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Chimpanzé-comum

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Chimpanzé-comum
Intervalo temporal: 4–0 Ma[1]
Pan troglodytes schweinfurthii
CITES Appendix I (CITES)[3]
Classificação científicaedit
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Mammalia
Ordem:Primates
Subordem:Haplorhini
Família:Hominidae
Gênero:Pan
Espécies:
P. troglodytes
Nome binomial
Pan troglodytes
(Blumenbach, 1775)
Subespécies
Distribuição das subespécies
  P. t. verus
  P. t. ellioti
  P. t. troglodytes
  P. t. schweinfurthii
Sinónimos
  • Simia troglodytesBlumenbach, 1775
  • Troglodytes troglodytes(Blumenbach, 1776)
  • Troglodytes nigerE. Geoffroy, 1812
  • Pan niger(E. Geoffroy, 1812)
  • Anthropopithecus troglodytes(Sutton, 1883)
Outros projetosWikimedia também contêm material sobre este tema:
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WikispeciesDiretório noWikispecies
Chimpanzé macho alfa no Parque Nacional da Floresta de Kibale, Uganda
Chimpanzé macho alfa no Parque Nacional da Floresta de Kibale, Uganda
Chimpanzé macho alfa a caminhar no Parque Nacional da Floresta de Kibale, Uganda
Chimpanzé macho alfa a caminhar no Parque Nacional da Floresta de Kibale, Uganda

Ochimpanzé-comum (nome científico:Pan troglodytes), também conhecido comochimpanzé-robusto,[2] é uma das duas espécies dechimpanzés que vivem nocontinente africano, juntamente com ochimpanzé-pigmeu (bonobo). Evidências de fósseis e sequenciamento de DNA mostram que essas duas espécies são os parentes vivos mais próximos doshumanos.[4] O chimpanzé-comum possui quatro subespécies confirmadas e uma quinta subespécie proposta.

O chimpanzé-comum é coberto por pelos grossos e pretos, mas tem o rosto, dedos, palmas das mãos e solas dos pés desprovidos de pelos. É maior e mais robusto que o bonobo, com machos pesando 40-70 kg e fêmeas pesando 27-50 kg, medindo de 100 a 150 cm. Seu período degestação é de oito meses, muito semelhante à dos humanos que é de 9 meses. O bebê é desmamado por volta dos três anos de idade, mas geralmente mantém um relacionamento próximo com sua mãe por mais alguns anos, atingindo apuberdade entre os 8 e 10 anos.

Os chimpanzés-comuns vivem em grupos que variam de entre 15 a 150 indivíduos, embora viajam em grupos menores durante o dia. A espécie vive em uma hierarquia patriarcal e rigorosa, o que significa que as disputas geralmente podem ser resolvidas sem a necessidade de violência. Quase todas as populações de chimpanzés foram registadas utilizando ferramentas, modificando gravetos, pedras, relva, folhas e usando-os para adquirirmel,cupins,formigas,nozes eágua.[5] A espécie também foi encontrada utilizando gravetos afiados como uma lança para caçar pequenos mamíferos.[6]

O chimpanzé-comum está listado nalista vermelha da IUCN como uma dasespécies ameaçadas deextinção.[2] A população estimada de chimpanzés-comuns em vida selvagem é de cerca de 170.000 a 300.000 indivíduos, naÁfrica Ocidental eCentral.[2] As maiores ameaças para o chimpanzé-comum são a destruição do habitat, acaça furtiva e doenças infecciosas transmitidas majoritariamente por seres humanos.

Etimologia

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A palavra chimpanzé é derivada do dialetoBanto, oTshiluba, onde erakivili-chimpenze,[7] com o significado de "macaco" ou semelhante ao homem. Onome científicoPan troglodytes reflete a grande confusão que prevalecia no status taxonômico da espécie no início de suas pesquisas científicas, bem como a influência de mitos e lendas. O nome do gêneroPan, definido em 1816 pelo naturalista alemãoLorenz Oken (1851-1779),[8] deriva do deus grego. O nome da espécietroglodita em grego significa "morador das cavernas", um nome inapropriado, uma vez que o chimpanzé comum não habita cavernas. Este nome foi originalmente cunhado no século XVII pelo naturalista suecoCarlos Lineu como o nome da suposta espécieHomo troglodytes (que significa "o homem mora em cavernas") para denotar uma tribo humana lendária que supostamente existiu naÁfrica.[9]

Taxonomia e genética

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O primeiro grande macaco conhecido pela ciência ocidental no século XVII foi oorangotango (gêneroPongo), o nomemalaio local sendo registrado emJava pelo médico holandêsJacob de Bondt. Em1641, o anatomista holandêsNicolaes Tulp atribuiu o nome incorretamente a um chimpanzé ou bonobo daAngola levado para aHolanda por comerciantes holandeses.[10] O naturalista alemãoJohann Friedrich Blumenbach classificou o chimpanzé comoSimia troglodytes em1775. Outro naturalista alemão,Lorenz Oken, cunhou o gênero Pan em 1816. Obonobo foi reconhecido como uma espécie distinta do chimpanzé em1933.[9][11]

