Movatterモバイル変換


[0]ホーム

URL:


Ir para o conteúdo
Wikipédia
Busca

Crise financeira de 2007–2008

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado deCrise financeira de 2008)
Parte da série:
Grande Recessão
Cúpulas

Crise financeira de 2007–2008[1] foi uma conjunturaeconômica global que foi precipitada pela falência do tradicional banco de investimentonorte-americanoLehman Brothers, fundado em1850. Emefeito dominó, outras grandesinstituições financeiras quebraram, no processo também conhecido comoCrise dosubprime.[2][3]

Para evitar um colapso, ogoverno norte-americano renacionalizou as agências decrédito imobiliárioFannie Mae eFreddie Mac, privatizadas em1968, que a partir de então, ficaram sob controle governamental e assim permanecerão por tempo indeterminado. O governo americano injetou 200 bilhões dedólares nas duas agências, e esta é considerada a maior operação de socorro financeiro feita pelo governo norte-americano até então.[4]

Em outubro de2008, aAlemanha, aFrança, aÁustria, osPaíses Baixos e aItália anunciaram pacotes que somavam 1,17 trilhão deeuros (US$ 1,58 trilhão ≈R$ 2,76 trilhões, em valores correntes na época) em ajuda aos seus sistemas financeiros. OPIB daZona Euro teve uma queda de 1,5% no quarto trimestre de 2008, considerando o trimestre anterior, e esta foi a maior contração da História da economia nessa região.[5]

História

[editar |editar código]

SegundoGeorge Soros, esse período de crise foi precipitado por uma "bolha" no mercado de residências e, em certos aspectos, foi muito similar às crises que ocorreram, desde aSegunda Guerra Mundial, em intervalos de 4 a 10 anos. Entretanto, Soros fez uma importante distinção entre essa crise e as anteriores, considerando a crise atual como o clímax de uma superexpansão ("super-boom") que ocorreu nos últimos 60 anos. Segundo Soros, os processos de expansão-contração ("boom-bust") giram ao redor do crédito, e envolvem uma concepção errônea, que se baseia na incapacidade de se reconhecer a conexão circular reflexiva entre o desejo de emprestar e o valor das garantias colaterais. Crédito fácil cria uma demanda que aumenta o valor das propriedades, o que, por sua vez, aumenta o valor do crédito disponível para financiá-las. As bolhas começam quando as pessoas passam a comprar casas, na expectativa de que sua valorização permitirá a essas pessoas refinanciar suas hipotecas, com lucros. Isso foi o que aconteceu nessa última crise.[6]

Origem

[editar |editar código]
Antiga sede doLehman Brothers emManhattan,Nova Iorque.

Alguns economistas consideram que a crise dossubprimes tem sua causa primeira no estouro da chamada "bolha da Internet" (eminglês,dot-com bubble), em2001, quando o índiceNasdaq (que mede a variação de preço das ações de empresas de informática e telecomunicações) despencou. Segundo Paul Krugman,"para combater a recessão, oSistema de Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) precisava de mais do que uma recuperação rápida; precisava aumentar dramaticamente as despesas das famílias para compensar o moribundo investimento das empresas. E, para fazer isso, como Paul McCulley daPIMCO coloca,Alan Greenspan, presidente do Fed, precisava criar umabolha imobiliária para substituir abolha do Nasdaq, orientando os investimentos para o setor imobiliário.[7][8]

OFed adotou uma política detaxas de juros muito baixas e de redução das despesas financeiras, induzindo os intermediários financeiros, e imobiliários, a incitar uma clientela cada vez maior a investir em imóveis, principalmente através daFannie Mae e daFreddie Mac, que já vinham crescendo muito, desde que diferentes governos e políticos dosEstados Unidos as usaram para financiar casas aos mais pobres. O governo garantia os investimentos feitos por essas duas empresas. Bancos de vários países do mundo, atraídos pelas garantias do governo, acabaram emprestando dinheiro a imobiliárias através da Fannie Mae e da Freddie Mac, que estavam autorizadas a captar empréstimos em qualquer lugar do mundo.

Foi assim criado o sistema dashipotecas subprimes, empréstimos hipotecários de alto risco e de taxa variável, concedidos às famílias "frágeis", ou seja, para os clientes apelidados de "ninja" (um acrônimo para "sem renda, sem emprego e sem patrimônio"). Na realidade, eram financiamentos de casas, muitas vezes conjugados com a emissão decartões de crédito, concedidos a famílias que os bancos sabiam de antemão não ter renda familiar suficiente para poder arcar com suas prestações.

