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Atlântico Sul

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OAtlântico Sul é a porção sul dooceano Atlântico. Pode ser delimitado segundo aspectos geográficos, históricos ou políticos.

O Atlântico Sul geográfico é a parte do oceano Atlântico situada noHemisfério Sul, ou seja, ao sul doEquador, separada do oceanoÍndico, a leste, pelomeridiano de 20°longitude E, e doPacífico, a oeste, pela linha de maior profundidade entre ocabo Horn e aAntártica.

O Atlântico Sul "histórico" é considerado como a região dinâmica de comércio entre aÁfrica,Europa eAmérica Latina, ao longo do período que vai dasgrandes navegações do século XVI até fins do século XVIII e início do XIX.

Em termos geopolíticos, o Atlântico Sul pode ser entendido como a grande área localizada entre aAmérica do Sul e a África, incluindo os países banhados pelo oceano Atlântico nos dois continentes.

História

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Mais informações:Escravidão na América Latina
O tráfico de seres humanos através do Atlântico Sul foi significativo até o século XIX.

O Atlântico Sul tornou-se uma região dinâmica do comércio entre os continentes daÁfrica,Europa eAmérica Latina após asgrandes navegações. O Atlântico foi o oceano mais importante para o comércio mundial entre os séculos XVII e XIX em grande parte devido a esta triangulação comercial centrada no Atlântico Sul que envolvia otráfico negreiro.

Esta dinâmica comercial envolvia principalmente otráfico de escravos para o Brasil entre os séculos XVI e XIX, mas também envolvia o intenso comércio de produtos tropicais comoaçúcar,café,cacau,tabaco, além de óleo dedendê ecachaça, e metais preciosos comoouro eprata.

Comércio triangular, até oséculo XVIII envolvia principalmente o Atlântico Sul.

Asrotas do tráfico entre Brasil e África passavam necessariamente pelo Atlântico Sul e foram responsáveis pelo transporte de cerca de 5 a 10 milhões deescravos trazidos da África para o Brasil entre 1550 e meados do século XIX.

O tráfico transatlântico pode ser considerado desta forma, um dos maiores processos demigração forçada da história.

Neste período o Atlântico Sul foi o centro comercial do mundo ocidental, sendo suplantado peloAtlântico Norte nesta função, apenas noséculo XIX, quando o comércio entreAmérica do Sul e África é reduzido significativamente e cresce muito o comércio entre Europa eAmérica do Norte, principalmente no novo eixo comercialInglaterra-EUA.

A herança histórica deixada por este período pode ser identificada em vários aspectos culturais, linguísticos, religiosos e gastronômicos de ambos os lados do Atlântico Sul, tanto na África como na América Latina, especialmente noBrasil.

Guerras e conflitos no Atlântico Sul

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Submarino nuclear inglês HSM Conqueror, utilizado nasMalvinas
Bombardeiro nuclear inglês Vulcan, utilizado naGuerra das Malvinas para ataques convencionais

Esta região foi palco de importantes conflitos político-estratégicos ao longo da história, que até o século XX envolviam as guerras entre as grandes potências pelo acesso ou controle de colônias na América e África, mas também de guerras de colonização. Entre os séculos XVI e XVIII, foi uma importante área de transporte de ouro e prata, o que atraia frequentemente, ataques de piratas e corsários. Posteriormente, no século XIX foi palco de lutas pela independência, que em muitos casos envolveram guerras de libertação nacional.

Noséculo XX, o Atlântico Sul foi um palco secundário daPrimeira Guerra Mundial, apesar do torpedeamento de navios brasileiros e da participação do Brasil e de Portugal no conflito (Ver artigosBrasil na Primeira Guerra Mundial ePortugal na Primeira Guerra Mundial). Uma única grande batalha naval ocorreu entre forças das marinhas inglesa e alemã próximo à região dasMalvinas, em dezembro de1914, no que ficou conhecido como a "Batalha das Falklands". Na costa africana a principal disputa envolveu o controle das até então colônias alemãs naÁfrica, onde pequenas batalhas se estenderam até 1918.

