As antocianinas proporcionam a cor vermelha às folhas deAcer palmatum (bordo japonês) no outono.
Antocianinas (dogrego ἀνθός (anthos): flor; κυανός (kyanos): azul) são derivados de saisflavílicos, solúveis em água, que na natureza estão associados a moléculas de açúcar. São derivadas dasantocianidinas,[1] que não apresentam grupos glicosados. Sãopigmentos pertencentes ao grupo dosflavonóides responsáveis por uma grande variedade de cores de frutas, flores e folhas que vão do vermelho-alaranjado, ao vermelho vivo, roxo e azul. Em particular, são os responsáveis pela cor rubi-violácea (cor "bordô") dovinho tinto jovem. Sua função é a proteção das plantas, suas flores e seus frutos contra aluz ultravioleta (UV) e evitam a produção deradicais livres. São sempre encontradas na forma deglicosídeos facilmente hidrolisados por aquecimento em meio ácido, resultando em açúcares eagliconas, denominadas antocianidinas.[2]
As antocianinas apresentam como estrutura básica o cátion 2-fenilbenzopirílio ou, mais simplificadamente, cátion flavílio. As diferentes antocianinas diferem apenas nos grupamentos ligados aos anéis nas posições 3' (R1), 4' (R2), 5' (R3), 3 (R4), 5 (R5), 6 (R6) e 7 (R7), que podem ser átomos dehidrogênio,hidroxilas oumetoxilos.
Segundo estudos[vago] da Ohio State University, a antocianina (que é derivado da antocianidina) é importante na prevenção da degeneração dascélulas dosmamíferos e humanos[necessário esclarecer]. Em combinação com oácido elágico desenvolve uma potente prevenção contra certos tipos decânceres.
Sobre o ácido elágico, de acordo com aAmerican Cancer Society, essas alegações não foram provadas[4] e esse ácido entra na Lista de Tratamentos Contra Câncer Não Comprovados e Refutados[5]).