
| História dos Estados Unidos expansão e influência |
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51.º estado ouestado 51, no discurso político dosEstados Unidos, é uma frase que se refere a áreas que são consideradas candidatas, realmente ou ironicamente, para ser mais um dos já existentes50 estados que já fazem parte dos Estados Unidos.[1]
Antes de 1959, quando oAlasca e oHavaí foram elevados a categoria de estados, o termo "49º estado" era usado.[carece de fontes?]
OArtigo IV, Seção 3, Cláusula 1 daConstituição dos Estados Unidos autoriza o congresso a admitirnovos estados dentro dos Estados Unidos. (além dos13 estados originais que existiam na época que a constituição foi criada em 1788). Historicamente, a maioria dos estados criados pelo congresso eramterritórios organizados não incorporados criados e governados peloCongresso.[2]
Em alguns casos, um território inteiro se tornou um estado; em outros, apenas parte de um território. Conforme definido em 1953 pelo Comitê doSenado dos EUA sobre Assuntos Internos e Insulares, os requisitos tradicionalmente aceitos para a condição de estado são:
Geralmente o governo do território, conhecendo a vontade a população, realiza umreferendo. O governo se reúne em umaconvenção constitucional para escrever aConstituição estadual. Após aprovada a constituição, o pedido chega ao senado que adotaria umaresolução comum garantindo o status e o próprio presidente anuncia a inclusão do estado a União.[4]
Normalmente o termo é utilizado para se referir a uma possível mudança de status de algum dosterritórios dos Estados Unidos, elevando umterritório para a condição deestado.[5]
Dentre esses territórios e distritos, oDistrito de Colúmbia ePorto Rico são os mais considerados para serem elevados a estados, já que ambos já tiveram referendos sobre o assunto e a população votou a favor de se transformarem em estados.[6][7]
O termo "estado 51", quando usado em um sentido negativo, pode se referir a estados independentes que são considerados, ou realmente são, áreas de influência ou controle excessivo dos Estados Unidos. Em vários países ao redor do mundo, pessoas que acreditam que suas regiões e/ou cultura nacional se tornaram muitoamericanizadas, às vezes, usam o termo "estado 51" para se referir aos seus respectivos países.[8] O termo geralmente se refere a populações não-americanas que imitam os maneirismos e a cultura de um americano, ou um político não-americano que é um defensor dos Estados Unidos, especialmente da sua política externa.
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