Superficies:1 307.04 chiliometrum quadratum,1 307.08±0.0100000000001 chiliometrum quadratum Regiones urbanae:Nossa Senhora de Machede,Nossa Senhora da Graça do Divor,Canaviais,São Miguel de Machede,São Bento do Mato,Bacelo e Senhora da Saúde,Malagueira e Horta das Figueiras,Nossa Senhora da Tourega e Nossa Senhora de Guadalupe,São Sebastião da Giesteira e Nossa Senhora da Boa Fé,União das Freguesias de Évora (São Mamede, Sé, São Pedro e Santo Antão),São Manços e São Vicente do Pigeiro,Torre de Coelheiros Territoria finitima:Portel,Viana do Alentejo,Reguengos de Monsaraz,Redondo,Estremoz,Arraiolos,Mons Maior Novus,Tonsberga
Anno 913,Ordonius filius Alfonsi[28] rexGallaeci cursum in meridiem cum agmine suo egit. Postquam moenia oppidi invalida erant, facile id expugnavit. Spolia magna adipiscitur. Incolarum omnes viros occisi sunt. Feminae tamen puerique, quae quattor milia fuerunt, captivae in Gallaeciam tractae sunt. Itaque Ebora deserta facta est.[29][30]
↑Évora: Origem Evolução de uma Cidade Medieval. Maria Domingas V. M. Simplício (Departamento de Geociências, Universidade de Évora). Revista da Faculdade de Letras, Universidade do Porto. Geografia. I série. Vol. XIX. Porto. 2003. Pp.365-372.PDF
↑Monarchia Lusytana. Bernardo de Brito. Lisboa. 1690. Pag. 375 de Ebora vide.[3].
↑Alexander Macbean,A Dictionary of Ancient Geography (Londinii: Printed for G. Robinson in Pater Noster-Row; and T. Cadell in the Strand, 1773), s.v.Ebora.[5].
↑Luis Lopes, J. Carrilho Lopes, J. P. Cabral, Panagiotis Sarantopoulos. Caracterização petrográfica dos monumentos romanos de Évora. Separata do Boletim "A Cidade de Évora", II Série, Nº 4, Évora, 2000.[11]
↑António Rafael Carvalho (2008),A Musalla do Torrão, vol 3 (Município de Alcácer do Sal), p. 20. De nomineXarrama videhoc PDF.
↑Mikel Urkola,¿Mitología preindoeuropea en toponimia? Explicaciones preindoeuropeas de -ama, segi, obi, etc.Revista Arse 48:3. Centro Arqueológico Saguntino. De nomineXarrama videp. 67.