Dulcimer é uminstrumento de cordas percutidas, de origemmedieval. Consiste em umacaixa acústica demadeira com cordas metálicas deaço, dispostas horizontalmente, possuindo um número variável de cordas montadas sobre. Pertence à família dosaltério.
É composto de várias cordas de metal, dispostas em grupos de duas a cinco pornota e distribuídas ao longo de umacaixa de ressonância plana, de formatrapezoidal.
As cordas passam sobre pontes que se encontran acopladas à caixa. Cada corda é equipada com umasurdina controlada por um pedal. Atessitura do dulcimer é bastante ampla e vai desde ore2 aomi6. Osom se produz quando as cordas são batidas porbaquetas, pequenos martelos que produzem um som vibrante, seco e metálico. Existem variantes de disposição deescalas cromáticas e não cromáticas.[1]
Considerado como antecessor dopiano, embora não tenhateclas, o instrumento é originário doOriente Próximo, provavelmente dosanturiraniano. Seu uso foi difundido naPenínsula Ibérica durante oséculo XII.
O dulcimer é usado namúsica folclórica de toda aEuropa. No final doséculo XIX, o dulcimerhúngaro (ou címbalo húngaro) deu lugar a um elaborado instrumento, totalmente cromático, com quatro pés e um pedal desurdina, como o piano. É utilizado naópera de1926Háry János, docompositor húngaroZoltán Kodály.
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