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Aqueduto romano

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(Redirecionado deAquedutos romanos)
Arcos de uma secção elevada do Aqueduto provincial Romano deSegòvia, na Hispânia
Os múltiplos arcos daponte do Gard na Gália romana (atual sul de França). O nível superior inclui um aqueduto que trazia água em época romana; o seu nível inferior expandiu-se na década de 1740 para suportar uma ampla estrada ao longo do rio.
Mapa dos aquedutos de Roma
Mapa a escala grande que mostra as nascentes de água
Conduto do Aqueduto de Tarragona
Arcos de uma secção elevada do Aqueduto provincial Romano deSegòvia, na Hispânia

Osengenheirosromanos construíramaquedutos, com características próprias, ao longo de todo oImpério. Servia para trazer água a partir denascentes externas até as cidades e aldeias. A água dosaquedutos fornecia diferentes locais desdebanhos públicos,latrinas,fontes, elares privados. Os aquedutos eram também utilizados no apoio aoperações mineiras,moinhos de água, granjas ejardins. Uma infraestrutura, cuja implantação deve ser utilizada como instrumento de articulaçãourbana, cujas linhas de água latentes ao território, fundamentais à expansão urbana e rural, nomeadamente, na construção de habitações e desenvolvimento de atividades agrícolas.

Nos aquedutos a água corre por ação da gravidade, ao longo de um ligeiro gradiente de descida global em condutas depedra,tijolo oubetão; Quanto mais pronunciado era o gradiente, mais rápido era o fluxo. A maioria dos condutos eram enterrados sob terra e percorriam o contorno do terreno; desviando-se dos obstáculos ou, doutro modo, atravessando um túnel. Quando se chegava aos vales ou as terras baixas o conduto ficava sobrepontes ou as suas conduções se conectavam a canalizações de chumbo, de cerâmica ou de pedra de alta pressão. Conheciam bem o princípio dosvasos comunicantes e ogolpe de ariet - os aquedutos da cidade enquadravam-se nos chamados aquedutos de "sifão invertido", que se baseava no princípio de vasos comunicantes com canalizações de baixa pressão. Este sistema, incorretamente designado por sifão, consiste em fazer baixar a água até ao fundo de um vale, atravessando-o, para, depois recobrar a sua força[1] inicial.[2] Para proporcionar um escoamento de água adequado teriam sido instalados depósitos ou cisternas: o primeiro situado no local de abastecimento, com cota elevada, e o outro depósito ou cisterna de saída, situado a cota elevada mas a menor altitude do que o primeiro. Entre estes depósitos, a água corria por canalizações de chumbo dispostas em ambas as pendentes.[3] No exemplo do aqueduto deBracara Augusta, no sentido de assegurar uma pendente regular é possível que este aqueduto seguisse aproximadamente a forma das curvas de nível de modo a evitar o recurso a grandes obras de engenharia e recorresse à solução de "sifão" para superar a depressão do seu traçado final à entrada na cidade.[4] A maioria dos sistemas de aquedutos incluíam depósitos de sedimentação, que ajudavam a reduzir os resíduos transportados dentro da água, umas comportas ecastella aquae (depósitos de distribuição) regulavam a oferta de água aos destinos individuais. Nascidades ealdeias, os vertedouros dos aquedutos iam até àsgalerias pluviais e aosbueiros.

O termo aqueduto vem do latimaquae ductus ouductus aquae que quer dizer condução de água. No latim clássico esta palavra não se apresenta como palavra composta, mas sim como palavra de junção léxica.[5] Os aquedutos como obras de enorme envergadura requeriam um financiamento significativo garantido através doaerarium público e, menos usualmente, através dasumma honoraria, que consistia em dinheiro que alguns homens ricos ou mecenas davam para financiar certos tipos de obras, mostrando desta forma o seu prestígio na cidade.[6]

