[p.1583,Fernão Cardim, chapter III, inDo clima e terra do Brasil (in Portuguese); republished inRodolfo Garcia, editor,Tratados da terra e gente do Brasil, Rio de Janeiro: J. Leite & Cia,1925,page47:
Jararaca he nome que comprehende quatro generos de cobras muito peçonhentas[…]
[1587,Gabriel Soares de Sousa, chapter CXI, inNotícia do Brasil (in Portuguese), Salvador; republished as Francisco Adolpho de Varnhagen, editor,Tratado descriptivo do Brazil em 1587, 2nd edition, Rio de Janeiro: João Ignancio da Silva,1879,page240:
Pelos matos e ao redor das casas se criam umas cobras, a que os indios chamamgereracas; as maiores são de sete e oito palmos de comprido, e são pardas e brancacentas nas costas[…]dão tal picada, que se lhe não acodem logo com algum defensivo, não dura o mordido vinte e quatro horas.[…]estas cobras se criam entre pedras e paos podres, e mudam a pelle cada anno; cuja carne os indios comem.
^Mello, Antônio Augusto Souza (2000), “Reconstruções Lexicais e Cognatos [Lexical reconstructions and cognates]” (chapter III), inEstudo histórico da família linguística tupi-guarani: aspectos fonológicos e lexicais [Historical study of the Tupi-Guarani language family: phonological and lexical aspects] (in Portuguese), Florianópolis: UFSC,page165, line 3
anonymous author (1622), “Cobra[…]As q. matão [Snake. The ones that kill]”, inVocabulario na lingoa Braſilica (overall work in Portuguese), Piratininga; republished as Carlos Drummond, editor,Vocabulário na Língua Brasílica, 2nd edition, volume 1, São Paulo: USP,1953,page76: “Jararaca”
Papavero, Nelson; Teixeira, Dante Martins (2014),Zoonímia tupi nos escritos quinhentistas europeus [Tupi zoonymy in the 16th-century European writings] (Arquivos NEHiLP; 3) (in Portuguese), São Paulo:FFLCH-USP,→DOI,→ISBN,→ISSN,page272, line210