Durante aSegunda Guerra Mundial, o Atlântico Sul foi um palco importante daBatalha do Atlântico durante o período em que o Brasil participou da guerra. Ao todo 35 navios brasileiros foram atacados, dos quais 33 foram afundados, sendo um navio daMarinha de Guerra doBrasil e o restante pertencentes àMarinha mercante brasileira.

Dentre as batalhas navais destacam-se, ainda, os confrontos entre em que forças navais dos Estados Unidos e Reino Unido contra a marinha da Alemanha, incluindo o episódio que terminou no afundamento do navio alemão, ocruzador pesadoAdmiral Graf Spee, no litoral doUruguai.

Destacam-se ainda os enfrentamentos aeronavais dos paísesAliados (baseadas no nordeste brasileiro, emNatal), incluindo forças brasileiras, contra navios e principalmentesubmarinos alemães. Ao todo o Brasil teve 39 navios torpedeados por submarinos alemães, entre 1942 e 1945[1] (ver artigo:Cronologia do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial a respeito dos confrontos militares durante aBatalha do Atlântico).

Na primeira parte daGuerra Fria o Atlântico Sul perde relevância estratégia diante do conflitobipolar entreEUA eURSS, o que fez com que os países da região se considerassem seguros, ou ao menos, distantes dos principais conflitos internacionais.

Esta situação começa a se alterar a partir dos anos 1970, a partir dacrise do petróleo em 1973, quando o Atlântico passa a ser uma das mais importantes rotas de transporte de petróleo do mundo. Na sequência, uma série de novos conflitos locais ganham relevância regional no Atlântico Sul, como aGuerra das Malvinas, aGuerra Civil em Angola e a guerra de independência daNamíbia.

O Atlântico Sul visto do espaço.
Os trêsterritórios ultramarinos do Reino Unido no Atlântico Sul:Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha;ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul; e asilhas Malvinas.

Em 1982 o Atlântico Sul foi palco do confronto entre aArgentina e aInglaterra naGuerra das Malvinas, também chamada apenas de "Guerra do Atlântico Sul". Na ocasião as Forças Armadas inglesas teriam deslocado para o cenário do conflito até mesmoarmas nucleares táticas ecargas de profundidade nucleares[2]. Nesta guerra ocorreu o primeiro afundamento de um navio por um submarino nuclear da História, no caso o navio argentino Belgrano, torpedeado pelosubmarino nuclear inglês HMS Conqueror. A vitória inglesa, com apoio indireto dosEstados Unidos e de alguns países daOTAN modificou profundamente a percepção de ameaça dos países da região.

Na África Austral também ocorreu pelo menos um grande conflito com o envolvimento de diversos países da região naGuerra Civil em Angola (1975-1989 e 1990-2002). Durante o período daGuerra Fria, a Guerra Civil angolana foi palco de importantes disputas que incluíram de um lado os países que apoiavam o governo doMPLA (Brasil,França,Cuba eUnião Soviética) e de outro os países que apoiavam os insurgentes daUNITA (Estados Unidos,Inglaterra,China eÁfrica do Sul). Neste conflito, Cuba e África do Sul chegaram a se enfrentar diretamente emAngola eNamíbia.

Esses seguidos conflitos armados levaram o Brasil e outros países a uma tentativa de criar um entendimento para evitar umacorrida armamentista regional. Este esforço, somado à busca para transformar a região em uma "zona desnuclearizada", ou seja, sem a presença dearmas nucleares, levou à criação, em1986 daZona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZPCAS).

Atualmente não existem grandes conflitos em andamento no Atlântico Sul, que tem sido visto mais como uma área com grande potencial de cooperação nas relações entre América do Sul e África.[3][4][5].

Entretanto, também não existem garantias de que não possam ocorrer novas disputas armadas na região. As principais disputas político-territoriais ainda existentes envolvem a reivindicação pela demarcação deáguas territoriais ezonas econômicas exclusivas, principalmente entre países dogolfo da Guiné[6] .