O primeiro aqueduto de Roma fornecia uma fonte de água situada no mercado de gado da cidade. No século III d.C., a cidade tinha onze aquedutos, sustentando uma população de mais de um milhão de pessoas em uma economia de uso extravagante de água; a maior parte do recurso hídrico abastecia os vários banhos públicos da cidade. As cidades e vilas de todo o Império Romano emularam este modelo e os aquedutos eram financiados como objetos de interesse público e orgulho cívico, "um luxo caro mas necessário para a qual todos queriam, e podiam, aspirar".[7] A maioria dos aquedutos romanos provou-se confiável e durável; alguns foram mantidos até o início daera moderna e alguns ainda estão parcialmente em uso. Métodos de construção estão registrados porVitrúvio em sua obraDe Architectura (século I a.C.). O generalSexto Júlio Frontino dá mais detalhes em seu relatório oficial sobre os problemas, os usos e os abusos do abastecimento público de água daRoma Imperial. Entre os exemplos mais notáveis ​​da arquitetura de aquedutos estão os pilares de sustentação doAqueduto de Segóvia e ascisternas alimentadas por aqueduto emConstantinopla.

Os aquedutos romanos evidenciam uma clara demonstração do alto nível dos peritos hidráulicos na engenharia romana. Um dos aquedutos mais brilhantes pela sua dimensão é o que abastecia a cidade deCartago, na atual Tunísia, que tem cerca de 132 km de extensão, permanecendo, alguns dos seus troços, ainda em funcionamento nos dias de hoje.[8] NaHispânia o aqueduto com um maior percurso era o deGades (Cádiz), com cerca de 75 Km de comprimento, sendo a maior parte em sifão sendo a maior parte em sifão.[9] No entanto, os comprimentos dos aquedutos variavam muito, dependendo do local onde as águas potáveis eram abundantes, tendo alguns poucos quilómetros e outros centenas, como já vimos anteriormente. Ao que tudo indicaBracara Augusta deveria possuir um ou mais aquedutos. Examinando as fontes de documentação medieval e a atual topografia do terreno é possível admitir que a zona conhecida comoSete Fontes poderá ser o principal local de captação do manancial de água limpa que abastecia a cidade, a qual, para além de ser necessária ao consumo, tinha que abastecer as termas públicas dispersas pela cidade, bem como outros edifícios públicos. Na zona mais alta da Bracara Augusta encontram-se as termas doAlto da Cividade, cuja construção exigiu um abastecimento especial de água, garantido pela construção de uma derivação a um aqueduto principal (Ficha 68) que foi identificado na parte norte do tabuleiro superior da colina.[10] Também as termas identificadas narua D. Afonso Henriques, muito maiores que as doAlto da Cividade, exigiriam um significativo abastecimento de água limpa, o que sugere que deveria existir um aqueduto que cruzaria a cidade no sentido E/O, com eventuais derivações para servir os dois complexos termais referidos. Um outro balneário público construído noquarteirão das Carvalheiras foi abastecido de água a partir de tubagens de chumbo (fistulae), com provável origem no cardo situado a nascente do quarteirão.[11]

Utilizaram preferencialmente nascentes, pois ofereciam a água mais pura para consumo humano. Não obstante, nem sempre conhecemos o ponto específico de captação oucaput aquae. Um exemplo paradigmático e em excelente estado de conservação é o chamadocastellum deAlcabideque, emCondeixa-a-Nova[12]. Neste local existe, ainda hoje activa, uma nascente que oferece um considerável caudal que foi aproveitado para abastecer a cidade romana deConimbriga. De modo a isolar e proteger a nascente, esta foi envolvida por uma construção de planta semicircular, edificada emopus caementicium que canalizava a água para uma das laterais de uma torre ou castellum. No interior desta estrutura existia um tanque de decantação que permitia limpar a água de eventuais impurezas, antes desta ser transferida para o aqueduto que a direccionava até à cidade. Outra fonte de abastecimento eram os rios. Nestes casos a captação de água era feita na cabeceira, o mais perto possível da nascente, local onde a contaminação era pouco provável. Este procedimento tanto podia ser realizado de forma directa através da abertura, numa das margens do rio, de um canal que constituía o início do aqueduto, quer por derivação, construindo-se um açude, isto é, um pequeno dique ou represa oblíqua à corrente que elevava o nível das águas para desviar uma parte do caudal até o aqueduto. Infelizmente, conservam-se poucas evidências arqueológicas de ambos os tipos de captação.[13] Uma terceira técnica de captação em rio era feita através de barragens de grandes dimensões, utilizadas para reter uma apreciável quantidade de água em regiões de escassa pluviosidade, pelo que são particularmente numerosas na Península Ibérica[14]. Contudo, hoje em dia, a origem de muitas destas estruturas consideradas de cronologia romana tem suscitado debate entre investigadores. Sem certeza da cronologia romana, é abarragem de Belas, localizada na ribeira deCarenque, considerada como o ponto provável de captação do aqueduto destinado ao abastecimento deOlisipo[15]. Trata-se de umdique de dimensões consideráveis, com uma espessura máxima de 7 metros, uma altura que ultrapassaria os 8 metros e uma extensão da qual ainda se reconhecem cerca de 16 metros, ao longo dos quais foram dispostos trêscontrafortes destinados a suportar a pressão da água armazenada.