Num passo seguinte, os bancos que criaram essas hipotecas criavam derivativos negociáveis no mercado financeiro, instrumentos sofisticados para securitizá-las, isto é, transformá-las em títulos livremente negociáveis - por elas lastreados - que passaram a ser vendidos para outros bancos, instituições financeiras, companhias de seguros e fundos de pensão pelo mundo afora. Por uma razão que se desconhece, as agências mundiais de crédito deram a chancela deAAA - a mais alta - a esses títulos.

Além da facilitação do crédito, outro aspecto que contribuiu para o endividamento familiar foi a estagnação da renda de muitas famílias norte-americanas a partir da década de 1980, sendo essa estagnação associada a um processo deconcentração de renda. Nesse contexto, o endividamento médio das famílias, que, em 1980, correspondia a 72% da renda disponível, chegou, em 2006, a representar 140% da renda disponível.[9]

Quando a Reserva Federal, em2005, aumentou a taxa de juros para tentar reduzir ainflação, desregulou-se a máquina: o preço dos imóveis caiu, tornando impossível seu refinanciamento para os clientesninja, que se tornaram inadimplentes em massa, e esses títulos derivativos se tornaram impossíveis de ser negociados a qualquer preço, o que desencadeou um efeito dominó, fazendo balançar o sistema bancário internacional, a partir de agosto de2007.

A jornalista Hanna Rosin argumenta que os milhões de adeptos dateologia da prosperidade podem ter influenciado o problema no mercado imobiliário, que causou a crise econômica de 2008-2009, por ignorar fatores como salários por hora e extrato de conta bancária, bem como causa e efeito, e um cálculo prudente dos gastos oferecidos, em favor de "milagres financeiros e a ideia de que o dinheiro é uma substância mágica que vem como um dom do alto".[10]

A superexpansão (superboom) de 60 anos

[editar |editar código]
Mapa-múndi mostrando taxas de crescimento real doPIB para 2009. (Países em marrom estavam emrecessão econômica.)

Nos últimos 60 anos, cada vez que a expansão do crédito entrou em crise, as autoridades financeiras agiram injetando liquidez no sistema financeiro e adotando medidas para estimular a economia. Isso criou um sistema de 'incentivos assimétricos', conhecido nosEstados Unidos comomoral hazard, que encorajava uma expansão de crédito cada vez maior.George Soros comenta:"O sistema foi tão bem sucedido que as pessoas passaram a acreditar naquilo que o então presidenteReagan chamava de "a mágica dos livres-mercados" e que eu chamo defundamentalismo de livre mercado. Os fundamentalistas de livre mercado acreditam que os mercados tendem a um equilíbrio natural e que os interesses de uma sociedade serão alcançados se cada indivíduo puder buscar livremente seus próprios interesses. Essa é uma concepção obviamente errônea porque foi a intervenção nos mercados, não a ação livre dos mercados, que evitou que os sistemas financeiros entrassem em colapso. Não obstante, o fundamentalismo de livre mercado emergiu como aideologia econômica dominante na década de 1980, quando os mercados financeiros começaram a serglobalizados, e os Estados Unidos passaram a ter um déficit em conta-corrente".[6]

Aglobalização permitiu aosEstados Unidos sugar a poupança mundial, e consumir muito mais do que produzia, com o seudéficit em conta corrente atingindo 6,2% doPIB em2006. Seus mercados financeiros 'empurravam' os consumidores a tomar emprestado, criando cada vez mais instrumentos sofisticados e condições favoráveis ao endividamento. As autoridades financeiras colaboravam e incentivavam esse processo, intervindo - para injetar liquidez - cada vez que o sistema financeiro global se visse em risco. A partir de1980, os mercados financeiros mundiais começaram a ser desregulamentados, tendo sua supervisão governamental progressivamente relaxada até virtualmente desaparecer.[6]

A superexpansão (super-boom) saiu dos trilhos quando os instrumentos financeiros se tornaram tão complicados que as autoridades financeiras governamentais se tornaram tecnicamente incapazes de avaliar os riscos desses instrumentos financeiros, e passaram a se utilizar dos sistemas de gerenciamento de risco dos próprios bancos privados. Da mesma maneira, as agências de análise de crédito internacionais se baseavam nas informações fornecidas pelos próprios criadores dos instrumentos sintéticos; às vésperas da quebra daFannie Mae, essas agências ainda classificavam os derivativos de empréstimossubprime como um riscoAAA."Foi uma chocante abdicação de responsabilidade", classificouSoros.[6]

