AD – Coligação PSD/CDS Coligação PPD/PSD.CDS–PP | |
|---|---|
Logotipo atualmente usado pela coligação | |
| Sigla | PPD/PSD.CDS–PP (1997–presente) CDS–PP.PPD/PSD (1997–presente) CDS–PP–PPD/PSD(2001) PPD/PSD–CDS(1989) UD(1982) |
| Líder | Luís Montenegro |
| Vice-líder | Nuno Melo |
| Fundação | 1982(autárquicas) 2004(legislativas regionais nos Açores) 2004(europeias) 2015(legislativas) 2022(legislativas na Madeira) 2023(legislativas regionais na Madeira) 2024(legislativas na Madeira) 2025(legislativas) |
| Dissolução | 2004(legislativas regionais nos Açores) 2014(europeias) 2015(legislativas) 2022(legislativas na Madeira) 2023(legislativas regionais na Madeira) |
| Sede | Lisboa,Portugal |
| Ideologia | Conservadorismo liberal Liberalismo económico Democracia cristã |
| Espectro político | Centro-direita adireita |
| Antecessor | AD (1979-1983) AD (2024) (não oficialmente) |
| Afiliação nacional | PPD/PSD CDS–PP |
| Assembleia da República | 91 / 230 |
| Nomes anteriores | Força Portugal(2004) Coligação Açores(2004) |
| Cores | Azul elaranja |
| Símbolo eleitoral | |
| Bandeira do partido | |
| Página oficial | |
| ad2025.pt psd.pt cds.pt | |
AColigação PPD/PSD.CDS–PP, atualmente com o nomeAD – Coligação PSD/CDS[1] é umacoligaçãoeleitoralportuguesaad hoc que existe entre oPartido Social Democrata (PPD/PSD) e oCDS – Partido Popular (CDS–PP), sendo utilizada, maioritariamente para eleições autárquicas.[2]
Usando o nomeUnião Democrática, a coligação existe desde aseleições autárquicas intercalares de abril de 1979, que tiveram lugar no município deValença. Naseleições autárquicas gerais de 1979, oPartido Social Democrata (PPD/PSD) e oPartido do Centro Democrático Social (CDS) concorreram apenas sozinhos ou na coligaçãoAliança Democrática com oPartido Popular Monárquico (PPM). Reapareceu, novamente com o nomeUnião Democrática naseleições autárquicas de 1982, sendo desativada nasautárquicas de 1985 e retomada nasautárquicas de 1989. Não surgiria naseleições autárquicas de 1993, voltando nasautárquicas de 1997, concorrendo em todas as autárquicas seguintes até à atualidade, com as mais variadas denominações consoante a autarquia.
Naseleições europeias de 2004, a coligação concorreu com o nomeForça Portugal.
Na sequência daseleições para a Assembleia da República de 2002, o partido mais votado, o PPD/PSD, liderado porJosé Manuel Durão Barroso, aliou-se aoPartido Popular (CDS–PP) dePaulo Portas por forma a assegurar uma maioria parlamentar e formar novo Governo, e o mesmo aconteceu naseleições para a Assembleia da República de 2011, onde o PPD/PSD, liderado porPedro Passos Coelho se aliou novamente ao CDS–PP liderado por Paulo Portas, que seria oministro de Estadoe dos Negócios Estrangeiros e posteriormentevice-primeiro-ministro. Ambas as coligação foram pós-eleitorais.
Os dois partidos concorreram novamente coligados naseleições legislativas regionais nos Açores em 2004, com a denominaçãoColigação Açores e, no mesmo ano, também àseleições europeias com o nomeForça Portugal.
Dez anos depois, repetiriam a coligação àseuropeias de 2014, desta vez com o nomeAliança Portugal.
O PPD/PSD e oCDS–PP assinaram no dia 25 de abril de 2015[3] um compromisso para formar uma aliança para aseleições legislativas de 2015 escolhendo como nomePortugal à Frente, com a assinatura de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas no dia 16 de maio como ato fundador da coligação,[4] tendo as linhas de orientação sido relevadas a 3 de junho de 2015 e a coligação formalmente registada a 20 de julho de 2015.[5] O nome da aliança foi divulgado no dia 5 de junho emAveiro.[6]
Naseleições legislativas de 2015 a coligação apresentou candidaturas em todos os círculos eleitorais, excetuando os dasregiões autónomas. Nesses círculos ambos os partidos apresentaram candidaturas separadas, sendo que o CDS–PP se juntou aoPartido Popular Monárquico (PPM) no círculo eleitoral dosAçores.
