Eduardo Bolsonaro | |
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Bolsonaro em 2025 | |
Deputado federal porSão Paulo | |
Licenciado | |
Período | 1º de fevereiro de2015 até a atualidade[nota 1] |
Legislatura | 55.ª,56.ª,57.ª |
Dados pessoais | |
Nascimento | 10 de julho de1984 (40 anos) Rio de Janeiro,RJ,Brasil |
Nacionalidade | brasileiro |
Progenitores | Pai:Jair Bolsonaro |
Alma mater | Universidade Federal do Rio de Janeiro |
Prêmio(s) |
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Parentesco | Flávio Bolsonaro(irmão) Carlos Bolsonaro(irmão) Renan Bolsonaro(meio-irmão) Laura Bolsonaro(meia-irmã) |
Partido | PTB(2003-2005) PP(2005-2013) PSC(2013-2018) PSL(2018-2022) UNIÃO(2022) PL(2022-presente) |
Religião | evangélico[3] |
Profissão | |
Website | eduardobolsonarosp.com.br |
Eduardo Nantes BolsonaroGORB (Rio de Janeiro,10 de julho de1984)[4] é umadvogado,policial federal epolíticobrasileiro, filiado aoPartido Liberal (PL).[5][6] É filho doex-presidente do Brasil,Jair Bolsonaro, e exerce mandato dedeputado federal pelo estado deSão Paulo desde 2015, estando atualmente licenciado e residindo nosEstados Unidos.
Eduardo é o terceiro filho doex-Presidente do Brasil e capitão da reserva doExército,Jair Bolsonaro, e de Rogéria Nantes Nunes Braga,[7] irmão dos políticosCarlos Bolsonaro, atualvereador do município doRio de Janeiro eFlávio Bolsonaro, atual senador pelo estado doRio de Janeiro.[8][9] Estudou oensino fundamental nos colégios Batista e Palas. Graduou-se emDireito naUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em março de 2009 e foi inscrito na seccional do Rio de Janeiro daOrdem dos Advogados do Brasil, sob o número 159 032.[10][11] Tornou-seescrivão daPolícia Federal aprovado emconcurso público.[12][13]
Casou-se no dia 25 de maio de 2019, sob forte esquema de segurança, com Heloísa Wolf, em cerimônia que contou com cerca de 150 convidados, incluindo seu pai, Jair.[14] O casal teve sua primeira filha, Geórgia Bolsonaro, em 10 de outubro de 2020.[15]
Alinhado com posições dadireita, Eduardo é conhecido pelas polêmicas juntamente com seu pai em se opor aocasamento entre pessoas do mesmo sexo epolítica de cotas, também pretende criminalizar ocomunismo no Brasil.[16][17][18][19][20] É considerado por parte da imprensa brasileira como um político ligado àextrema-direita.[21]
Quando era filiado aoPartido Social Cristão (PSC), disputou o cargo dedeputado federal naseleições de São Paulo em 2014, elegendo-se com 82 224 votos.[22][23][24] Em 2018, foi reeleito deputado federal peloPartido Social Liberal (PSL), com 1 843 735 votos, sendo o mais votado da história do Brasil.[25][26][27] Foi reeleito em 2022, com 741 701 votos, foi reeleito mais uma vez deputado federal porSão Paulo, desta vez sendo filiado aoPartido Liberal (PL).[28]
Em março de 2025, Eduardo anunciou num vídeo nas suas redes sociais que tirou licença do cargo de deputado federal para morar nosEstados Unidos. Segundo ele, tomou essa decisão devido às "perseguições políticas" que ele e o seu pai,Jair Bolsonaro, estariam enfrentando no Brasil.[29]
Suas principais propostas são a redução damaioridade penal,agronegócio contra invasõesMovimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), fim doauxílio-reclusão para presos, trabalho obrigatório para presos,planejamento familiar (PEC 584/02), contra odesarmamento, valorização dasforças armadas e a favor dolivre-comércio.[30]
Em 27 de abril de 2016, propôs naCâmara dos Deputados umprojeto de lei que pretende anular a Resolução 213/15, doConselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu as chamadas "audiências de custódia", criando a obrigatoriedade de apresentação de toda pessoa presa a um juiz de direito no prazo máximo de 24 horas. Bolsonaro argumentou que a resolução teria vícios processuais, ao dispor sobreprocesso penal, além de administrativos, uma vez que impõe tarefas a outras repartições não ligadas ao Judiciário.[31]
Em 24 de maio de 2016, apresentou um projeto de lei que criminaliza ocomunismo. A alteração proposta equipara apologia ao comunismo à apologia ao nazismo § 1º Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, a foice e o martelo ou quaisquer outros meios para fins de divulgação favorável ao nazismo ou ao comunismo.”[32]
Em 24 de novembro de 2016, posicionou-se contrário aanistia ao caixa 2, que visava anistiar crimes decorrupção.[33]