Riscos e poderes regulatórios

[editar |editar código]

Para alguns analistas, a primeira metade dadécada de 2000 será relembrada como a época em que as inovações financeiras superaram a capacidade de avaliação de riscos, tanto dos bancos como das agências reguladoras de crédito. O caso doCitigroup é emblemático: o banco sempre esteve sob fiscalização doFederal Reserve, e seu quase colapso indica que não apenas a regulamentação então vigente foi ineficaz, como o governo norte-americano, mesmo depois de deflagrada a crise, subestimou sua severidade.[11] OCitigroup não esteve sozinho dentre as instituições financeiras que se tornaram incapazes de compreender, totalmente, os riscos que estavam assumindo. À medida que os ativos financeiros se tornaram mais e mais complexos, e cada vez mais difíceis de serem avaliados, os investidores passaram a ser reassegurados pelo fato de que tanto as agências internacionais de avaliação de crédito de bônus (bonds) como os próprios agentes reguladores, que passaram a nelas se fiar, aceitavam como válidos os complexos modelos matemáticos - de impossível compreensão para a maioria das pessoas - usados pelos criadores dos produtos financeiros sintéticos, que "provavam" que os riscos eram muito menores do que veio a se verificar na realidade.[11] Na opinião deGeorge Soros, a posição das agências reguladoras financeiras estadunidenses demonstrou "uma chocante abdicação de suas responsabilidades".[12]

Crise dosubprime

[editar |editar código]
Ver artigo principal:Crise dosubprime
EmBirmingham, no início de2007, fila de clientes diante do Banco Northern Rock, o primeiro banco a sofrer intervenção noReino Unido, desde1860.

Acrise dosubprime foi desencadeada em2007, a partir daquebra deinstituições decrédito dosEstados Unidos, que concediam empréstimoshipotecários de altorisco (eminglês:subprime loan ousubprime mortgage), arrastando váriosbancos para uma situação deinsolvência e repercutindo fortemente sobre asbolsas de valores de todo o mundo.Subprimes são créditos bancários de alto risco, que incluem desde empréstimos hipotecários até cartões de créditos e aluguéis de carros, e eram concedidos, nos Estados Unidos, a clientes sem comprovação de renda e com histórico ruim de crédito – a chamada clientelasubprime. As taxas dejuros eram pós-fixadas, isto é, determinadas no momento do pagamento das dívidas. Por esta razão, com a disparada dos juros nos Estados Unidos, muitos mutuários ficaram inadimplentes, isto é, sem condições de pagar as suas dívidas aos bancos.

A crise foi revelada ao público a partir de fevereiro de2007, culminando na crise de 2008.[13][14]

A quebra do banco de investimento sediado emNova Iorque,Lehman Brothers, em 2008, foi seguida, no espaço de poucos dias, pela falência técnica da maior empresaseguradora dosEstados Unidos da América, aAmerican International Group (AIG).

Outras importantes instituições financeiras do mundo, como oCitigroup eMerrill Lynch nos Estados Unidos,Northern Rock noReino Unido,Swiss Re eUBS naSuíça, eSociété Générale naFrança, declararam ter tido perdas colossais em seus balanços, o que agravou ainda mais o clima de desconfiança, que se generalizou. NoBrasil, as empresasSadia,[15]Aracruz Celulose[16] eVotorantim[17] anunciaram perdas bilionárias.

Temendo que a crise tocasse a esfera da chamada "economia real", osbancos centrais foram conduzidos a injetarliquidez no mercado interbancário, para evitar oefeito dominó, com a quebra de outros bancos em cadeia, e que a crise se ampliasse em escala mundial.[18]

Segundo declaração doFMI, em 7 de outubro de 2008, as perdas decorrentes dehipotecas do mercado imobiliáriosubprime, já realizadas, contabilizavam 1,4 trilhão de dólares, e o valor total dos créditossubprime, ainda em risco, se elevava a 12,3 trilhões, o que corresponde a 89% doPIB estadunidense.

O socorro governamental

[editar |editar código]
Queda damédia Dow Jones de produção industrial em 2008. A crise levou à falência muitas instituições financeiras nosEUA e naEuropa.