Subespécies

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Até à data, foram definidas quatrosubespécies do chimpanzé-comum,[12][13] que diferem umas das outras principalmente na sua área de distribuição ao longo doContinente Africano:

As diferenças externas entre essas subespécies não são significativas, exceto pela tendência de tamanhos menores do corpo nas subespécies daÁfrica Ocidental. Estudos genéticos mostram que as subespécies da África Ocidental e as subespécies da Nigéria-Camarões estiveram, de fato, relativamente isoladas umas das outras e umas das outras por centenas de milhares de anos, mas não há diferenças genéticas significativas entre as subespécies daÁfrica Central e daÁfrica Oriental.[14]

Uma quinta subespécie foi proposta, ochimpanzé do sudeste (P. troglodytes marungensis), sendo encontrada emBurundi,Ruanda,Tanzânia eUganda.[15]

Evolução

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Apesar de um grande número de descobertas de fósseis deHomo, os fósseis dePan não foram descritos até2005. As populações de chimpanzés existentes naÁfrica Ocidental eCentral não se sobrepõem aos principais sítios de fósseis humanos naÁfrica Oriental, mas fósseis de chimpanzés já foram relatados noQuênia, o que indica que tanto humanos quanto membros do cladoPan estavam presentes noVale do Rift da África Oriental durante oPleistoceno Médio.[16]

Evidências de DNA sugerem que as espécies de bonobos e chimpanzés se separaram há menos de um milhão de anos (semelhante em relação aoHomosapiens eHomo neanderthalensis).[17][18] Um estudo genético de 2017 sugere um fluxo gênico antigo (introgressão) do bonobo para os ancestrais dos chimpanzés entre 200 e 550 mil anos atrás.[13]

A linhagem do chimpanzé se separou do último ancestral comum da linhagemhumana há cerca de seis milhões de anos. Já que nenhuma outra espécie além doHomo sapiens sobreviveu da linhagem humana dessa ramificação, ambas as espécies de chimpanzés são os parentes vivos mais próximos dos humanos; a linhagem de humanos e chimpanzés divergiu dosgorilas (gêneroGorilla) há cerca de sete milhões de anos.

Características físicas

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Imagem de um chipanzé, descansando em cima de um tronco.

Os chimpanzés adultos têm uma altura média de 150 cm.[19] Os machos adultos selvagens pesam entre 40–70 kg, com as fêmeas pesando entre 27–50 kg.[20]

O chimpanzé é mais robusto que obonobo, mas menos que ogorila. Os braços de um chimpanzé são mais longos que as pernas e podem chegar abaixo dos joelhos. As mãos têm dedos longos com polegares curtos e unhas planas. Os pés são adaptados para agarrar, sendo o dedão do pé oponível. A pelve é longa com um ílio estendido. A cabeça do chimpanzé é arredondada, com um rosto proeminente e prognóstico e uma sobrancelha pronunciada. Possui olhos voltados para a frente, nariz pequeno, orelhas arredondadas não lobuladas, lábio superior longo e móvel e, nos machos adultos, caninos afiados. Os chimpanzés não têm acrista sagital proeminente e a musculatura associada da cabeça e pescoço dos gorilas.[11][21]

Os corpos dos chimpanzés são cobertos por pelos grossos, exceto o rosto, dedos das mãos e dos pés, palmas das mãos e solas dos pés. Os chimpanzés perdem mais cabelo à medida que envelhecem e desenvolvem manchas calvas. O cabelo de um chimpanzé é geralmente preto, mas pode ser castanho ou ruivo. À medida que envelhecem, podem aparecer manchas brancas ou cinzentas, principalmente no queixo e na região inferior. A pele pode variar de pálida a escura, as fêmeas desenvolvem uma pele inchada e rosada durante oestro.[11][21]

Os chimpanzés são adaptados para locomoção arbórea e terrestre. A locomoção arbórea consiste em escalada vertical e braquiação.[22][23] No solo, os chimpanzés movem-se tanto quadrúpede quanto bípede, que parecem ter custos de energia semelhantes. Tal como acontece com osbonobos egorilas, os chimpanzés são quadrúpedes e andam pelosnós dos dedos, o que possivelmente evoluiu de forma independente em cada gênero.[24] A força física dos chimpanzés é cerca de 1,5 vezes maior do que a dos humanos, devido ao maior conteúdo de fibras musculares de contração rápida, uma das adaptações do chimpanzé para escalar e balançar.[25]

Ecologia

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O chimpanzé é uma espécie altamente adaptável e vive em uma variedade dehabitats, incluindosavana seca, floresta tropicalperene,floresta montana, floresta pantanosa e em áreas mistas de floresta e savana.[26][27]

Dieta

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Uma mãe com seu filhote comendofigo no Parque Nacional de Kibale,Uganda.

