Esta páginacita fontes, mas quenão cobrem todo o conteúdo. Ajude ainserir referências (Encontre fontes:Google (N • L • A • I • WP refs) • ABW • CAPES).(outubro de 2014) |

Umchaebol (trad. lit.: riqueza familiar) é um grande conglomerado industrial que é administrado e controlado por uma família naCoreia do Sul[1]. Um chaebol geralmente consiste em muitas afiliadas diversificadas, controladas por uma pessoa ou grupo de pessoas cujo poder sobre o grupo frequentemente excede a autoridade legal. Várias dezenas de grandes grupos corporativos controlados por famílias sul-coreanas se enquadram nessa definição.
Em 1972, ocorreu o primeiro uso conhecido desse termo em um texto em inglês.
Os líderes dos chaebols desempenham um papel significativo na política sul-coreana. Em 1988, Chung Mong-joon, presidente daHyundai Heavy Industries, elegeu-se como deputado para aAssembleia Nacional da Coreia do Sul. Hyundai tem feito esforços para contribuir para o degelo das relações com aCoreia do Norte[2]. Muitos chaebols familiares sul-coreanos foram criticados por baixos pagamentos de dividendos e outras práticas de governança que seriam prejudiciais aos acionistas minoritários[3].
Os 10 maiores Chaebol da Coreia do Sul sãoSamsung,Hyundai Motor Company,LG,SK, Hanjin,Hyundai Heavy Industries,Lotte,Doosan,Hanhwa, eKumho Asiana.
Até o início da década de 1960, a economia da Coreia do Sul era predominantemente agrícola, no entanto,em 16 de maio de 1961, ocorreu um golpe de estado, liderado porPark Chung-hee, que seria a principal liderança do país até o seu assassinato em 26 de outubro de 1979. Nesse período, ocorreu uma rápidaindustrialização, por meio do fortalecimento de grandes empresas.
O primeiro plano econômico quinquenal, iniciado em 1962, estabeleceu a política industrial para novos investimentos, que fortaleceu os chaebols por meio da concessão de garantias para a obtenção de empréstimos bancários externos. Desse modo, os chaebols desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento de novas indústrias exportadoras, ajudando a Coreia do Sul a se tornar um dosQuatro Tigres Asiáticos[4].
A cooperação entre o governo e os chaebols foi essencial para o forte crescimento econômico durante os planos quinquenais. A diretriz era impulsionar o desenvolvimento daindústria pesada e dasubstituição de importações. No entanto, a industrialização liderada pelos chaebols fortaleceu a concentração das atividades economicamente lucrativas nas mãos de um número limitado degrupos empresariais.
No final da década de 1980, já estavam bastante consolidados, de modo que não necessitavam de mais créditos patrocinados pelo governo[5].
No entanto, foram fortemente impactados pelacrise financeira asiática de 1997, desse modo, entre julho de 1997 e junho de 1999, 11 dos 30 maiores chaebols entraram em colapso, dentre esses oGrupo Daewoo. Antes da crise, o país tinha sete grandes fabricantes de automóveis, como consequência da crise, apenas dois grandes fabricantes permaneceram intactos.
Em 2014, somente oGrupo Samsung, representava cerca de 17% da economia sul-coreana. Por outro lado, entre 2012 e 2015, a relação entre lucro líquido e receita dos principais chaebols da Coréia do Sul diminuiu[6].
Oskeiretsus são o tipo de grupos empresarial que predomina noJapão, dentre as diferenças os dois tipos de grupos empresariais, podem-se citar que:
Apóscrise financeira asiática de 1997, oFundo Monetário Internacional (FMI) condicionou a concessão de um empréstimo de resgate de 60 bilhões dólares à reformas nos "chaebols". Tais reformas incluíram:
| Este artigo sobre umaempresa é umesboço. Você pode ajudar a Wikipédiaexpandindo-o. |