Outra forma de aprovisionamento recorria à recolha de água subterrânea através de galerias filtrantes ou de captação, as quais eram desenhadas paradrenar a água dosaquíferos. Algumas destas estruturas atuavam simultaneamente como sistema de captação e de condução.Augusta Emerita, capital da província daLusitânia, conserva bons exemplos de estruturas deste género nas galerias subterrâneas que convergem para oaqueduto de San Lázaro, ou noramal de Bobollón, que alimenta aoaqueduto de Cornalvo[16]. Todas elas são construções de alvenaria abobadadas, edificadas com aparelhos que permitem filtrar a água sobálveo dos terrenos aluviais que percorrem e, conjuntamente, canalizam a água para a cidade. EmPortugal conhecem-se aquedutos emBracara Augusta,Conimbriga,Ebora eOlisipo, bem como indícios que parecem indicar a sua presença emAquae Flaviae, Ammaia,Civitas Igaeditanorum e Salacia, ainda que nestas últimas os restos actualmente visíveis sejam escassos ou praticamente inexistentes[17].

Aquedutos da época romana

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Água Ápia

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Ver artigo principal:Água Ápia

Aqueduto construído pelos censoresÁpio Cláudio Cego eCaio Pláucio Venox no ano312 a.C., captava água das nascentes ao longo davia Prenestina. Praticamente subterrâneo na totalidade, com entrada em Roma perto daPorta Maior (Porta Maggiore) (na localidade designada comoad spem veterem) dirigia-se aoCélio eAventino e terminava perto daPorta Trigêmina, noFórum Boário. Foi restaurado em paralelo com a construção de outros aquedutos em 144, 33 e entre 11 e4 a.C..

Ânio Velho

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Ver artigo principal:Ânio Velho

Aqueduto construído entre272−270 a.C. pelocensorMânio Cúrio Dentato eMarco Fúlvio Flaco, com o botim da vitória contraPirro. Recolhia as águas doAniene sobre oTívoli. O encanamento era em sua maior parte subterrâneo, exceto em alguns pontos, termina perto daporta Esquilina.

Água Alexandrina

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Água Alexandrina
Ver artigo principal:Água Alexandrina

Aqueduto construído sob o reinado deAlexandre Severo, noséculo III, recolhia água doPântano Borghese navia Prenestina e com um percurso quase na totalidade subterrâneo, comviadutos para atravessarvales, entrava na cidade pela Por Maior dirigindo-se aoCampo de Marte, onde estavam as "Termas de Nero", restauradas por Alexandre Severo em226 d.C. e rebatizadas comoTermas Alexandrinas.

Água Márcia

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Ver artigo principal:Água Márcia
Ruínas daÁgua Márcia, emTívoli.