A sua extinção “natural”, na sequência da queda doXX Governo Constitucional, foi confirmada a 17 de dezembro por Passos Coelho: «não é preciso nenhum ato formal para lhe pôr termo».[7] À data da extinção, o líder do maior partido desta coligação não pôs de parte o seu reatamento futuro e acentuou a continuada convergência de posições dos dois partidos.[7]
Naseleições autárquicas de 2021,Rui Rio eFrancisco Rodrigues dos Santos reativaram a coligação.[8]
Em 2022, a coligação foi reativada apenas nocírculo eleitoral da Madeira, comoMadeira Primeiro, tendo sido um dos únicos círculos em que oPartido Socialista perdeu naslegislativas de 2022.[9]
Em 2023, ocorreu a primeira e única coligação entre os dois partidos àslegislativas regionais na Madeira, tendo tomado o nomeSomos Madeira.
Naseleições legislativas de 2024, a coligação foi reativada apenas no círculo eleitoral da Madeira, novamente comoMadeira Primeiro.[10]
Naseleições legislativas de 2025, a coligação foi reativada novamente a nível nacional com o nomeAD – Coligação PSD/CDS, exceto no círculo eleitoral dos Açores, onde foi a eleições aAliança Democrática em conjunto com o PPM,[11] mas com a designaçãoPSD/CDS/PPM. Nestas legislativas, a coligação foi também apoiada peloPartido da Terra (MPT), cujo presidente, Pedro Pimenta ocupou o 25.º lugar da lista por Lisboa.[12] A coligação acabou por conseguir uma vitória com maioria relativa nas eleições, alcançando 91 deputados.


| Data | CI. | Votos | % | Deputados | Status | Notas |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2015 | 1.º | 2 082 511 | 38,56 / 100,00 | 107 / 230 | Oposição | Portugal à Frente |
| 2019 | Não houve coligação | |||||
| 2022 | Região Autónoma da Madeira (Madeira Primeiro) | |||||
| 2024 | 1.º | 1 867 442 | 28,83 / 100,00 | 80 / 230 | Governo | Aliança Democrática |
| 2025 | 1.º | 1 971 558 | 31,21 / 100,00 | 91 / 230 | Governo | AD – Coligação PSD/CDS |
| Data | Cl. | Votos | % | Deputados | Status | Notas |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2022 | 10.º | 50 634 | 0,91 / 100,00 | 3 / 6 | Oposição | Madeira Primeiro |
| 2024 | 10.º | 52 992 | 0,82 / 100,00 | 3 / 6 | Governo |
| Data | Cl. | Votos | % | Deputados | Notas |
|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2.º | 1 132 769 | 33,27 / 100,00 | 9 / 24 | Força Portugal |
| 2009 | Não houve coligação | ||||
| 2014 | 2.º | 910 647 | 27,71 / 100,00 | 7 / 21 | Aliança Portugal |
| 2019 | Não houve coligação | ||||
| 2024 | 2.º | 1 228 307 | 31,11 / 100,00 | 7 / 21 | Aliança Democrática |
| Data | Cl. | Votos | % | +/- | Presidentes | +/- | Vereadores | +/- |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1982 | 8.º | 30 941 | 0,60 / 100,00 | 0 / 305 | 6 / 1 913 | |||
| 1985 | Não houve coligação | |||||||
| 1989 | 5.º | 192 968 | 3,90 / 100,00 | 1 / 305 | 13 / 1 997 | |||
| 1993 | Não houve coligação | |||||||
| 1997 | 6.º | 160 354 | 2,99 / 100,00 | 0 / 305 | 11 / 2 021 | |||
| 2001 | 4.º | 547 555 | 10,42 / 100,00 | 16 / 308 | 130 / 2 044 | |||
| 2005 | 3.º | 628 648 | 11,62 / 100,00 | 20 / 308 | 166 / 2 046 | |||
| 2009 | 3.º | 872 429 | 15,76 / 100,00 | 22 / 308 | 207 / 2 078 | |||
| 2013 | 3.º | 610 687 | 12,22 / 100,00 | 19 / 308 | 208 / 2 086 | |||
| 2017 | 3.º | 673 889 | 13,00 / 100,00 | 19 / 308 | 223 / 2 074 | |||
| 2021 | 2.º | 922 321 | 18,45 / 100,00 | 41 / 308 | 348 / 2 064 | |||
| Data | Cl. | Votos | % | Deputados | Status | Notas |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2.º | 38 883 | 36,84 / 100,00 | 21 / 52 | Oposição | Coligação Açores |
| Data | Cl. | Votos | % | Deputados | Status | Notas |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | 1.º | 58 399 | 43,13 / 100,00 | 23 / 47 | Governo | Somos Madeira |