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Análise de Circuitos é o estudo da passagem dacorrente elétrica pelos elementos que compõem circuitos elétricos/ eletrônicos.
É possível fazer a análise de circuitos emcorrente contínua - CC (direct current-DC , em inglês) ou em corrente alternada - CA (alternative current -AC, em inglês), em regime estacionário (após decorrido um longo intervalo de tempo desde a ligação do circuito) ou em regime transiente (comportamento que se segue à ligação do circuito e que desaparece com o tempo).Em qualquer dos casos, os conceitos deNó,Ramo eMalha são aplicáveis.Para a análise dos circuitos em AC, no regime estacionário, é costume introduzir o conceito defasores, o que evita a necessidade de resolver sistemas deequações diferenciais mesmo para circuitos simples. Na análise de circuitos são usadas asLeis de Kirchhoff para aEletricidade. Elas são as chamadas Lei dos Nós e Lei das Malhas.
Para fazer a analise de um circuito é necessário escolher um sentido para a corrente em cada ramo e um sentido de percurso ao longo da malha. É bastante interessante que todas as malhas sejam percorridas no mesmo sentido (horário ou anti-horário). A escolha dos sentidos, da corrente nos ramos e de percurso ao longo das malhas, é arbitrária (Sempre respeitando asleis de Kirchhoff), mas uma vez escolhidos devem ser mantidos durante todo o processo de cálculo das correntes. Por convenção o sentido adotado na analise é do polo positivo da fonte para o polo negativo, ( mesmo atualmente sabendo que a corrente elétrica percorre o caminho do polo negativo para o positivo.).
Lei de OhmV / R = I ;V / I = R ;V = R . I
É importante notar que, ao contrário do que algumas vezes se encontra, a lei das malhas não é a tradução para circuitos dePrincípio de Conservação de Energia pelo simples fato de, havendo mais de umamalha, há troca de energia em cadanó, já que temosdiferença de potencial (ddp)ecorrente elétrica.
A equação das malhas pode ser escrita como equação,na forma:
Uma vez que a soma se anula, algumas ddp serão positivas enquanto outras serão negativas, o que mostra a necessidade de uma convenção de sinais para as ddp. Por outro lado é claro que a forma da ddp depende do elemento sobre a qual seja tomado, a seguir vamos nos ocupar desses aspectos.
Para resistores é usando a convenção usual de corrente de portadores positivos (corrente convencional) temos:
As fontes de força eletromotriz são dispositivos capazes de trocarenergia com os portadores decargas que as atravessam. Uma fonte de FEM pode fornecer energia aos portadores e aí a chamamosgerador ou receber energia dos portadores, caso em que as chamamosreceptor . Usando a mesma convenção para a corrente temos:
Nos capacitores a ddp aparece por causa dacarga elétrica armazenada no elemento. Partindo da definição de capacitância temos:
Indutores são elementos complexos de circuito. Eles podem ser classificados em:
Quando o fluxo magnético gerado em outros indutores também influencia o indutor em questão.
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