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| Calvinismo |
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Bases históricas |
AAssembleia de Westminster foi o concílio convocado, entre1643 e1653, para reestruturar aIgreja da Inglaterra. Produziu, entre outros documentos, aConfissão de Fé de Westminster e dois catecismos: oCatecismo Maior e oBreve Catecismo. Porém o maior papel da Assembleia foi o exame de pastores da Igreja da Inglaterra.
A Assembleia de Westminster caracterizou-se não somente pela erudição teológica, mas por uma profundaespiritualidade, foi constituída de 121 dos mais capazes pastores da Inglaterra e Escócia, 20 membros daCâmara dos Comuns e 10 membros daCâmara dos Lordes.
ORei Carlos I (1625-1649) procurou impor oanglicanismo aospuritanos ingleses e aospresbiterianos escoceses. Porém, estes últimos se rebelaram e enfrentaram com êxito os exércitos reais. Precisando de mais tropas e dinheiro, Carlos viu-se forçado a promover a eleição de um parlamento.
Para frustração do rei, os ingleses elegeram um parlamento puritano, que foi prontamente dissolvido. Feita nova eleição, a maioria puritana tornou-se ainda mais expressiva. Diante da recusa do parlamento em ser novamente dissolvido, resultou umaguerra civil.

Por setenta e cinco anos os puritanos vinham insistindo para que aIgreja da Inglaterra tivesse uma forma de governo, doutrinas e culto mais puros. Assim, o parlamento convocou aAssembleia de Westminster, composta de 121 dos mais capazes pastores da Inglaterra, 20 membros da Casa dos Comuns e 10 membros da Casa dos Lordes. Todos os 121 teólogos eram ministros da Igreja da Inglaterra e quase todos eramcalvinistas.
Quanto ao governo da Igreja, a maioria era a favor da forma presbiteriana, muitos desejavam a formacongregacional e uns poucos defendiam a formaEpiscopal. Essa questão gerou os debates mais longos e acalorados da Assembleia, que se reuniu naAbadia de Westminster, emLondres, a partir de 1º de julho de 1643. Os trabalhos se estenderam por cinco anos e meio, durante os quais houve mais de mil reuniões do plenário e centenas de reuniões de comissões e subcomissões.
Tão logo a Assembleia iniciou os seus trabalhos, as forças parlamentares começaram a sofrer reveses na guerra. O parlamento buscou o auxílio daEscócia, que concordou em ajudar sob uma condição – que todos os membros daAssembleia de Westminster e do parlamento assinassem um pacto solene comprometendo-se a manter e defender aIgreja Presbiteriana da Escócia e a reformar aIgreja da Inglaterra e da Irlanda em sua doutrina, governo, culto e disciplina, de acordo com a Palavra de Deus. Isso foi aceito. Os presbiterianos escoceses também puderam enviar representantes à Assembleia de Westminster, quatro pastores e dois presbíteros, que participaram dos trabalhos sem direito a voto. Eles exerceram uma influência desproporcional ao seu número. Logo que chegaram e foi assinado o pacto solene (setembro de 1643), houve uma mudança radical no trabalho da Assembleia. Até então, a ideia era revisar os Trinta e Nove Artigos da Igreja Anglicana. Agora, passou-se a fazer uma reforma completa da Igreja.

A Assembleia de Westminster caracterizou-se não somente pela erudição teológica, mas por uma profunda espiritualidade. Gastava-se muito tempo em oração e tudo era feito em um espírito de reverência. Cada documento produzido era encaminhado ao parlamento para aprovação, o que só acontecia após muita discussão e estudo. Os chamados “Padrões Presbiterianos” elaborados pela Assembleia foram os seguintes:
Com o auxílio dos escoceses, as forças parlamentares derrotaram o rei Carlos I, que foidecapitado em 1649. O comandante vitorioso,Oliver Cromwell, assumiu o governo. Porém, em 1660,Carlos II subiu ao trono e restaurou o episcopado na Igreja da Inglaterra. Teve início uma nova era de perseguições contra os presbiterianos. Na Escócia, a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana adotou os Padrões de Westminster logo que foram aprovados, deixando de lado os seus próprios documentos de doutrina, liturgia e governo que vinham da época deJohn Knox. Isso é ainda mais surpreendente diante do fato de que somente quatro pastores escoceses participaram da Assembleia de Westminster (Alexander Henderson,Robert Baillie,George Gillespie eSamuel Rutherford). As razões para isso foram os méritos dos padrões de Westminster e o desejo de maior unidade entre os presbiterianos dasIlhas Britânicas. Da Escócia, esses padrões foram levados para outras partes do mundo.
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