Este aqueduto foi construído em144 a.C. pelopretor Quinto Marcio Re. Recolhia as águas do alto da bacia dorio Aniene. Além de numerosos restauros menores, foi em grande parte reconstruído na sequência de um incremento da portada entre 11 e4 a.C., sob o reinado deAugusto. O percurso era ora subterrâneo ora sobrearcadas (um troço de cerca de 9 km flanqueava avia Latina). Chegava a Roma na localidadead spem veterem, como os aquedutos precedentes, e cruzava avia Tiburtina sobre um arco que mais tarde transformado naPorta Tiburtina daMuralha Aureliana, terminando próximo daPorta Viminal. A distribuição atingia oCapitólio, enquanto um ramo secundário (rivus Herculaneus) se dirigia para os montes Célio eAventino. Sob o reinado deCaracala (213) foi construída uma ramificação chamadaÁgua Antoniniana para levar água par as novasTermas, que atravessava aVia Ápia sobre um arco (Arco de Druso). Um outro ramo secundário foi utilizado para alimentar asTermas de Diocleciano.

Água Tépula

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Ver artigo principal:Água Tépula

Aqueduto construído peloscônsules Caio Servílio Cepião eLúcio Cássio Longino em125 a.C.. Recolhia água das nascentes na décimamilha davia Latina. Em33 a.C., foi transformada para confluir no novo canal de Água Júlia, da qual se separava novamente próximo da cidade. Corria, portanto, num canal distinto sobre os arcos de Água Márcia, juntamente com Água Júlia. Entrava na cidadead spem veterem, seguindo mais adiante o mesmo percurso de Água Márcia em direcção à Porta Viminal.

Água Júlia

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Ver artigo principal:Água Júlia

Aqueduto construído porAgripa em33 a.C., unindo-se num único canal com Água Tépula; foi restaurado porAugusto entre 11 e4 a.C.. Recolhia água das nascentes na décima segundamilha daVia Latina, perto deGrottaferrata. Chegava a Roma como os aquedutos precedentes na localidadead spem veterem, perto da Porta Maior, prosseguindo pelo mesmo percurso da Água Márcia em direcção àPorta Viminal.

Água Virgem

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Ver artigo principal:Água Virgem
Entrada do canal de inspecção ao aqueduto Água Virgem (Acqua Vergine) na Via do Nazareno (via del Nazzareno).

Aqueduto construído porAgripa e inaugurado a19 a.C., para servir asinstalações termais doCampo de Marte. As nascentes situavam-se no oitavomiliário davia Colatina. O nome ("Acqua Vergine") deriva, segundo uma lenda, de uma moça que haveria indicado aos soldados o local da nascente (embora provavelmente se referisse à pureza da água). O percurso prosseguia pela via Colatina, em parte sobrearcadas e culminava nas habitações doPincio. A partir daí, as arcadas da épocaClaudiana (parcialmente conservadas na Via do Nazareno atravessava o Campo de Marte, cruzando a actualvia del Corso (via Lata) peloArco de Cláudio, uma arcada do aqueduto monumentalizada para celebrar aConquista romana da Britânia. O aqueduto foi constantemente restaurado e ainda alimenta aFontana di Trevi, aFontana della Barcaccia, naPraça de Espanha (dando o nome àVia dei Condotti) e aFontana dei Quattro Fiumi, naPiazza Navona.

Água Alsietina

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Ver artigo principal:Água Alsietina

Sucessor da fracassadaÁgua Augusta, foi um aqueduto construído sob o reinado deAugusto em2 a.C., para servir os quarteirões além dorio Tibre (Trastevere e do local para os espectáculos de combates navais). Um novo canal seria realizado porTrajano em109 d.C.. Recolhia água dolago de Martignano.

Ânio Novo e Água Cláudia

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Ver artigos principais:Ânio Novo eÁgua Cláudia

Aqueduto iniciado porCalígula em38 d.C. e terminado porCláudio em52. O primeiro recolhia as águas doAniene perto dos montes Simbruínos, enquanto o segundo captava do cimo do vale do Aniene. Terminavamad spem veterem, perto da Por Maior: esta última era a monumentalização dos arcos das ruasPrenestina eLabicana, mais tarde inseridas naMuralha Aureliana. Na sétimamilha davia Latina a água era transportada porarcadas, algumas das quais subsistiram ao tempo no "Parque dos Aquedutos". Na localidade deTor Fiscale interceptava duas vezes o Água Márcia, formando um recintotrapezoidal (Campo Barbarico) que seria utilizado como fortificação pelosgodos deVitige em luta contraBelisário durante oCerco de Roma entre 537 e 539.