Em 14 de dezembro de 2016, Eduardo entrou com umaliminar para resgatar oprojeto anticorrupção onde teve 2 milhões de assinaturas.[34] O projeto teria sido alterado pela Câmara e sendo incluído abuso de autoridade para juízes e procuradores.[35] No mesmo dia, oministro do STF,Luiz Fux aceitou a liminar e o projeto anticorrupção voltou aostatus quo.[35]
Votou a favor doProcesso de impeachment de Dilma Rousseff.[36] Já durante oGoverno Michel Temer, votou a favor daPEC do Teto dos Gastos Públicos.[36] Em abril de 2017 foi favorável àReforma Trabalhista.[36][37] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do presidenteMichel Temer.[36][38] Já durante oGoverno Bolsonaro, em julho de 2019 deu apoio àReforma da previdência.[39]
![]() | Separar controvérsias numa se(c)ção específica pode não ser a melhor maneira de se estruturar um artigo, pois pode gerarpeso indevido para pontos de vista negativos. Se possível,integre o conteúdo ao corpo do texto.(Março de 2025) |
No dia 25 de outubro de 2014, emmanifestação peloimpeachment de Dilma Rousseff, foi o condutor do evento e esteve presente com umapistola na cintura,[40] mesmo alegando o porte legal de armas,[41] causou controvérsia.[42] Em entrevista ao jornalEl Pais, Eduardo justificou por ter ido armado: "Eu sou policial federal 24 horas por dia. Existem inúmeros exemplos de policiais que morrem fora de serviço, sob encomenda, principalmente doPrimeiro Comando da Capital. É meu hábito, é normal, tenho porte. O que quer que eu faça? Não vejo por que teria que ir desarmado, se eu sempre ando armado mesmo".[43] Para a revistaVeja, justificou dizendo: "Sou um potencial troféu para os vagabundos que queiram me matar, por causa da minha família e da ligação com a política. Não posso nunca dar bobeira. Só não levarei a pistola para aCâmara por ser proibido".[44]
No dia 13 de abril de 2018,procuradora-geral da RepúblicaRaquel Dodge apresentou denúncia aoSupremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro por ameaças que o parlamentar teria proferido contra a jornalista Patrícia Lélis.[45] De acordo com a denúncia, Eduardo Bolsonaro enviou mensagens por meio de um aplicativo de celular ameaçando Lélis e proferiu palavras de baixo calão. A PGR afirma que, em uma das mensagens, questionado se o diálogo se trataria de uma ameaça, respondeu: "Entenda como quiser".[45] O deputado afirma que as mensagens apresentadas por Patrícia Lélis são forjadas e ela teria conversado com outra pessoa que se passava por ele.
"O denunciado era plenamente capaz à época dos fatos, tinha consciência da ilicitude e dele exigia-se conduta diversa. Relevante destacar que o denunciado teve a preocupação em não deixar rastro das ameaças dirigidas à vítima alterando a configuração padrão do aplicativo Telegram para que as mensagens fossem automaticamente destruídas após 5 (cinco) segundos depois de enviadas", diz Dodge. "A conduta ainda é especialmente valorada em razão de o acusado atribuir ofensas pessoais à vítima no intuito de desmoralizá-la, desqualificá-la, intimidá-la ('otária', 'abusada', 'vai para o inferno', 'puta' e 'vagabunda')", complementa.[45]
Patrícia Lélis ficou conhecida após acusar o deputado Marco Feliciano de estupro no dia e horário que o deputado estava em reunião, após ser desmentida no programaSuperpop daRedeTV!, virou ré por falça comunicação de crime e extorsão.[46] Questionada como o deputado Feliciano poderia estar em dois lugares ao mesmo tempo, Patrícia Lélis respondeu que o deputado recebeu onipresença de Deus.[47] Um laudo da Polícia Civil de São Paulo mostrou que Patrícia Lélis é mitomaníaca e mente compulsivamente.[48] No dia 20 de dezembro de 2019 Patrícia Lélis foi presa nos Estados Unidos por falsa comunicação de crime, sendo solta 3 dias depois, sem autorização para deixar o estado da Virginia sob risco de prisão sem direito a fiança.[49][50]
Em outubro de 2018, circulou nas redes sociais um vídeo de Eduardo Bolsonaro feito em 9 de julho do mesmo ano em um curso no município deCascavel, noParaná, para interessados em prestar concursos públicos. Durante a filmagem, que foi postada noYouTube, o deputado é questionado sobre como reagiria caso oSupremo Tribunal Federal (STF) indeferisse a candidatura de seu pai,Jair Bolsonaro. Eduardo afirmou no vídeo que o bastaria um "cabo e um soldado" se alguém "quiser fechar o STF". Em sua fala na íntegra, o parlamentar disse: "Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa, sei lá – recebeu uma doação ilegal de cem reais do José da Silva… pô, impugna a ação dele… a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, não. Mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá, cara: 'se quiser fechar o STF, você sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo'. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo, não. O que que é o STF, cara? Tira o poder da caneta de um ministro do STF, o que ele é na rua? Você acha que a população… Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter uma manifestação a favor dos ministros do STF?".[51]