O governo norte-americano, que se recusou a oferecer garantias para que o bancoinglêsBarclays adquirisse o controle do cambaleante Lehman Brothers,[19] alarmado com oefeito sistêmico que a falência dessa tradicional e poderosa instituição financeira - abandonada às "soluções de mercado" - provocou nos mercados financeiros mundiais, resolveu, em vinte e quatro horas, injetar oitenta e cinco bilhões dedólares de dinheiro público naAIG para salvar suas operações. Mas, em poucas semanas, a crise norte-americana já atravessava oAtlântico: aIslândia estatizou o segundo maior banco do país, que passava por sérias dificuldades.[20] Mesmo os bancos que não trabalhavam com os chamados "créditos podres" foram atingidos. O bancobritânicoNorthern Rock, por exemplo, não tinha hipoteca-lixo em seus livros. Porém, adotava uma estratégia arriscada - tomar dinheiro emprestado a curto prazo (a cada três meses) às instituições financeiras, para emprestá-lo a longo prazo (em média, vinte anos), aos compradores de imóveis. ONorthern Rock acabou por se tornar o primeiro banco britânico a sofrer intervenção governamental, desde 1860.[21]

Um pacote, aprovado às pressas pelo congresso estadunidense, destinou 700 bilhões de dólares de dinheiro do contribuinte americano a socorro dos banqueiros. Desde a quebra doBear Stearns[22] até outubro de2008, o governo estadunidense e a Reserva Federal já haviam despendido cerca de 2 (dois) trilhões de dólares na tentativa de salvar instituições financeiras. Os países daUE também despenderam várias centenas de bilhões deeuros na tentativa de salvar seus próprios bancos. Em abril de 2009, oG-20, reunido emLondres, anunciou a injeção de 1 (um) trilhão de dólares na economia mundial de maneira a combater a crise financeira global.

Análises e prognósticos

[editar |editar código]

Soros

[editar |editar código]

George Soros, em seu livroThe New Paradigm for Financial Markets (2008), diz que "estamos em meio a uma crise financeira não vista desde a crise de 1929"[23] e declara que essa crise poderia, em tese, ter sido evitada:

desgraçadamente temos a ideia defundamentalismo de livre mercado, que hoje é aideologia dominante, e que pressupõe que os mercados se corrigem; e isso é falso porque geralmente é a intervenção das autoridades que salvam os mercados quando eles se atrapalham. Desde 1980 tivemos cinco ou seis crises: a crise bancária internacional de1982, a falência do banco Continental Illinois em1984 e a falência doLong-Term Capital Management, em 1998, para citar três. A cada vez, são as autoridades que salvam os mercados, ou organizam empresas para fazê-lo. As autoridades têm precedentes nos quais se basear. Mas, de alguma maneira, essa ideia de que os mercados tendem ao equilíbrio e que seus desvios são aleatórios ganhou aceitação geral e todos estes instrumentos sofisticados de investimentos foram baseados nela.[23]

Luigi Zingales

[editar |editar código]

Em seu livroLuigi Zingales o atual sistema financeiro se arruinou graças a sua falta de coordenação e comunicação, essa falta de estrutura gera uma falha no sistema que as indústrias usam para evitar a regulamentação.

Para o autor, aalternativa de centralização representa problemas quanto a sua eficiência e aproximação funcional possui problemas quanto a sua abrangência em situações intercambiáveis (por exemplo o caso de aumento dos empréstimosCitibank, qual era de natureza de segurança de preços e financeira), esse modelo também apresenta problemas quando deve nomear uma agência por tomar responsabilidade por uma má administração, tornando um “jogo de culpa” no qual nenhuma das agências está disposta a tomar a responsabilidade.[24]

Nassim Nicholas Taleb

[editar |editar código]

Nassim Taleb, ex-corretor dederivativos e atual professor de engenharia de risco doPolytechnic Institute daNew York University, descreve o mundo socioeconômico como pouco influenciado por ações cotidianas. Segundo o autor, o que realmente muda o curso da história são eventos imprevisíveis, que abalam todo o sistema. Sua proposta se concentra no que ele denomina deantifragilidade, ou seja, a capacidade de instituições de resistir a tais eventos, que ele chama "cisnes negros". Taleb propõe cinco regras que podem ajudar a estabelecer a antifragilidade como um princípio da nossa vida socioeconômica.[25]

Ver também

[editar |editar código]