Os chimpanzés-comuns sãofrugívoros onívoros e sua dieta é altamente variável de acordo com as suas populações individuais eestações do ano. Asfrutas compreendem cerca de metade da dieta, mas asfolhas,cascas etalos também são importantes. Os pequenosmamíferos compreendem um pequeno componente, mas significativo na dieta de muitas populações.[2]

Um estudo na floresta de Budongo, Uganda, descobriu que 64,5% do tempo de alimentação dos chimpanzés concentrava-se em frutas (84,6% das quais maduras), particularmente aquelas de duas espécies deFicus,Maesopsis eminii eCeltis durandii. Além disso, 19% do tempo de alimentação foi gasto em folhas arbóreas, principalmenteBroussonetia papyrifera eCeltis gentlebraedii.[28] Embora o chimpanzé seja principalmente herbívoro, ele também come mel, insetos, pássaros e seus ovos, e mamíferos de pequeno a médio porte, incluindo outros primatas.[29] As espécies de insetos consumidas incluem a formiga tecelãOecophylla longinoda, osMacrotermes, oscupins e asabelhas.[30][31] A espéciePiliocolobus badius está no topo das presas preferidas dos mamíferos, juntamente aomacaco de cauda vermelha,babuínos amarelos,jagra,cabrito-azul ejavalis.[32]

Ver também

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Referências

  1. McBrearty, S.; Jablonski, N. G. (2005). «First fossil chimpanzee».Nature.437 (7055): 105–108.Bibcode:2005Natur.437..105M.ISSN 0028-0836.PMID 16136135.doi:10.1038/nature04008 
  2. abcdeHumle, T.; Maisels, F.; Oates, J. F.; Plumptre, A.; Williamson, E. A. (2018) [errata version of 2016 assessment].«Pan troglodytes».Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas.2016: e.T15933A129038584.doi:10.2305/IUCN.UK.2016-2.RLTS.T15933A17964454.enAcessível livremente 
  3. «Appendices | CITES».cites.org. Consultado em 14 de janeiro de 2022.Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2017 
  4. «Estudo: genoma do bonobo é 98,7% igual ao do ser humano». 13 de junho de 2012 
  5. Boesch C, Boesch H. (1993) "Diversity of tool use and tool-making in wild chimpanzees". In: Berthelet A, Chavaillon J, editors.The use of tools by human and non-human primates. Oxford, England: Oxford Univ Pr; p 158-87.
  6. Gibbons, A. (23 de fevereiro de 2007).«PRIMATE BEHAVIOR: Spear-Wielding Chimps Seen Hunting Bush Babies».Science.315 (5815): 1063–1063.ISSN 0036-8075.doi:10.1126/science.315.5815.1063 
  7. «chimpanzé | Palavras | Origem Da Palavra».origemdapalavra.com.br. Consultado em 25 de agosto de 2020 
  8. International Commission on Zoological Nomenclature, London (1985).Bulletin of zoological nomenclature (em inglês). [S.l.]: London 
  9. abStanford, Craig B. (Craig Britton), 1956-.The new chimpanzee : a twenty-first-century portrait of our closest kin. Cambridge, Massachusetts: [s.n.]OCLC 1005760108  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)
  10. «Going the whole orang: Darwin, Wallace and the natural history of orangutans».Studies in History and Philosophy of Science Part C: Studies in History and Philosophy of Biological and Biomedical Sciences (em inglês).51: 53–63. 1 de junho de 2015.ISSN 1369-8486.doi:10.1016/j.shpsc.2015.02.006 
  11. abcJones, Clyde; Jones, Cheri A.; Jones, J. Knox; Wilson, Don E. (17 de maio de 1996).«Pan troglodytes».Mammalian Species (em inglês) (529): 1–9.ISSN 0076-3519.doi:10.2307/3504299 
  12. Groves, Colin P. (2001).Primate taxonomy. Washington, DC: Smithsonian Institution Press.OCLC 44868886 
  13. abde Manuel, Marc; Kuhlwilm, Martin; Frandsen, Peter; Sousa, Vitor C.; Desai, Tariq; Prado-Martinez, Javier; Hernandez-Rodriguez, Jessica; Dupanloup, Isabelle; Lao, Oscar (28 de outubro de 2016).«Chimpanzee genomic diversity reveals ancient admixture with bonobos».Science (New York, N.Y.).354 (6311): 477–481.ISSN 0036-8075.PMC 5546212Acessível livremente.PMID 27789843.doi:10.1126/science.aag2602 
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