Um ramo secundário, construído pela obra deNero, (Arcus Neroniani) destacava-se por dirigir-se para o Célio, na parte ocupada pelaCasa Dourada; este ramo foi sucessivamente prolongado porDomiciano a serviço dos palácios imperiais noPalatino, cruzando os vales entre este e o Célio por altíssimasarcadas.

Provavelmente uma ramificação deste aqueduto, do qual são ainda visíveis algumasarcadas, alimentava afonte monumental dapiazza Vittorio Emanuele II, construída porAlexandre Severo, conhecida hoje comoNinfeu de Alexandre (emlatim:Nymphaeum Alexandri) ou "Troféu de Mário".

Panorama do aquedutoÁgua Cláudia

Água Trajana

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Ver artigo principal:Água Trajana

Aqueduto construído sob o reinado deTrajano em109 d.C., recolhia águas das nascentes nos montes Sabatinos, perto dolago Bracciano. Chegava a Roma pela colinaJanículo, ao longo da margem esquerda dorio Tibre. Destruído durante oassédio de Roma pelosOstrogodos deVitige em537 d.C., foi restaurado porBelisário e teve intervenções durante o papado deHonório I durante oséculo VII. Pelos danos sofridos pelosLombardos e pelosSarracenos, sofreu novos restauros entre os séculos VIII e IX e foi finalmente reconstruído comoÁgua Paula noséculo XVII. Chegava à cidade por um percurso quase totalmente subterrâneo ao longo da Via Clódia e daVia Triunfal e, mais adiante, porarcadas ao longo davia Aurélia.

Aquedutos da Roma papal e moderna

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Fonte da Água Feliz na Praça de São Bernardo.

Ver também

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Referências

  1. Rui Morais e Lázaro Gabriel Lagóstena Barrios p.198
  2. Não é um sifão, no sentido estrito, dado que se trata de uma canalização que baixa para voltar a subir posteriormente.
  3. Sabe-se que Roma já possuía este sistema desde 144 a. C. Entretanto, muitos outros casos são conhecidos, como no caso de Lyon, que chegaram a instalar oito sifões, e Lugdunum, entre outros… (Malissard 1996: 175)
  4. O aqueduto de sifão, até à data o único do género documentado em território português, é referido por Vitrúvio (De architectura VIII 6, 4-6) como o dispositivo mais apropriado para ultrapassar grandes depressões. Acrescente-se ainda o de Sexi (Almuñécar). Casado (2008: 189-197; 260-261).
  5. González Tascón e Velásquez, 2005:325; Fortes, 2008: 58
  6. González Tascón e Velásquez, 2005: 318; Fortes, 2008:56; Ribeiro, 2010: 368;
  7. Gargarin, M. and Fantham, E. (editors).The Oxford Encyclopedia of Ancient Greece and Rome, Volume 1. p. 145.
  8. Chanson, 2008: 5
  9. González Tascón e Velásquez, 2005: 112
  10. Martins et al., 2011: 85-86
  11. Martins et al., 2011: 93
  12. ALARCÃO e ÉTIENNE, 1977, pp. 51-54; FORTES, 2008, pp. 450-470; REIS, 2014, pp. 155-157
  13. FORTES, Mário Luís Soares – A xestión da água na paisaxe romana do Occidente peninsular, Tese de Doutoramento. Santiago de Compostela: Universidade de O ciclo urbano da água no Portugal romano 166 Santiago de Compostela, 2008 [Não publicado].
  14. Quintela et al., 1986; Castillo, 2015
  15. Almeida, 1969; Quintela et al., 1986, pp. 121-125; Fortes, 2008, pp. 470-492; Mascarenhas et al., 2012
  16. Aranda et al., 2006, pp. 501-503
  17. SÁNCHEZ LÓPEZ, Elena; MARTÍNEZ JIMÉNEZ, Javier – Los acueductos de Hispania. Construcción y abandono. Madrid: Fundación Juanelo Turriano, 2016.

Ligações externas

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Bibliografia

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  • Elena, A. G.; Mar, R.; Martins, M. (2008), “A Fonte do Ídolo”, Bracara Augusta. Escavações Arqueológicas, 4. Braga.
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