Referências

  1. Wessel, David (8 de abril de 2010).«Did 'Great Recession' Live Up to the Name?».The Wall Street Journal 
  2. Evans-Pritchard, Ambrose (13 de setembro de 2010).«IMF fears 'social explosion' from world jobs crisis».The Daily Telegraph. London 
  3. Zuckerman, Mortimer (20 de junho de 2011).«Why the jobs situation is worse than it looks».US News. New York 
  4. Governo americano assume o controle da Fannie Mae e Freddie Mac. O Globo, Valor Online, 8 de setembro de 2008, 8:19
  5. «PIB da zona do euro tem queda recorde no 4o tri, de 1,5% - 05/03/2009 - Reuters - Economia».economia.uol.com.br. Consultado em 15 de setembro de 2022 
  6. abcdSOROS, George.The worst market crisis in 60 years, Londres: Financial Times, 23 de janeiro de 2008, 02:00 GMT,in GerogeSoros.com
  7. Crises financières à répétition: quelles explications? quelles réponses, Fondation Res Publica, Paris, 2008
  8. Dubya's Double Dip? Dubya's Double Dip?Paul KrugmanThe New York Times, 2 de agosto de 2002 (em inglês) "Dubya" é um dos apelidos do ex-presidente dos Estados Unidos,George W. Bush, derivado da pronúnciatexana da letraW: "dubya".Double dip refere-se ao padrão da curva de evolução doPIB, em que umarecessão é seguida de uma curta recuperação e de nova recessão.
  9. UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A DESIGUALDADE NA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E O ENDIVIDAMENTO DOS TRABALHADORES NORTE-AMERICANOS DOS ANOS 1980 AOS ANOS 2000, acesso em 19 de abril de 2019.
  10. Did Christianity Cause the Crash? Hanna Rosin, December 2009
  11. abFloyd Norris (2008).News Analysis: Another Crisis, Another Guarantee, The New York Times, November 24, 2008
  12. George Soros (2008)The worst market crisis in 60 years. London: The Financial Times, January 22 2008 19:57, last updated: January 22 2008 19:57
  13. «Instituto europeu vê agravamento da crise sistêmica». Consultado em 4 de abril de 2009. Arquivado dooriginal em 2 de maio de 2009 
  14. LEAP/2020 : Annonce Spéciale Crise Systémique Globale Septembre 2008[ligação inativa]
  15. Ações da Sadia despencam quase 30% com perdas milionárias, Folha Online, 26 de setembro de 2008, 11h21
  16. BIANCONI, Cesar.Aracruz: perdas poderiam ser de R$ 1,95 bi em setembro. São Paulo: Agência Estado, 3 de outubro de 2008, 07h48
  17. Votorantim admite perdas de R$ 2,2 bi com operações de câmbio. São Paulo, Folha Online, 10 de outubro de 2008, 12h51
  18. La crise : après les banques, l'économie réelleArquivado em 30 de janeiro de 2016, noWayback Machine., por Guillaume Duval, 17/10/2008. (em francês)
  19. Lehman CEO Fuld: Where Was Our Bailout?, Agência REUTERS, 6 de outubro de 2008, 15:57 ET
  20. FRANCE-PRESSE,Islândia nacionaliza segundo maior banco do país., 7 de outubro de 2008, 09:21
  21. "Economia mundial em crise – Onde estamos agora?" por Mick Brooks", 25.01.2008
  22. GOLDSTEIN, Matthew.Bear Stearns' Subprime Bath. Business Week, June 12, 2007, 6:15PM EST
  23. abSOROS, George e WOODRUFF, Judy.The Financial Crisis: An Interview with George Soros. New York:The New York Review of Books, Volume 55, N° 8, maio de 2008
  24. «A Capitalism for the People: Recapturing the Lost Genius of American Prosperity by Luigi Zingales».www.pubishersweekly.com. Consultado em 15 de setembro de 2022 
  25. Learning to Love Volatility. Por Nassim Nicholas Taleb.Wall Street Journal, 16 de novembro de 2012.

Ligações externas

[editar |editar código]
Pré-1000
1000–1760
1760–1840
1840–1870
1870–1914
1918–1939
1945–1973
1973–1982
1982–2007
2007–presente
Fases
Crises
de grande impacto
Milagres
Economias tigres
Emergências projetadas
Controle de autoridade
Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Crise_financeira_de_2007–2008&oldid=70164590"
Categorias:
Categorias ocultas:

[8]ページ先頭

©2009-2026 Movatter.jp