo= missing title (ajuda).The evolution and classification of flowering plants. 2ª edición. Bronx: New York Botanical Garden 
  29. abWatson, L.; M. J. Dallwitz (1992).«The Families of Flowering Plants».The Families of Flowering Plants: Descriptions, Illustrations, Identification, and Information Retrieval. Versión: 25ava, novembro del 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2011 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda)
  30. Conran, J. G. (1989).«Cladistic analyses of some net-veined Liliiflorae.».Plant Syst. Evol. (168): 123-141. Consultado em 25 de fevereiro de 2008 
  31. Joo-Hwan Kim, Dong-Kap Kim1, Felix Forest, Michael F. Fay, Mark W. Chase:Molecular phylogenetics of Ruscaceae sensu lato and related families (Asparagales) based on plastid and nuclear DNA sequences. In:Annals of Botany. Volume 106, n.º 5, 2010, pp. 775–790,DOI:10.1093/aob/mcq167.
  32. Seberg, Ole; Petersen, Gitte; Davis, Jerrold I. ; Chris Pires, J. ; Stevenson, Dennis W.; Chase, Mark W.; Fay, Michael F.; Devey, Dion S.; Jørgensen, Tina; Sytsma, Kenneth J.; Pillon, Yohan (2012): Phylogeny of the Asparagales based on three Plastid and two mitochondrial genes. American Journal of Botany 99(5): 875-889.doi:10.3732/ajb.1100468
  33. APG II (2003).«An Update of the Angiosperm Phylogeny Group Classification for the orders and families of flowering plants: APG II.»(pdf).Botanical Journal of the Linnean Society (141): 399-436. Consultado em 12 de janeiro de 2009 [ligação inativa].
  34. An Update of the Angiosperm Phylogeny Group Classification for the orders and families of flowering plants: APG II.[ligação inativa].
  35. James L. Reveal:Subfamily Names (last revised 2003).
  36. Vascular Plant Families and Genera, Royal Botanic Gardens, Kew, consultado em 17 de maio de 2011 
  37. abcdefghi«Query GRIN Taxonomy for Plants», United States Department of Agriculture,Germplasm Resources Information Network, consultado em 27 de maio de 2011 
  38. Paula J. Rudall, John G. Conran & Mark W. Chase:Systematics of Ruscaceae/Convallariaceae: a combined morphological and molecular investigation. In:Botanical Journal of the Linnean Society, Volume 134, Issue 1-2, 2000, pp. 73–92.
  39. Joo-Hwan Kim, Dong-Kap Kim, Felix Forest, Michael F. Fay, Mark W. Chase:Molecular phylogenetics of Ruscaceae sensu lato and related families (Asparagales) based on plastid and nuclear DNA sequences. In:Annals of Botany. Volume 106, 2010, S. 775–790.doi:10.1093/aob/mcq167,PDF.
  40. Fritz Hochstätter:Beaucarnea Lem., Nolina Michx., Dasylirion Zucc. (Nolinaceae). 2016. ISSN 2364-5210.PDF.Arquivado em 16 de setembro de 2016, noWayback Machine.
  41. Vanessa Rojas-Piña, Mark E. Olson, Leonardo O. Alvarado-Cárdenas, Luís Enrique Eguiarte:Molecular phylogenetics and morphology of Beaucarnea (Ruscaceae) as distinct from Nolina, and the submersion of Calibanus into Beaucarnea. In:Taxon, Volume 63, Issue 6, 2014, S. 1193–1211.doi:10.12705/636.31
  42. Pei-Luen Lu & Clifford W. Morden (2014): Phylogenetic Relationships among Dracaenoid Genera (Asparagaceae: Nolinoideae) Inferred from Chloroplast DNA Loci. Systematic Botany, 39(1): 90-104.doi:10.1600/036364414X678035
  43. N. Tanaka:A taxonomic revision of the genus Rohdea (Asparagaceae). In:Makinoa, n.s. 9, 2010, S. 1–54.

Bibliografia

[editar |editar código-fonte]
  • Joo-Hwan Kim, Dong-Kap Kim, Felix Forest, Michael F. Fay, Mark W. Chase:Molecular phylogenetics of Ruscaceae sensu lato and related families (Asparagales) based on plastid and nuclear DNA sequences. In:Annals of Botany. Volume 106, 2010, S. 775–790.doi:10.1093/aob/mcq167,PDF.
  • A subfamília Nolinoideae no contexto da família Asparagaceae s.l. emAPWebsite. (descrição e sistemática)
  • Paula J. Rudall, John G. Conran, Mark W. Chase:Systematics of Ruscaceae/Convallariaceae: a combined morphological and molecular investigation. In:Botanical Journal of the Linnean Society. Band 134, Nummer 1–2, 2000, S. 73–92,DOI:10.1111/j.1095-8339.2000.tb02346.x.
  • Die Familie der Ruscaceae s.str. mit nur drei Gattungen beiDELTA von L. Watson & M. J. Dallwitz. (engl.)
  • Joachim Thiede:Nomenclatural status of unranked names published by Trelease (1911) in Beaucarnea, Dasylirion, and Nolina (Asparagaceae-Nolinoideae). In:Phytoneuron, Volume 77, Issue 1–4, 2012.ISSN 2153-733XPDF.
  • Judd, W. S.; C. S. Campbell, E. A. Kellogg, P. F. Stevens,M. J. Donoghue (2007). [Título ainda não informado (favor adicionar) «Ruscaceae»] Verifique valor|urlcapítulo= (ajuda).Plant Systematics: A Phylogenetic Approach, Third edition. Sunderland, Massachusetts: Sinauer Associates. pp. 266–268.ISBN 978-0-87893-407-2 A referência emprega parâmetros obsoletos|coautores= (ajuda)
  • Stevens, P. F. (2001).«Ruscaceae».Angiosperm Phylogeny Website(versão 9, junho de 2008, e actualizado desde então) (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 

Ligações externas

[editar |editar código-fonte]
OWikispecies tem informações relacionadas aNolinoideae.
OCommons possui umacategoria com imagens e outros ficheiros sobreNolinoideae
  • Watson, L.; Dallwitz, M. J.«Eriospermaceae».The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, and information retrieval.Version: 25th November 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 
  • Watson, L.; Dallwitz, M. J.«Ruscaceae».The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, and information retrieval.Version: 25th November 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 
  • Watson, L.; Dallwitz, M. J.«Convallariaceae».The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, and information retrieval.Version: 25th November 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 
  • Watson, L.; Dallwitz, M. J.«Dracaenaceae».The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, and information retrieval.Version: 25th November 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 
  • Watson, L.; Dallwitz, M. J.«Nolinaceae».The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, and information retrieval.Versión: 25 de novembro 2008 (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2009 
  • Convallariaceae,Dracaenaceae,Eriospermaceae,Nolinaceae,Ruscaceae in L. Watson and M.J. Dallwitz (1992 onwards).The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, information retrieval. Version: 3 May 2006.http://delta-intkey.com
  • Liliaceae inFlora of North America
  • NCBI Taxonomy Browser
  • links,links,links,linkslinks at CSDL, Texas
Identificadores taxonómicos
Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Nolinoideae&oldid=69845489"
Categorias:
Categorias ocultas:

[8]ページ先頭

©2009-2025 Movatter.jp