O Brasil tem área de aproximadamente 3,66 milhões de km² de território marítimo (águas territoriais ezona econômica exclusiva). Esta área poderá ser ampliada para 4,4 milhões km² se aceitas as reivindicações brasileiras perante a Comissão de Limites dasNações Unidas. Com a intensificação da cooperação Sul-Sul após a virada do milênio, o Brasil passou a fortalecer sua cooperação com países africanos ao longo do Atlântico Sul, tanto no âmbito da defesa quanto na esfera da cooperação para o desenvolvimento[7].

Muitas das disputas pela demarcação de fronteiras marítimas na costa atlântica da África estão relacionadas aos interesses de controlar as reservas petrolíferas localizadas em alto mar nesta região.

Geografia

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Formação geológica

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A separação deGonduana e a formação do Atlântico Sul.
Golfo da Guiné, principal região produtora depetróleo na África contemporânea.

O Atlântico Sul foi formado devido ao afastamento dasplacas tectônicas sobre as quais estão as massas continentais daAmérica do Sul eÁfrica. Há cerca de 200 milhões de anos aPangeia se dividiu em dois grandes continentes,Gonduana eLaurásia. Gonduana foi a massa de terras emersas que, entre cerca de 200 milhões e 140 milhões de anos atrás, reuniu os atuais continentes da América do Sul, África eAntártica.

Entre 140 e 120 milhões de anos atrás começou o processo de divisão de Gonduana e o afastamento que levou às formação das três massas de terra completamente separadas, quando América do Sul, África e Antártica tornam-se continentes distintos. Atualmente os continentes da América do Sul e a África continuam se afastando a uma taxa de cerca de 2 cm por ano. Noleito marinho do Atlântico Sul foram formadas diversasbacias petrolíferas, como os campos petrolíferos africanos dodelta do Níger (Nigéria), o campo deCabinda (Angola), ou sul-americanos, como a região doOrinoco na Venezuela, abacia de Campos e opré-sal noBrasil.

Correntes marítimas

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Geopolítica

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Atividades militares e de espionagem na ilha de Ascensão

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A Base Aérea daIlha de Ascensão em1983. Ao fundo, algumas das numerosas antenas de rádio existentes na ilha.

A Base Aérea dailha de Ascensão (IATA: ASI,ICAO: FHAW) exerce uma poderosa influênciageopolítica sobre a região do Atlântico Sul, sendo a principal base de operações daForça Aérea dos Estados Unidos (USAF), daForça Aérea Real do Reino Unido (RAF) e daNASA na região. A presença militar estadunidense e britânica emAscensão é vista sob muita cautela tanto pelos paísessul-americanos, como pelos paísesafricanos, já que esta pode representar uma ameaça no caso de uma guerra contra os países-membros daOTAN, tal como já aconteceu naGuerra das Malvinas. Durante a Guerra das Malvinas, foi a partir de Ascensão que a RAF lançou os seusbombardeirosAvro Vulcan contra as posiçõesargentinas nasIlhas Malvinas, na operação que ficou conhecida comoOperação Black Buck.

Na ilha de Ascensão existem poderosas estações de interceptação de sinais (SIGINT) enviados viasatélite e viaradiodifusão. O próprio serviço de inteligênciacriptológica britânico (GCHQ) possui uma estação na ilha, localizada na vila de Two Boats. Além disso, também existem na ilha estações de monitoramento que são capazes de detectar possíveis testes nucleares realizados naAmérica do Sul e naÁfrica. Pelo fato de oGCHQ desenvolver atividades na ilha, especula-se que a Ilha de Ascensão seja uma das possíveis bases do sistema de monitoramento global, mais conhecido comoEchelon.

Na ilha também fica localizada uma das estações daemissora de números (rádio) E5/V5, que é supostamente operada pelaCIA na comunicação com os seus agentes secretos que se encontram espalhados pela América do Sul e pela África. Esta emissora de números também é conhecida pelos apelidos deCynthia e/ouThe Counting Station.[8][9]

Petróleo

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Plataforma de petróleo brasileira em alto mar no Atlântico Sul.