Em um vídeo gravado três dias depois, durante uma audiência pública sobre o voto impresso na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, em 12 de julho, Eduardo Bolsonaro voltou a questionar a autoridade do STF e mencionou uma "ruptura mais dolorosa". "Eu acredito que caso o próximo presidente venha a tomar medidas e aprovar projetos que sejam contrários ao gosto desse Supremo, eles vão declarar inconstitucional. E, aqui, a gente não vai se dobrar a eles não. Eu quero ver alguém reclamar quando estiver no momento de ruptura mais dolorosa do que colocar dez ministros a mais na suprema corte. Se este momento chegar, quero ver quem vai para rua fazer manifestação pelo STF, quem vai pra rua dizer 'ministro X, volte, estamos com saudades' [...] A gente brinca aqui que juiz acha que tem o rei na barriga e que o ministro da Suprema Corte tem certeza que tem o rei na barriga. Tem que mudar isso daí", afirmou o deputado federal. Em um artigo publicado no dia 19 de junho deste ano pelo jornal goianoHora Extra, intitulado "Pensar fora da caixinha para derrubar a ditadura do STF", Eduardo Bolsonaro já havia atacado as decisões do STF e afirmado ser necessária uma "contrarrevolução" contra a principal instituição do Judiciário.[52]
A fala causou forte controvérsia. Os ministros do SupremoDias Toffoli,Celso de Mello,Alexandre de Moraes eGilmar Mendes criticaram fortemente as declarações do deputado federal.[53][54] O ex-presidenteFernando Henrique Cardoso também usou as redes sociais para expressar seu repúdio.[55] O PT e oPSOL pediram que aProcuradoria-Geral da República (PGR) investigasse a declaração do deputado.[56][57][58]João Otávio de Noronha, o presidente doSuperior Tribunal de Justiça (STJ), disse, no entanto, que houve "superdimensionamento" da declaração e que "não vê interesse de ameaça".[53]
Em sua defesa, Eduardo Bolsonaro disse que "nunca defendeu o fechamento do STF", que "pede desculpas" caso tenha "ofendido ou atingido alguém" e que respondeu "a uma hipótese esdrúxula, onde Jair Bolsonaro teria sua candidatura impugnada pelo STF sem qualquer fundamento".[59]Jair Bolsonaro, por sua vez, disse que "quem falou em fechar o STF tem que consultar um psiquiatra".[60] Posteriormente, declarou: "Eu também, em nome dele, peço desculpas ao Poder Judiciário. Não foi a intenção dele atacar quem quer que seja. E eu espero que, como todos nós podemos errar, que os nossos irmãos do Poder Judiciário deem por encerrada essa questão." Bolsonaro também enviou uma carta ao ministro Celso de Mello onde afirma que o Supremo "é o guardião da Constituição" e que "todos temos de prestigiar a Corte".[52]
Em 2019 foi cogitado por seu pai, à época presidente da República Jair Bolsonaro, para ser indicado ao cargo deembaixador do Brasil emWashington,Estados Unidos.[61] No entanto, não recebendo apoio doSenado Federal, ao qual caberia aprovar a indicação sendo acusado denepotismo, posteriormente, Eduardo desistiu de pleitear o cargo.[62][63]
Em setembro de 2019, Jair e Eduardo Bolsonaro usaram suas redes sociais para expor suas insatisfações com matéria da revistaÉpoca. A partir deste momento, os jornalistas começaram a ser atacados nas rede sociais. Em nota, aAssociação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) criticou a atitude dos políticos:
“ | "Trata-se de uma atitude típica de políticos autoritários, e não de quem tem compromisso com o princípio constitucional que garante a liberdade de expressão. Quem se vale de sua posição de poder para instigar o público contra a imprensa busca restringir sua atuação – em uma democracia, é inadmissível que isso ocorra." (…) "A crítica aos veículos e jornalistas também deve ser livre – é normal que sua atuação passe pelo escrutínio dos participantes da esfera pública. Mas a própria democracia passa a ser alvo quando críticas se transformam em ataques, ainda mais se estes provêm de representantes eleitos e são amplificados e coordenados por redes sociais."[64] | ” |