Atualmente o Atlântico Sul possui duas importantes zonas petrolíferas: no litoral do Brasil, a região daBacia de Campos e o chamadopré-sal; no litoral africano, especialmente na zona dogolfo da Guiné há várias bacias petrolíferasoffshore, sendoNigéria eAngola os dois maiores produtores depetróleo daÁfrica Subsaariana.

No caso do Brasil destaca-se que a descoberta do petróleo dopré-sal modifica sensivelmente a posição brasileira[10][11] em relação à complexa geopolítica do petróleo[12], recolocando o Atlântico Sul como área central da geoestratégia brasileira, juntamente com aAmérica do Sul[13].

Em 2008 osEstados Unidos criaram uma força naval específica para vigiar a região do Atlântico Sul e Caribe, a chamadaQuarta Frota. Criada em1943, durante aSegunda Guerra Mundial, a frota havia sido desmobilizada em1950 e foi recriada no último ano do governoGeorge W. Bush (2008).

Também foi criado um comando para coordenar as operações militares estadunidenses naÁfrica, oAFRICOM.

Organizações internacionais e blocos econômicos

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Organizações internacionais

Atualmente diversas importantesorganizações internacionais envolvem os países da região.

Na porção sul-americana do Atlântico Sul, estão organizados oMercado Comum do Sul (MERCOSUL), aComunidade Andina de Nações (CAN) e aUnião de Nações Sul-Americanas (UNASUL).

No lado africano, existe a organização continentalUnião Africana e outras importantes organizações regionais. NaÁfrica Austral, estão aComunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) e aUnião Aduaneira da África Austral (SACU/UAAA). Na África ocidental e em parte dogolfo da Guiné, existem ainda aComunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), eUnião Econômica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA).

Organizações para fins culturais e línguísticos, com atuação política também existem nesta região como a organização dosPaíses Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), aLiga Árabe, que congrega principalmente países do norte do continente africano, ou a comunidades de países anglólofonos (Comunidade das Nações) e francófonos (Organização Internacional da Francofonia).

Existem também organizações que envolvem simultâneamente países dos dois lados do Atlântico Sul, sendo elas aZona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZPCAS) e também aComunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem países do Atlântico Sul entre a maioria dos seus Estados-membros.

Além de países de várias regiões do mundo, aOrganização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) também congrega países de ambas as margens do Atlântico Sul.

OTratado Antártico, de1959, também envolve diversos países do Atlântico Sul e algumas das grandes potências que à época do tratado tinham pretensões territoriais no Atlântico Sul, especialmente naAntártida e algumas dasilhas do Atlântico Sul.

Transportes

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Navegação

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Constitui-se num dos grandes desafios para os navegantes, especialmente para osvelejadores que fazem regatas de volta ao mundo e circundam o continente Antártico. Local de mar caudaloso, ventos fortíssimos e marés contrárias, ocabo Horn é sem dúvida quase que enigmático para quem se aventura naquela região.