No final de outubro de 2019, Eduardo disse que um "novoAI-5" era uma possibilidade em caso de "radicalização da esquerda" no Brasil. A fala ocorreu em entrevista ao canal da jornalistaLeda Nagle noYouTube, após uma pergunta sobre osprotestos no Chile. OAto Institucional n.º 5 (AI-5) foi editado em 1968, no período mais duro daditadura militar brasileira e resultou na dissolução do Congresso Nacional e das assembleias legislativas estaduais, além de suspender as garantias constitucionais, permitir a cassação de direitos políticos de forma sumária e o fim dohabeas corpus. O período que se seguiu ao AI-5 foi marcado por intensificação da censura e repressão política, comtorturas e assassinatos de opositores do regime.[65]
A declaração de Eduardo gerou ampla reação negativa de partidos de esquerda, centro e direita, além do poder judiciário. A oposição disse que vai denunciar Eduardo aoConselho de Ética e Decoro Parlamentar. O presidente da Câmara,Rodrigo Maia, disse em nota oficial que a declaração sobre o AI-5 era "repugnante" e que a "apologia reiterada a instrumentos da ditadura é passível de punição pelas ferramentas que detêm as instituições democráticas brasileiras".[65]
A Constituição garante a Eduardo Bolsonaro não ser punido "por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos", a chamada "imunidade parlamentar", prevista no artigo 53. No entanto, a própria Constituição também estabelece no artigo 55 que o parlamentar pode perder seu mandato por "quebra de decoro" se houver "abuso das prerrogativas (direitos)" garantidos aos congressistas. Com base nisso, a oposição anunciou que irá pedir a cassação de Eduardo noConselho de Ética e Decoro Parlamentar.[65]
Depois da forte reação negativa e de ser repreendido pelo presidenteJair Bolsonaro, o deputado disse ter sido mal interpretado ao programaBrasil Urgente, daBand, e pediu desculpas pela declaração.[65]
Em novembro de 2019, Eduardo Bolsonaro comunicou numa rede social um convite para a população ir ao "Cine Brasil", em Brasília. Segundo Eduardo Bolsonaro, o filme "conta a história do Brasil" e "desagrada seu professor de história, que tenta te enviesar ideologicamente para que você acredite apenas no que ele diz". OCorreio Brazilienseinvestigou o caso e descobriu que Eduardo Bolsonaro, até o momento do anúncio, não tinha autorização para o evento. Moradores Vila Planalto não gostaram da decisão, tendo em vista que o filme distorce fatos históricos provados. Os deputados distritais Fábio Felix (PSOL), Leandro Grass (Rede) e Arlete Sampaio (PT) emitiram notas de repúdio que classificam o filme como uma afronta à democracia, narrado "de forma a desconstruir a violência do regime, justificando a atuação militar e a repressão contra os civis".[66]
Em maio de 2023,Nikolas Ferreira,Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro eFlávio Bolsonaro foram multados pela divulgação de vídeo descontextualizado sobreLula durante as eleições de 2022. Segundo a decisão do TSE, os acusados compartilharam informações falsas em suas redes sociais com o intuito de prejudicar a candidatura do ex-presidente Lula. O vídeo, produzido por Ferreira e partilhado pelos parlamentares, associou o slogan “Faz o L” com o incentivo ao uso de drogas por crianças e adolescentes, a associação desses comportamentos à criminalidade e a propostas de censura de redes sociais.[67][68][69]
Em maio de 2024, o Palácio do Planalto apontou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o senadorCleitinho Azevedo, doRepublicanos e o influenciadorPablo Marçal estão na lista de responsáveis por postagens como "fake news" relacionadas às chuvas no Rio Grande do Sul.[70]
Ano | Eleição | Partido | Cargo | Votos | % | Resultado | Ref |
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2014 | Eleições estaduais em São Paulo | PSC | Deputado Federal | 82.224 | 0,39% | Eleito | [71] |
2018 | Eleições estaduais em São Paulo | PSL | 1.843.735 | 8,74% | Eleito | [72] | |
2022 | Eleições estaduais em São Paulo | PL | 741.701 | 3,12% | Eleito | [73] |
Em 2015, ficou em primeiro lugar na categoria Combate à Corrupção e ao Crime Organizado, do Prêmio Congresso em Foco 2015. Bolsonaro teve 16 769 votos, mais de 10 mil à frente do segundo lugar.[74]
Em 2017, ficou em primeiro lugar, na categoria de Melhor Deputado do Ano pelo Voto Popular, do Prêmio Congresso em Foco 2017. Bolsonaro teve 55 256 votos, quase o triplo do segundo colocado.[75]