Ver também

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Referências

  1. Mapa de navios brasileiros afundados durante a II Guerra Mundialhttp://www.sentandoapua.com.br/joomla/content/view/56/96/
  2. CNN."Argentina demands UK nuke apology",CNN News, 07/12/2003,http://edition.cnn.com/2003/WORLD/europe/12/07/uk.nukes.reut/index.html
  3. SOMBRA SARAIVA, José Flávio e GALA, Irene Vida (2000)."O Brasil e a África no Atlântico Sul: Uma visão de paz e cooperação na história da construção da cooperação africano-brasileira no Atlântico Sul".X Congresso Internacional da ALADAA Cultura, Poder e Tecnologia: África e Asia face à Globalização, 26 al 29 de outubro de 2000. Ed. da Universidade Candido Mendes: Rio de Janeiro, RJ.http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/aladaa/sombra.rtf
  4. LANDER, Edgardo (2000)Diálogos a través del Atlántico Sur: saberes hegemónicos y saberes alternativos X Congresso Internacional da ALADAA, Associação Latino-Americana de Estudos Africanos e Asiáticos, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/aladaa/lander.rtf
  5. PENNA FILHO, Pio (2003).Regionalismo, Segurança e Cooperação: O Atlântico Sul como espaço de possibilidades entre o Cone Sul e a África Austral.Cena Internacional. v. 2, p. 12-32, UnB: Brasília, DF
  6. http://conhece.org/categorias/golfo-da-guine/
  7. ABDENUR, Adriana Erthal e SOUZA NETO, Danilo Marcondes (2014). "O Atlântico Sul e a cooperação em defesa entre o Brasil e a África" pp. 215-238, Reginaldo Mattar Nasser e Rodrigo Fracalossi de Moraes (org.),O Brasil a segurança no seu entorno estratégico: América do Sul e Atlântico Sul.IPEA:Brasília.
  8. http://www.cvni.net/radio/nsnl/nsnl002/nsnl2vs.html
  9. http://numberstations.co.uk/category/number-stations/
  10. VIEIRA, Paula (2008).A exploração do pré-sal e o futuro brasileiro.Jornal da Universidade, UFRGS, nº 113, ano XII, novembro de 2008, p. 5.http://www.ufrgs.br/comunicacaosocial/jornaldauniversidade/113/pagina5.htm
  11. OLIVEIRA, L. K. (2009).“Segurança Energética no Atlântico Sul: Análise Comparada dos Conflitos e Disputas em Zonas Petrolíferas na América do Sul e África”.XXXIII Encontro Anual da ANPOCS, 26 a 30/10/2009, Caxambu, MG.http://sec.adtevento.com.br/anpocs/inscricao/resumos/0001/TC1584-1.pdf
  12. KLARE, Michael T. (2008)A Nova Geopolítica da Energia.Agência Carta Maior.http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15011
  13. VIZENTINI, Paulo G. F. (2003).América do Sul: espaço geopolítico prioritário do projeto nacional brasileiro. p. 183-211In: REBELO, Aldo; FERNANDES, Luis; CARDIM, Henrique (Orgs.).Política externa do Brasil para o século XXI. Câmara dos Deputados: Brasília, DF

Bibliografia

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  • ABDENUR, Adriana Erthal e SOUZA NETO, Danilo Marcondes (2014). "O Atlântico Sul e a cooperação em defesa entre o Brasil e a África" pp. 215–238, Reginaldo Mattar Nasser e Rodrigo Fracalossi de Moraes (orgs.),O Brasil a segurança no seu entorno estratégico: América do Sul e Atlântico Sul. IPEA: Brasília.
  • ALENCASTRE, Amilcar (1980).O Brasil, a África e o Atlântico Sul. Ed. Paralelo: Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • BAKKER, Mucio P.R. (1969)O problema da delimitação das águas territoriais e a solução para o Brasil.Revista Marítima Brasileira, nº 1-3 de 1969. Rio de Janeiro, RJ, Brasil..
  • CASTRO, Theresinha de (1970).África, geografia, geopolítica e relações internacionais'. Ed. Zahar: Rio de Janeiro, RJ, Brasil..
  • «CASTRO, Therezinha (1997)América do Sul: vocação geopolítica(PDF) 
  • CASTRO, Therezinha de. (org.)O Mar, Enfoque Geopolítico.A Defesa Nacional, nº 708, 1983.
  • PENHA, Eli A. (1998)Relações Brasil-África e Geopolítica do Atlântico Sul. Tese de doutorado, Instituto de Geociências, UFRJ. Rio de Janeiro, RJ, Brasil..
  • RIBEIRO, Antônio S. (2004)A Consciência Estratégica dos Oceanos.Nação e Defesa, Revista Marítima Brasileira, nº108, Verão de 2004.http://www.idn.gov.pt/publicacoes/nacao_defesa/numeros/108.html
  • SARAIVA, José F & PANTOJA, Selma (1999).Angola e Brasil nas Rotas do Atlântico Sul. Bertrand do Brasil: Rio de Janeiro, RJ, Brasil..
  • SARAIVA, José Flávio (1996).O Lugar da África: a dimensão atlântica da política externa brasileira. Editura da UnB: Brasília, DF, Brasil.
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